quarta-feira, janeiro 25, 2012

Atos e debates marcam Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo

O dado é destacado na passagem do Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, comemorado no próximo dia 28. Pelo terceiro ano consecutivo, entidades públicas e organizações civis realizam neste mês atos e debates para marcar a data.

Vinte e oito de janeiro foi oficializado como Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo como uma forma de homenagear os auditores fiscais do trabalho Erastóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva, e o motorista Ailton Pereira de Oliveira, assassinados nesta data em 2004, durante fiscalização na zona rural de Unaí (MG).

Assim como em 2010 e 2011, as atividades estão programadas em vários estados do País, para chamar a atenção sobre o problema e mobilizar por avanços na erradicação do trabalho escravo contemporâneo.

Este ano, a mobilização inclui atividades no Fórum Social, em Porto Alegre (RS), para analisar a relação entre o trabalho escravo e os danos ao meio ambiente. O Fórum Social, neste ano, vai preparar terreno para a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, prevista para junho.

Segundo o Ministério do Trabalho, em 2011, as empresas flagradas como exploradoras da mão de obra escrava foram obrigadas a pagar R$5,4 milhões em rescisões trabalhistas. A fiscalização fez 158 operações de combate à escravidão em 320 estabelecimentos rurais e urbanos.

Desde 1995, 41.451 trabalhadores foram resgatados, o que resultou no pagamento de indenizações em torno de R$67,7 milhões. Além disso, 3.165 estabelecimentos foram inspecionados, com 35.788 autos de infração lavrados

segunda-feira, janeiro 23, 2012

Após a repercussão negativa e uma série de protestos em rede sociais na internet, inclusive deste professor e nas ruas de Belo Horizonte, o prefeito Marcio Lacerda (PSB) decidiu vetar o projeto que concede 61,8% de aumento para os 41 vereadores da capital.

Para evitar desgaste com a população em ano eleitoral, mas se indispor com os parlamentares, a procuradoria da prefeitura conseguiu encontrar uma brecha para vetar tecnicamente o projeto, que faria os salários saltarem de R$ 9.288,05 para R$ 15.031,76. Agora, o texto volta para as mãos dos vereadores, que vão fazer reunião com voto secreto para se posicionar sobre o veto.
O anúncio da decisão do prefeito foi feito hoje, após reunião de Lacerda com representantes da Câmara. Participaram



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os vereadores Tarcísio Caixeta (PT), líder do governo, Cabo Júlio (PMDB), secretário-geral da Mesa, e Alexandre Gomes (PSB), presidente em exercício do parlamento municipal. Após o início dos protestos contra o aumento - aprovado na última reunião ordinária do ano passado -, o presidente da Câmara, vereador Léo Burguês (PSDB), aproveitou o recesso parlamentar e viajou para fora do País uma vez que vereador passa as férias é mesmo no exterior
Para vetar o aumento, o argumento apresentado pelo prefeito foi amparado em decisão anterior do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que já considerou ilegal a vinculação direta dos salários dos vereadores ao dos vencimentos dos deputados estaduais. No texto aprovado pela Câmara, os vereadores adotavam salário equivalente a 75% do que recebem os parlamentares estaduais, limite máximo previsto pela legislação brasileira. Com isso, qualquer reajuste nos vencimentos dos deputados seria automaticamente repassado aos dos vereadores.
O último protesto contra o aumento havia ocorrido no domingo, quando o músico Gabriel Guedes, cujo pai o decadente cantor Beto Guedes apoiou a candidatura do então governador Antonio Anastasia e o senador Aécio neves ,ambos padrinho políticos do prefeito Marcio Lacerda levou um piano para a Praça do Papa, na região centro-sul da capital, para comandar a manifestação. O anúncio do veto foi comemorado por internautas no Facebook e no Twitter, mas o vereador Iran Barbosa (PMDB) também usou o microblog para lembrar que "depois do veto, vem o maior desafio: manter o veto". "Na CMBH (Câmara Municipal de Belo Horizonte) a votação será secreta. Ou seja: cada um com a sua consciência...", ressaltou o peemedebista, que votou contra o projeto ao lado dos colegas Neusinha Santos e Arnaldo Godoy, ambos do PT.
Outros 22 vereadores presentes à sessão foram favoráveis ao aumento. Um dos que defenderam o reajuste foi Alexandre Gomes. Hoje, a reportagem do jornal o estado de de sao Paulo tentou falar com o parlamentar, mas ele não atendeu as ligações. Ele já havia afirmado ao jornal O Estado de S. Paulo que considerava o reajuste pertinente e que, apesar da pressão popular, o veto de Lacerda ao projeto poderia criar "arestas com os vereadores". O socialista também considerou que as manifestações, principalmente na porta da prefeitura, eram organizadas com cunho político, para desgastar o prefeito e enfraquecer o PSB em ano eleitoral.

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Minha opinião sobre o caso do estupro no big broder


O jornalista Datena fez um comentário sobre o BBB e o povo caiu de pau nele ,Mas eu aqui acho que ele ta cem por cento certo quando critica. Eu acho que .. Infelizmente essa porcaria de programa que emburrece o país ,na verdade é uma vitrine pra mostrar a cara HIPÓCRITA de nossa sociedade. Essa porcaria foi driada na Holnada por uma tal de Embemol ou EMBRAMOL mas em todos os paises do mundo onde existiam essa porcaria, hoje nao existe mais. pois o povo civilizado, trabalhador e avesso a fofocas cansou. Nessa vitrine de aviario,onde so se mostra galinha, nao cabe negro. E sempre colocamum ou outro pra dar uma satisfação ao movimento negro organizade, mas sempre que existe uma oportunidade la vam eles pro paredãom as sempre emsituação de dificuldade ou invisbilidade. Nao entendo porque um programa, que tem como regra e clausula nos contratos das participantes tirarem fotos nuas na revista playboy, colocar um negro como estuprador so para ter um motivo de eliminação. Nos outros BBBs da citada emissora, varios participantes transaram a vontade como se fosse uma zona de prostituição regada a bebida alcolica e muita mulher pelada e o povo aplaudia . Mas no caso atual é um negro que transou com uma branquinha do pau oco e talvez com historico de transagem kilometrica, pois eu nunca vi uma virgem participar dessa zona. Por isso a sociedade puniu esse rapaz com um linchamento moral. A cena do suposto estupro consentido,que foi permitida pela direção do programa, deveria ter sido editada ,mas ela por si só ja era um motivo pra tirar essa porcaria do ar. Porem fortes patrocinadores estao por traz desse genocidio cultural. A grana corre tao solta que distruen caddo como se distribussem um pedaço de pão. aquele debilmenstal diz sempre que os participantes do BBB sao herois, pois eu sugiro aos herois dar uma jauda aos flagelados das chuvas. poeque nao aproveitam os patrociunadores que dao carroigual agua?Nem pensar os patrocianadores nao ajudam a qyuem trabalha e e banca a mordomia de uns poucos desocupados que ganham fama e dinheiro pelados nas piscinas e incentivando o sexo com sacanagem e a preguiça.Estou em campanha.... nao compro mais nada de quem patrocina essa baderna. coloquei meu FIAT Siena a venda e juro que nunca mais compro carro da FIAT, FORD ,alem de outros que eu souber que estao patrocinandoo BBB. Se todos fizessem cada um a sua parte, não teria uma so venda desses bandidos que patrocinam essa bandidagem. PARABÉNS DATENA, ESTOU CONTIGO

segunda-feira, janeiro 16, 2012

Presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra pisa em ovos, pois rabo preso inibe oposição de atacar o Ministro da desintegração, aquele de um país chamado Pernambuco.

Presidente nacional do PSDB, o deputado Sérgio Guerra (PE) viu-se numa situação delicada com o aparecimento de denúncias contra o ministro da Integração, Fernando Bezerra.
É que Sérgio Guerra é amigo pessoal do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), padrinho político do ministro da desintegração nacional e que acha que o Brasil é so Pernambuco.
Uma amizade que lhe rendeu inimigos no Estado, como o ultra oposicionista senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).
E, agora, essa proximidade com o governador está custando ao presidente dos tucanos a suspeita de que esteja trabalhando, por baixo dos panos, pelo silêncio da oposição em relação às denúncias contra o ministro.
Em entrevista ao Poder Online, Sérgio Guerra nega atuar neste sentido, mas não esconde que está numa situação muito delicada.
Poder Online – Deputado, como o senhor está vendo as denúncias contra o ministro Fernando Bezerra?
Sérgio Guerra – Olha, não gosto de falar muito sobre isso. O ministro é de Pernambuco e estão concentrando muito a discussão nessa coisa do Estado, do Nordeste…
Poder Online – O senhor acha que está havendo um movimento da imprensa do Sul e do Sudeste contra as verbas para o Nordeste?
Sérgio Guerra – Não. Não acho que haja plano nenhum de ninguém contra ninguém. Não dá para transformar isso numa guerra de secessão. Mas, como ficou nessa história, estou evitando entrar…
Poder Online – Mas o senhor acha, afinal, que o ministro é culpado ou inocente?
Sérgio Guerra – Acho que há dois tipos de assuntos nessas denúncias. Um é em relação à liberação de verbas para Pernambuco, denúncias de que ele teria privilegiado o seu Estado de origem. As outras denúncias se referem a coisas pessoais, digamos assim, que teria havido favorecimentos a parentes. O que posso dizer é que essas liberações para Pernambuco, pelo que se viu, são de responsabilidade múltipla dentro do governo. Não foi só o ministro. Têm responsabilidade também seus colegas, a presidente presidentA da República e até governadores de diversos estados e partidos.
Poder Online – E a questão de ele ter deixado o irmão dirigindo a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco), de o filho, que é deputado, ter tido liberação privilegiada de emendas?
Sérgio Guerra – Olha, isso aí tem que ser investigado. O homem público tem que esclarecer todo tipo de denúncia que apareça contra ele. Mas não quero entrar muito nessa coisa de família.
Poder Online – O que o senhor achou do depoimento do ministro no Congresso?
Sérgio Guerra – Para ser absolutamente sincero, eu não assisti.
Poder Online – Pois é. Tem essa história de que o senhor, na verdade, tem trabalhado por uma posição mais suave do PSDB em relação ao ministro, exatamente por sua ligação com o governador.
Sérgio Guerra – Olha, eu nunca neguei minha amizade com o Eduardo. Mas não estou trabalhando para suavizar nada. O papel da oposição é cobrar e nós estamos fazendo isso como deve ser feito, como em todos os casos.
Poder Online – Mas, no caso do depoimento no Congresso, a mídia registrou que as críticas foram dirigidas menos ao ministro e mais ao governo, à presidenta Dilma.
Sérgio Guerra – Sim, sim. Mas não foi só no caso do Fernando Bezerra. Também foi assim com as denúncias contra o ex-ministro do Turismo Pedro Novais (PMDB-MA). A culpa principal é do Palácio do Planalto. Não é relevante o Novais, ou o Fernando. É a presidente da República que mantém essa estrutura viciada de distribuição de cargos e benesses. Ela não diz que é a gerentona, que manda em tudo, que sabe de tudo? Então é ela quem tem que responder mesmo.
Fonte IG.com.br

A FUNÇÃO DO DEPUTADO, OU O QUE DEVERIA SER


Todo poder emana do povo. Ao ser eleito pelo voto popular, o deputado assume mandato de quatro anos. Durante esse tempo, participa das sessões plenárias e dos trabalhos das Comissões. Além disso, atende pessoalmente aos eleitores, encaminhando seus pedidos a órgãos governamentais ou apresentando em Plenário assuntos de interesse do segmento social ou da região que o elegeu. Ouve a opinião de grupos organizados que reivindicam a colocação de temas específicos em pauta. Para isso, o deputado costuma receber em seu gabinete trabalhadores, dirigentes sindicais, lideranças de várias comunidades e entidades representativas.
Outra atribuição do deputado é a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Estado. No exercício do mandato, ele tem livre acesso às repartições públicas. Pode fazer diligências pessoalmente nos órgãos de administração direta ou indireta.
É função do parlamentar apresentar projetos de lei, de decreto legislativo, de resolução, e proposta de emenda à Constituição Estadual e avaliar aqueles encaminhados por outros deputados, pelo governador, Poder Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e pelos cidadãos.
O deputado emite pareceres nas diversas comissões técnicas, sobre os projetos e demais assuntos acerca dos quais o Poder Legislativo deve manifestar-se. Pode também propor a instituição de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs).
Perderá o mandato o deputado que, entre outros motivos, deixar de comparecer à terça parte das sessões ordinárias, exceto quando em licença ou missão autorizada pela Assembleia Legislativa. Também será afastado aquele que faltar com o decoro parlamentar, abusar das funções asseguradas ao deputado ou receber vantagens indevidas.
Para saber mais detalhes, veja, na íntegra, as atribuições do Poder Legislativo na Constituição

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Alem das Oliveiras existe a histórica sustentabilidade dos Palestinos , os eternos explorados por Srael




por Eva Bartlett, da IPS

Gaza, Palestina, 10/1/2012 – “Em tempos difíceis sobrevivemos graças ao óleo de oliva. Durante a última guerra, muitos que não podiam abandonar suas casas tinham apenas este produto e pão para se manter por longos períodos”, disse Ahmed Sourani, do Comitê Palestino de Alívio Agrícola. Inclusive durante a primeira Intifada (levante palestino contra a ocupação israelense), as oliveiras e seu óleo foram vitais.

“Permitiram a sobrevivência de muitos milhares de famílias palestinas bastante pobres. Quando o exército israelense nos impõe toques de recolher, é nossa principal fonte de alimento. A maioria dos estudantes leva como lanche para a escola sanduíche de az’atar (serpol, uma variedade de tomilho) e de óleo de oliva”, contou Sourani. Esta fonte de alimento foi o alvo de Israel durante anos. Em novembro de 2008, a organização internacional Oxfam informou que, desde 2000, haviam sido destruídas 112 mil oliveiras na Faixa de Gaza.

“Segundo as autoridades israelenses, a zona de exclusão que proíbe os palestinos de estarem em sua terra, fica a 300 metros da fronteira da Linha Verde entre Gaza e Israel. Na realidade, se estende muito mais além de 600 metros, incluindo 30% das terras agrícolas de Gaza”, denunciou Sourani. A Organização das Nações Unidas (ONU) cita áreas de até dois quilômetros dentro das fronteiras de Gaza que ficaram inacessíveis devido à política de balas, bombardeios e invasões de Israel.

Segundo o Comitê Palestino de Alívio Agrícola, mais de 42% dos 175 quilômetros quadrados de terra cultivável da Faixa de Gaza foram destruídos durante as invasões e ocupações israelenses. A Organização Mundial da Saúde informa que, só a última guerra de Israel contra Gaza, destruiu até 60% da indústria agrícola. Apesar da campanha sistemática de destruição de oliveiras, Sourani informou que “algumas áreas de Gaza ainda têm algumas que são centenárias”. Isto ocorre principalmente nos bairros de Zaytoun, Sheyjayee e Tuffah. De todo modo, estas árvores antigas são em quantidade ínfima, e a média de idade das oliveiras é de aproximadamente cinco anos, explicou Sourani.

Como as terras aráveis de Gaza estão cada vez mais desertas, o Ministério da Agricultura da Faixa de Gaza planeja uma resistência não violenta à destruição deste setor por parte de Israel. Ahmad Fatayar, funcionário do Ministério, disse que, com o passar dos anos, inclusive durante e depois da ocupação da Faixa, políticas e incentivos econômicos influenciados pelo Estado judeu foram criados para obrigar os agricultores palestinos a deixar de cultivar árvores em suas terras, para passar a trabalhar em estufas ou como operários em Israel.

Depois que os tratores israelenses arrasaram essas terras, para os palestinos ficou difícil, quando não impossível, cultivar suas oliveiras. “Criamos um bosque para cultivar um milhão de oliveiras em toda a Faixa de Gaza, particularmente na zona de exclusão, que foi amplamente destruída”, disse Fatayar. Ele também listou inúmeros benefícios e usos das oliveiras. “Podem ser cultivadas na rua, nos pátios das escolas e em frente das casas, e suportam períodos muito longos de seca e água salgada, podem ser armazenadas durante longos períodos e usadas em várias indústrias, como de alimentos, farmacêutica, forragem, carvão e compostagem (adubo orgânico)”, detalhou Fatayar. Para uma família palestina média, de oito membros, “duas ou três oliveiras bastam para fornecer o aceite e as azeitonas necessárias para o consumo anual”, acrescentou.

Segundo Sourani, além de seus aspectos nutritivos e econômicos práticos, as oliveiras são importantes por muitos outros motivos. “Os palestinos também as consideram um símbolo da terra, da independência, da paz e da dignidade”, ressaltou. “Usamos o azeite de oliva para tudo, inclusive para o cabelo. Quando estamos doentes, esfregamos o corpo com ele. Também é usado com cosmético: o empregamos para fazer ‘khol’, uma versão não tóxica do delineador de olhos. As folhas das oliveiras são medicinais e podem ser utilizadas na indústria farmacêutica, e também para fazer chá para tratar diabetes e dor de estômago”, explicou Sourani.

Para satisfazer as necessidades da desproporcionada quantidade de palestinos que vive na Faixa de Gaza (1,6 milhão em 365 quilômetros quadrados), boa parte da demanda de azeitonas e azeite de Gaza era atendida por agricultores da ocupada Cisjordânia. Um informe de 2010 da Oxfam afirma que “o bloqueio israelense imposto à Faixa de Gaza afetou consideravelmente a importação de azeitonas e de óleo de oliva da Cisjordânia”.

A organização também aponta um aumento nas importações de “azeite cujo preço baixou porque chegou a data de seu vencimento. Agora, obtemos somente uma pequena quantidade da Cisjordânia. O restante vem da Síria, Líbano, Egito e Espanha. Porém, continuamos preferindo o azeite de oliva da Palestina: o Surri, que data da era romana”, esclareceu Sourani.

O plano de autossuficiência do Ministério da Agricultura também inclui o cultivo de tamareiras. Como as oliveiras, as tamareiras são de especial importância histórica, nutricional, econômica e cultural para os palestinos. “São uma importante fonte de nutrição, muito produtivas e não custa muito cultivá-las”, afirmou Fatayar. O funcionário observou que “as tamareiras podem ser cultivadas em apenas um ou dois metros quadrados. Uma só destas palmeiras pode produzir até 200 quilos de tâmaras.

“Em cerca de sete anos, uma planta jovem gera uma palmeira com frutos e outras dez mudas, que sete anos depois darão dez palmeiras produtivas e cem mudas mais”, ressaltou Fatayar. Segundo estimativas do Ministério, até 2020 haverá cerca de três milhões de árvores jovens, muitas das quais darão seus frutos. Os benefícios de uma tamareira incluem alimentos (melaços, doces e óleo), produtos têxteis (mobiliário e vestimenta) e agrícolas (forragem para os animais) e papel. Envolverde/IPS

domingo, janeiro 01, 2012

Chuvas em BH - Moradores do prédio no Buritis querem saber de quem foi a culpa? Moradores cobram mais agilidade na definição das responsabilidades pelas falhas estruturais no imóvel e criticam condução do processo

Ano novo para muitos é sinal de vida nova. E o principal objetivo das pessoas que moravam no edifício Vale dos Buritis, condenado pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec), é começar 2012 com novos planos. Mas para isso, eles dependem de uma decisão judicial que vai apontar o responsável pelo colapso na estrutura do prédio, que obrigou cinco famílias a abandonarem seus apartamentos.

A última medida do Judiciário no processo movido pelos moradores contra a empresa que fez a obra, a Estrutura Engenharia, foi ouvir os autores da ação. A Justiça quer saber qual a posição dos moradores a respeito da recomendação dos Bombeiros e da Defesa Civil para demolir o prédio imediatamente. Porém, os donos dos apartamentos estão insatisfeitos com os rumos do processo.

“Nossa ação contra a Estrutura Engenharia busca uma indenização para os donos dos seis apartamentos do prédio. Aquele imóvel já não representa nada para nós. Quem vai querer morar ali de novo ou comprar um apartamento no edifício? A decisão da demolição deve partir de quem tem conhecimento técnico para tal. Não somos nós que vamos falar alguma coisa depois que o prédio chegou ao ponto em que está”, diz o representante dos moradores do Vale dos Buritis, Eduardo Bianchini.

Ainda segundo Eduardo, a Justiça mineira tem se mostrado pouco eficiente na condução do processo e isso tem aberto brechas para a Estrutura Engenharia se beneficiar no caso. “O juiz de plantão pediu para os moradores se manifestarem sobre a decisão. O correto seria ele intimar a empresa a apresentar os documentos que estão faltando para o perito judicial finalizar logo a perícia. A construtora já perdeu vários prazos estipulados pelo juiz titular e nada aconteceu. Todos querem ver o laudo judicial, mas o perito já deixou claro que para isso ele precisa de documentos que ainda não foram apresentados”, conta.

O advogado da Estrutura Engenharia, Eduardo Cordeiro, reconhece que quando ele assumiu o caso a construtora não tinha fornecido todos os documentos, mas ele providenciou boa parte da papelada que estava faltando. Segundo o defensor, o perito judicial reconheceu que ainda faltam alguns documentos, mas que é possível continuar os trabalhos com a documentação disponível no processo. “A empresa tem tanto interesse em ver o laudo pronto que eu fui até o juiz de plantão e 15 de dezembro e pedi para continuar a perícia. O magistrado despachou no dia 20 dando prosseguimento aos trabalhos”, afirma o advogado.

ACUSAÇÕES

Ainda de acordo com Eduardo Cordeiro, o parecer técnico recente produzido por uma empresa a pedido da Estrutura Engenharia e da Podium Engenharia, responsável pelos outros dois edifícios interditados na Rua Laura Soares Carneiro, serviu para que ele fizesse novos questionamentos ao perito judicial. O documento mostra que a culpa pelo agravamento da situação dos prédios no Buritis é da ausência de uma rede de drenagem pluvial, de responsabilidade da prefeitura, na rua dos edifícios.
A Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) rebate e diz que produziu um laudo mostrando que a ausência da drenagem profunda na rua não contribuiu em nada para abalar a estrutura dos prédios. Ainda segundo a Sudecap, “foi possível verificar que as águas pluviais são conduzidas corretamente para o lado interno da curva da via, no lado oposto ao passeio dos prédios afetados”.
A reportagem do EM não conseguiu contato com a advogada que representa os moradores, Karen Castro, mas em entrevista quando saiu o parecer contratado pelas empresas ela se manifestou dizendo que o documento não provada nada. “Qualquer contrato pode ser parcial, o que nos interessa é o laudo que está sendo programado pela Justiça. A Estrutura Engenharia já produziu inúmeros documentos tentando se eximir da responsabilidade, mas quem vai dizer de quem é a culpa é a Justiça”, disse a advogada.

Em estado de alerta


Landercy Hemerson

Hoje e amanhã está mantido o alerta da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec) para a possibilidade de chuva forte no estado. Na capital, as equipes da Defesa Civil, que desde a sexta-feira estão de plantão, vão permanecer atentas. Ontem, o coordenador do órgão, coronel Alexandre Lucas Alves, informou que previsão era de precipitação de até 60 milímetros, por um período de 48 horas. Já o 5º Distrito de Meteorologia alertou para possibilidade de pancadas isoladas na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Sul e Noroeste do estado, além do Triângulo Mineiro.
De acordo com boletim de ontem do Cedec, uma frente fria estacionada sobre Minas até quarta-feira pode causar as chuvas de forte intensidade, com volume estimado entre 150 e 200 milímetros. Ainda segundo o boletim, hoje a tendência é de muita chuva em todas as regiões mineiras, devido à formação de uma área de baixa pressão próxima ao litoral do Rio de Janeiro.
A Defesa Civil estadual recomenda que as pessoas devem evitar as áreas de risco de alagamentos e deslizamentos de encostas, durante os temporais. Motoristas e pedestres não devem transitar em áreas alagadas. Os moradores de imóveis próximos a encostas devem observar sinais de encharcamento e movimentação do solo e, em caso de irregularidades, abandone suas casas. A Cedec chama a atenção para ações preventivas, não deixando lixo ou materiais em vias públicas que possam ser arrastados pelas enxurradas, causando o entupimento das galerias para o escoamento de águas pluviais

DESAPARECIDA

Equipes do Corpo de Bombeiros devem retomar hoje as buscas por Rita Vieira de Souza, de 74 anos, desaparecida desde o fim da tarde da sexta-feira, durante o temporal que atingiu Santo Antônio do Rio Abaixo, na Região Central, a 190 quilômetros da capital. Rita morava às margens do Córrego dos Bambus, quando foi surpreendida pela rápida elevação do nível d’água, que atingiu sua casa e arrastou a mulher.
Desde o começo do período chuvoso, em setembro, já são três os mortos em consequência dos temporais, sendo um motociclista em BH, um homem em Reduto, Zona da Mata, e uma mulher em Governador Valadares, Vale do Rio Doce. De acordo com a Cedec, 2,1 milhões de pessoas foram afetados pelas chuvas, sendo que 9.365 foram desalojadas e 404 desabrigadas. Até ontem, 2.420 casas foram danificadas e 84 completamente destruídas. Prefeitos de 44 cidades decretaram estado de emergência, incluindo a capital.

sexta-feira, dezembro 30, 2011

Previsões astrológicas para 2012 por várias pessoas

Publicado em: 19 de dezembro de 2011
Muito tem sido dito sobre as possíveis mudanças que ocorrerão no planeta Terra em 2012. Há até quem fale em fim do mundo. As principais fontes de tanta especulação são profecias feitas pela extinta civilização Maia. Os maias ocupavam terras na América Central, a partir do sul do México em direção ao norte.

A civilização maia possuía um avançado calendário, assim como o utilizado no Brasil hoje, contendo 365 dias. Outra grande qualidade era a aptidão para a matemática. Segundo os cálculos, em 2012 o mundo como conhecemos será extinto. Aquela civilização falava em cinco ciclos, quatro deles já teriam passado e o próximo acontecerá dia 21 de dezembro de 2012.

Estudiosos das teorias maias afirmam que estes ciclos acontecem a cada 26 mil anos e duram 5.125 anos. Todos eles teriam terminado em destruição. Dia 21 de dezembro será o último dia do último ciclo. O fim da raça humana se daria devido a um alinhamento cósmico. O sol se alinharia ao centro da Via Láctea ao mesmo tempo em que haveria uma mudança do eixo da Terra em relação à esfera celeste.

Para a numeróloga Aparecida Liberato o que ocorrerá no próximo ano será uma mudança de energia. “O número de 2012 será o 5. Essa energia indica que o ano que vem será um ano de inquietação e de instabilidade, em que aquilo que foi planejado não acontece”, diz Aparecida. A numeróloga afirma ainda que tudo que não foi concertado em 2011 no ano seguinte será desestruturado. “As pessoas vão sentir”, opina.

Aparecida diz que é difícil controlar um ano 5 e que esta é uma energia inquieta. “Podemos esperar que as situações de conflitos, movimentos, levantes sejam sentidas em todo o mundo”, alerta a numeróloga. O mundo estará em uma energia acelerada, porém, descontrolada.

Em relação ao Brasil, o ano será o de número 2. Um ano de ajustes mais lentos. “É um período de transição que também conta fatores externos”, afirma Aparecida. A numeróloga revela que as questões econômicas irão afetar o Brasil e que o país terá uma desaceleração do crescimento. “O Brasil irá tentar sobreviver”, prevê a numeróloga.

Aparecida não acredita nas interpretações das previsões maias: “O que aconteceu foi que os maias citaram o 21 de dezembro de 2012 como uma data de encerramento de um ciclo, é o fim de uma determinada era. Isso não significa o fim do mundo. Eles também falaram em datas além de 2012. O nosso pensamento é energia, por isso não é bom pensar nestas teorias”, finaliza Aparecida Liberato.

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Seminário da CNTE discute ensino das questões étnicas na escola




A CNTE promoveu nesta quinta-feira (15) um seminário nacional, em Brasília, para avaliar o cumprimento das leis n° 10.639 e 11.645, que determinam a obrigatoriedade do ensino da história e da cultura negra e indígena no currículo das escolas. O evento contou com a participação de representantes do Ministério da Educação, Instituto Sindical Interamericano Pela Igualdade Racial (Inspir), CUT e Internacional da Educação para a América Latina, além dos sindicatos filiados.

Ao abrir os trabalhos, o presidente da CNTE, Roberto Leão, lembrou que no Brasil prevalece a falsa ideia de que não existe racismo. Mas advertiu que o preconceito é um problema real no país e que precisa ser tratado nas escolas. Ele ressaltou a responsabilidade da Confederação nessa tarefa. "O papel da CNTE e dos sindicatos é mostrar que as injustiças existem e precisam ser corrigidas", afirmou.

Durante o debate, verificou-se que, passados oito anos de vigência da Lei 10.639, que determina o ensino das questões éticas e raciais na sala-de-aula, pouco se avançou na prática. Desde 2004 o Ministério da Educação lançou mais de 30 publicações dirigidas aos professores para ajudá-los nessa tarefa. Mas no que diz respeito à capacitação desses educadores, os resultados estão aquém do necessário.

"Até 2011 tivemos um total, pelo Niafro, que é o programa de ações afirmativas para a população negra no ensino superior, de 9.200 professores formados em todo o país. Pelo curso de Educação para as Relações Étnico Raciais, tivemos um total de 4.500 professores formados, em história e cultura afro-brasileira e africana. Se pensarmos no total de docentes, é muito pouco."

A representante do MEC salientou ainda a dificuldade de capacitar profissionais em alguns estados. Em São Paulo, apenas 250 professores receberam formação. No Rio de Janeiro foram cerca de mil. E na Bahia, estado que tem um dos maiores contingentes de brasileiros negros, apenas 400 docentes foram capacitados para abordar a história e a cultura afrobrasileira no currículo.nformou a Técnica em Assuntos Educacionais da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC (Secadi-MEC), Barbara da Silva Rosa.

Segundo Bárbara Rosa, hoje os cursos de formação do MEC são desenvolvidos em parceria com as universidades por meio de editais, oferecendo um número limitado de vagas. Para ampliar o número de professores atendidos, em 2012 será usada uma estratégia inversa. As diretorias das escolas vão receber catálogos com a relação dos cursos disponíveis, e a partir daí levantarão o número de professores interessados. A demanda vai ser repassada às secretárias de educação, aos Comitês Estaduais de Formação de Professores e ao MEC, que vai articular a oferta dos cursos com as universidades. "Não vamos mais ter uma oferta para uma demanda fictícia. Vamos saber a demanda exata no município X. Com isso esperamos conseguir sair de nove mil professores formados em seis anos para 15 a 20 mil por ano", afirmou Bárbara Rosa.

Sociedade civil
A Secretária de Combate ao Racismo da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Maria Júlia Reis Nogueira, salientou que o cumprimento das leis n° 10.639 e 11.645 não deve ser responsabilidade apenas do governo. "Se formos esperar que o combate ao racismo e as discriminações fiquem apenas no âmbito governamental, vamos avançar muito pouco. As iniciativas que os próprios profissionais de educação vêm desenvolvendo através de suas entidades de classe são fundamentais", disse.

Como exemplo de avanço da sociedade civil nesse sentido, Maria Júlia citou que, durante a 21ª Conferência Nacional dos Advogados, realizada em Brasília recentemente, foi firmado um termo de cooperação técnica que prevê a recomendação da OAB para a criação de comissões de promoção da igualdade racial em todas as 27 seccionais da entidade. A ideia é que, no futuro, o tema da igualdade racial esteja incluído no exame da Ordem e no currículos das faculdades de direito.

Samba nas escolas
O presidente da Fundação Palmares, Eloi Ferreira de Araujo, apresentou duas iniciativas da entidade para contribuir com o ensino das temáticas étnicas nas escolas. Um deles é o projeto Cantando a contado a história do Samba, lançado no dia 1° de dezembro em dez estados do país. A ideia é trazer para a sala de aula a história e a prática do ritmo, intimamente ligada à comunidade afrodescendente. "Com isso contribuímos para a implementação da Lei 10.639, dando alternativas para os professores dentro da sala de aula", explicou Eloi.

O outro projeto da Fundação Palmares é o Prêmio Nacional de Redação que será realizado em 2012 em todo o país, com o tema "A origem do Brasil – Nossa negras raízes", do qual a CNTE é parceira. A proposta é dirigida aos estudantes de ensino médio. Os autores dos melhores trabalhos serão premiados com tablets e certificados. As escolas receberão três mil computadores.

Indigenas
A Secretária de Relações Internacionais da CNTE, Fátima Silva, participou representando a Internacional da Educação para a América Latina, da qual é vice-presidente. Segundo ela, se a temática afrobrasileira ainda tem dificuldades para integrar currículo das escolas, para a história e a cultura indígena há muito mais a fazer. "Falta uma total integração entre o nosso urbano, o nosso rural, com o nosso indígena. Temos a população indígena como algo à parte. São vistos como alguém improdutivo e que quer terra para não produzir, porque estamos muito focados nas grandes produções e no agronegócio, e não na terra como um direito à vida", afirmou.

Fátima também explicou o que a IEAL e a CNTE estão fazendo para trazer a questão indígena para dentro da escola. "Nós começamos um trabalho para organizar os professores indígenas dentro das organizações sindicais. Temos uma grande população indígena no país, muitos professores indígenas, mas que não estão dentro dos nossos sindicatos. Porque não temos uma politica voltada para o professor indígena, no sentido de ver sua cultura, sua forma de trabalho, seu vínculo trabalhista. Esse é o desafio para nós da CNTE e para cada sindicato filiado" afirmou a vice-presidente da IEAL.

Para 2012
Segundo o Secretário de Políticas Sociais da CNTE, Marco Antônio Soares, a partir das discussões do seminário serão elaboradas estratégias não só para melhorar o tratamento desses temas dentro da sala de aula, como também para reduzir as desigualdades de acesso à educação. De acordo com ele, no próximo ano um dos pontos prioritários da CNTE será a educação indígena. A Secretaria de Políticas Sociais avançará em 2012 no planejamento para atender especificamente a educação indígena. A questão dos afrodescendentes não está resolvida, mas temos muito mais elaboração sobre ela", explica.

Centro de Referencia da Mulher Negra faz Seminário e homenageia mulheres que se destacaram durante o ano de 2011l

“Quem Reafirma Garante Direitos”

Esse foi o tema do seminário realizado em venda nova que reuniu, mulheres importantes, lideres de trinta municípios e das mais importantes Entidades de defesa dos direitos e da valorização da luta das mulheres de Minas gerais. No domingo matutino em meados de novembro o Centro de Referência da Cultura Negra de Venda Nova, Centro de Referênci






a de Cultura da Mulher Negra de Minas Gerais e Fórum Estadual de Mulheres Negras de Minas Gerais com o intuito de comemorar, digo celebrar a passagem do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, guardado em 25 de julho, o Ano internacional do Afro descendente e dos 300 anos de Venda Nova realizou a confraternização anual, fechando o ano de trabalho do Centro de Referencia com a homenagem ás mulheres que prestam relevantes serviços á sociedade desse País.
Nessa ocasião, Várias mulheres foram lembradas pela sua trajetória nas lutas em diversos segmentos. tais como:- Movimento negro, feministas, sindical, partidária, cultura e popular. Essa atividade é anual e está na sua quarta edição, pois é um evento sempre voltado para as associadas da entidade, do Fórum Estadual de Mulheres Negras entidades do organizações sociais, estudantes e gestores públicos.
Alem de diversas personalidades de Minas Gerais, representadas por lideranças femininas de trinta municípios, tivemos um brilhante evento em que a mulher negra mineira foi protagonista. Fernanda Sampaio UGT MG, participou do seminário como uma das aplesdtrantes e foi homenageada pela sua trajetória no movimento sindical, assim como, por ser uma mulher negra representante de uma central tão combativa como a UGT. Estiveram presentes A Coordenadora de Políticas para Mulheres de Belo Horizonte Lúcia Lapolinária, Zélia da UNEGRO/BR, Vera Flausino Mov. Negro Juiz de Fora, José Firme Vice Coordenador do FIPIR/MG (Formiga), Chefe de Gabinete do Dep. Federal Reginaldo Lopes Jorge, Luna, José Mauricio e Prof. Paulo do Coletivo estadual da Secretaria Estadual de Combate ao Racismo do PT/MG, Rosemary Baeta PMDB Mulher, Joana Dárk – religiosa da Casa Pai Joaquim (Sabará), dentre outras.
Dos participantes
O evento ocorreu com muita animação e apesar do horário tão matutino para um domingo, às oito horas da manhã a platéia estava cheia de pessoas interessadas nas palestras de Mônica Aguiar, Fernanda Sampaio e Vera Flausino. Como é mulher democrática Mônica Aguiar, a anfitriã e idealizadora do evento, chamou para compor a mesa o Professor Paulo como alguém que apóia o trabalho dessas grandes, simpáticas e fortes mulheres. Fernanda Sampaio discorreu sobre a mulher no sindicato, a necessidade de a mulher participar mais na vida política e social e chamou às mulheres a luta pelos direitos políticos, civis e sociais. Varias mulheres foram lembradas pela sua trajetória nas lutas em diversos segmentos como:- Movimento negro, feministas, sindical, partidária, cultura e popular. ”Promover este debate” reafirmando nossos diretos, reconhecendo nosso papel político enquanto protagonistas na história da organização dos movimentos sociais brasileiro e o fundamental papel na transformação das relações de gênero e raça nesta sociedade é importante para avançarmos mais... afirma Mônica Aguiar, Coordenadora Geral do CERCUNVN/MG.

Foram homenageadas as associadas, Cinthia de Carvalho, Flavia S. Oliveira, Maria Ferreira e Maria de Fátima pelo brilhante trabalho na luta do combate ao racismo em 2010 e o apoio aos trabalhos desenvolvidos pelo Centro de Referência de Cultura da Mulher Negra de Minas Gerais. O C entro de referencia também homenageou o companheiro Daniel Pires em reconhecimento de sua contribuição de forma incisiva com o Centro de Referência no combate à fome em 2010. Enfim, como ponto alto da cerimônia, foram chamadas para serem homenageadas Pela atuação no Movimento Negro Brasileiro e movimento de Mulheres Negras,
as Grandes companheiras Rosemary Baeta representante do Movimento das Mulheres e União / BH, Joana Darc Celestina: Religiosidade, Casa do Pai Joaquim /Sabará, Fernanda Sampaio: Sindicalista SITIPAN e Diretora da UGT/ BH/MG, Vera Flausino: Mov. Negro / Juiz de Fora, Zélia L. Lima: UNEGRO MG e Associação Chica da Silva / Juiz de Fora e a companheira Rita Suely: Movimento Negro / Cataguases. Enfim, Pelos 300 anos de Venda Nova, sendo as únicas benzedeiras na época, primeiras parteiras da região de Venda Nova forma homenageadas; Joana D'arc Vasconcelos in memória de sua mãe: Raimunda Fonseca e Iolanda Alves in memória de sua mãe: Raimunda Alves.

* Por Paulo Jorge dos santos MTB 6838