segunda-feira, junho 24, 2013

“Votei em Lula e Dilma e não me arrependo”, diz Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa, relator do mensalão, diz que Brasil evoluiu sob as gestões de Lula e Dilma e critica a imprensa brasileira: “imprensa e empresariado brasileiro estão nas mãos de pessoas brancas e conservadoras”O “dia mais chocante” da vida de Joaquim Benedito Barbosa Gomes, 57, segundo ele mesmo, foi 7 de maio de 2003, quando entrou no Palácio do Planalto para ser indicado ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A ocasião era especial: ele seria o primeiro negro a ser nomeado para o tribunal.
joaquim barbosa dilma lulaO ministro Joaquim Barbosa em seu gabinete no STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília
“Eu já cheguei na presença de José Dirceu [então ministro da Casa Civil], José Genoino [então presidente do PT], aquela turma toda, para o anúncio oficial. Sempre tive vida reservada. Vi aquele mar de câmeras, flashes…”, relembrava ele em seu gabinete na terça-feira, 2.


                          A importância de Frei Betto

Barbosa diz que foi Frei Betto, que o conhecia por terem participado do conselho de ONGs, que fez seu currículo “andar” no governo.
“Eu passava temporada na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Encontrei Frei Betto casualmente nas férias, no Brasil. Trocamos cartões. Um belo dia, recebo e-mail me convidando para uma conversa com [o então ministro da Justiça] Márcio Thomaz Bastos em Brasília.” Guarda a mensagem até hoje.
“Vi o Lula pela primeira vez no dia do anúncio da minha posse. Não falei antes, nem por telefone. Nunca, nunca.”
Por pouco, não faltou à própria cerimônia. “Veja como esse pessoal é atrapalhado: eles perderam o meu telefone [gargalhadas].”
Dias antes, tinha sido entrevistado por Thomaz Bastos. “E desapareci, na moita.” Isso para evitar bombardeio de candidatos à mesma vaga.
“Na hora de me chamar para ir ao Planalto, não tinham o meu contato.” Uma amiga do governo conseguiu encontrá-lo. “Corre que os caras vão fazer o seu anúncio hoje!”
Depois, continuou distante de Lula. Não foi procurado nem mesmo nos momentos cruciais do mensalão. “Nunca, nem pelo Lula nem pela [presidente] Dilma [Rousseff]. Isso é importante. Porque a tradição no Brasil é a pressão. Mas eu também não dou espaço, né?”
O ministro votou em Leonel Brizola (PDT) para presidente no primeiro turno da eleição de 1989. E depois em Lula, contra Collor. Votou em Lula de novo em 2002.
“Vou te confidenciar uma coisa, que o Lula talvez não saiba: devo ter sido um dos primeiros brasileiros a falar no exterior, em Los Angeles, do que viria a ser o governo dele. Havia pânico. Num seminário, desmistifiquei: ‘Lula é um democrata, de um partido estabelecido. As credenciais democráticas dele são perfeitas’.”
O escândalo do mensalão não influenciou seu voto: em 2006, já como relator do processo, escolheu novamente o candidato Lula, que concorria à reeleição.
“Eu não me arrependo dos votos, não. As mudanças e avanços no Brasil nos últimos dez anos são inegáveis. Em 2010, votei na Dilma.”


                                               DE LADO

No plenário do STF, a situação muda. Barbosa diz que “um magistrado tem deveres a cumprir” e que a sociedade espera do juiz “imparcialidade e equidistância em relação a grupos e organizações”.

Sua trajetória ajuda. “Nunca fiz política. Estudei direito na Universidade de Brasília de 75 a 82, na época do regime militar. Havia movimentos significativos. Mas estive à parte. Sempre entendi que filiação partidária ou a grupos, movimentos, só serve para tirar a sua liberdade de dizer o que pensa.”


                                       VENCEDOR E VENCIDO

Barbosa gosta de dizer que não tem “agenda”. Em 2007, relatou processo contra Paulo Maluf (PP-SP). Delfim Netto não era encontrado para depor como testemunha. Barbosa propôs que o processo continuasse. Foi voto vencido no STF. O caso prescreveu.
No mesmo ano, relatou processo em que o deputado Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB) era acusado de tentativa de homicídio. O réu renunciou ao mandato e perdeu o foro privilegiado. Barbosa defendeu que fosse julgado mesmo assim. Foi voto vencido no STF.
Em 2009, como relator do mensalão do PSDB, propôs que a corte acolhesse denúncia contra o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo. Quase foi voto vencido no STF –ganhou por 5 a 3, com três ministros ausentes.
Dois anos antes, relator do mensalão do PT, propôs que a corte acolhesse denúncia contra José Dirceu e outros 37 réus. Ganhou por 9 a 1.


                                  NOVELA RACISTA

Barbosa já disse que a imprensa “nunca deu bola para o mensalão mineiro”, ao contrário do que faz com o do PT. “São dois pesos e duas medidas”, afirma.
A exposição na mídia não o impede de fazer críticas até mais ácidas.
“A imprensa brasileira é toda ela branca, conservadora. O empresariado, idem”, diz. “Todas as engrenagens de comando no Brasil estão nas mãos de pessoas brancas e conservadoras.”
O racismo se manifesta em “piadas, agressões mesmo”. “O Brasil ainda não é politicamente correto. Uma pessoa com o mínimo de sensibilidade liga a TV e vê o racismo estampado aí nas novelas.”
Já discutiu com vários colegas do STF. Mas diz que polêmicas “são muito menos reportadas, e meio que abafadas, quando se trata de brigas entre ministros brancos”.
“O racismo parte da premissa de que alguém é superior. O negro é sempre inferior. E dessa pessoa não se admite sequer que ela abra a boca. ‘Ele é maluco, é um briguento’. No meu caso, como não sou de abaixar a crista em hipótese alguma…”
Barbosa, que já escreveu um livro sobre ações afirmativas nos EUA, diz que o racismo apareceu em sua “infância, adolescência, na maturidade e aparece agora”.
Há 30 anos, já formado em direito e trabalhando no Itamaraty como oficial de chancelaria –chegou a passar temporada na embaixada da Finlândia–, prestou concurso para diplomata. Passou. Foi barrado na entrevista.


                           DE IGUAL PARA IGUAL

É o primeiro filho dos oito que o pai, Joaquim, e a mãe, Benedita, tiveram (por isso se chama Joaquim Benedito).
Em Paracatu, no interior de Minas, “Joca” teve uma infância “de pobre do interior, com área verde para brincar, muito rio para nadar, muita diversão”. Era tímido e fechado.
A mãe era dona de casa. O pai era pedreiro. “Mas ele era aquele cara que não se submetia. Tinha temperamento duro, falava de igual para igual com os patrões. Tanto é que veio trabalhar em Brasília, na construção, mas se desentendeu com o chefe e foi embora”, lembra Joaquim.
O pai vendeu a casa em que morava com a família e comprou um caminhão. Chegou a ter 15 empregados no boom econômico dos anos 70. “E levava a garotada para trabalhar.” Entre eles, o próprio Joaquim, então com 10 anos.


                                RUMO A BRASÍLIA

No começo da década, Barbosa se mudou para a casa de uma tia na cidade do Gama, no entorno de Brasília.
Cursou direito, trabalhou na composição gráfica de jornais, no Itamaraty. Ingressou por concurso no Ministério Público Federal.
Tirou licenças para fazer doutorado na Universidade de Paris-II. E passou períodos em universidades dos EUA como acadêmico visitante. Fala francês, inglês e alemão.
Hoje, Barbosa fica a maior parte do tempo em Brasília, onde moram a mãe, os sete irmãos e os sobrinhos. O pai já morreu. Benedita é evangélica e “superpopular”. Em seu aniversário de 76 anos, juntou mais de 500 pessoas.
O ministro tem também um apartamento no Leblon, no Rio, cidade onde vive seu único filho, Felipe, 26. Se separou há pouco de uma companheira depois de 12 anos de relacionamento.


                                     DEVER

Nega que tenha certa aversão por advogados. E nega também que tenha prazer em condenar, sem qualquer tipo de piedade em relação à pessoa que perderá a liberdade.
“É uma decisão muito dura. Mas é também um dever.”
“O problema é que no Brasil não se condena”, diz. “Estou no tribunal há sete anos, e esta é a segunda vez que temos que condenar. Então esse ato, para mim e para boa parte dos ministros do STF, ainda é muito recente.”
Diante de centenas de grandes escândalos de corrupção no Brasil, e de só o mensalão do PT ter chegado ao final, é possível desconfiar que a máquina de investigação e punição só funcionou para este caso e agora será novamente desligada?
“Não acredito”, diz Barbosa. “Haverá uma vigilância e uma cobrança maior do Supremo. Este julgamento tem potencial para proporcionar mudanças de cultura, política, jurídica. Alguma mudança certamente virá.”


                                  MEQUETREFE

O caso Collor, por exemplo, em que centenas de empresas foram acusadas de pagar propina para o tesoureiro do ex-presidente, chegou “desidratado” ao STF, diz o ministro. “Tinha um ex-presidente fora do jogo completamente. E, além dele, o quê? O PC, que era um mequetrefe.”
O país estava “mais próximo do período da ditadura” e o Ministério Público tinha recém-conquistado autonomia, com a Constituição de 1988. Até 2001, parlamentares só eram processados no STF quando a Câmara autorizava. “Tudo é paulatino. Mas vivemos hoje num país diferente.”


                                     PONTO FINAL

Desde o começo do julgamento do mensalão, o ministro usa um escapulário pendurado no pescoço. “Presente de uma amiga”, afirma.
Depois de flagrado cochilando nas primeiras sessões, passou a tomar guaraná em pó no começo da tarde.
Diz que não gosta de ser tratado como “herói” do julgamento. “Isso aí é consequência da falta de referências positivas no país. Daí a necessidade de se encontrar um herói. Mesmo que seja um anti-herói, como eu.”


FONTE
Mônica Bérgamo, Folha

sexta-feira, junho 21, 2013

Shame the guy already

I have watched with care and satisfaction that movement in the streets and took a national character and the patriotic urge parents of a more humane and more critical, more serious, more ethical and without corruption. Really woke Brazil. And if so, it is worth questioning:
· In a country where the public authority refuses to drink and use the breathalyzer, wait what? I refer to Senator snows Aetius, who mused that wants to be a presidential candidate in 2014 · FIFA dictates rules to countries like Brazil and should do, has more power than the three powers together · We can not agree with riot · And I ask demonstrators for tracking rioters so they do not take the shine of a civic movement and democratic · Congratulations Brazilian people, and those who manifest that trocem Brazil for a more egalitarian and less racist need, is ashamed of yourself JÁ.Tenho accompanied all lists claims movements and begin to understand why many think that our fight is not going anywhere, why despite all the claims to be of an emergency nature, and meet some of our major political and social conflicts, they just remediam temporarily the symptoms of our illness, and not our disease itself. With some historical reflection, we realize that these demonstrations and struggles, reflect a parabolic movement in the history of Brazil. It is historically proven that every revolution comes to a crisis, the crisis of a system coming from the achievements obtained in another revolution, and so in a repetitive motion. What can we then evaluate, is that this revolutionary process today, comes from the crisis of democracy, achieved in Brazil, after the struggles against the military dictatorship.
Being more objective, we are facing a democratic crisis very emblematic, latent characteristic of our democracy-building process, which has not yet reached its peak, despite what lawmakers thought 1988. In 1988 was passed with much happiness a Constitution, which was aimed to search for popular sovereignty in a representative manner, within the most liberal and enlightened models of representation known in the Western world. With this Constitution, we emphasize the desire for a strong Congress, and democratically strengthened, we sat at the Executive. In theory, it was something really good, because it represented the breadth and effectiveness of public participation in policy decisions. What we see now, however, is that we become hostages of our good intentions. The National Congress is today the greatest symbol of abuse of power, and social stratification. Our Congress has become a cut in the mold of pre-revolutionary France, and these molds, create chain reaction, contaminating from the macro to the micro spheres of power. We have a Congress extremely powerful, untouchable, unreachable, attributable, which uses democracy, compulsory voting, ignorance and poverty of a large part of the population, as a mark of support and legitimation of the greatest atrocities that one can do with good public. Thus, our daily cries of "Away Feliciano", "Us against PEC 37", "Against the Status of the Unborn", "At the end of corruption", "For the removal of Renan," ínsito is a struggle for remediation Our provisional symptoms of disease and no cure for the disease. All these demands, if met, would remedy our problems in a superficial and temporary. We can not impersonate and factuar our problems, they are systematic, are part of the usual policy of our country, ratified the Constitution. What we need to do is use our power to fight, and move to REQUIRE urgently and definitively a accountability to society through public ministry or even invisible until the very national congress, which has nothing national, this hanger employment of wealthy businessmen, large landowners, police, evangelical pastors and union success. I really believe that the strategy of banning its manifestations political parties, NGOs and trade unions was a smart decision because that puts in a basket, so all political representations, which has represented only themselves and those who bankroll the campaign of these. The move came the stubbornness of the mayor and the governor of St. Paul not to go back and evaluate given the increase in price of tickets on the bus who does not like being called transportation but a car buoys cold of the last century, but with price bullet train. I am affiliated to EN and as such I follow the decisions of ordinary shares politicians who are to defend their La sponsors of the campaign, which has a great demand to continue cashing in life. Why this intransigence As interim President Dilma, who desonerou transport companies in almost eight per cent tax to pass on to the people that alone was not enough to increase, but this same entrepreneurs, who are all the time saying that the government taxes too much, however when the government exempts the transport sector and they charge the government instead of passing to the people, they bitributam, ie they receive incentives from the government not to increase the fare, but given the government and still increase. To prove what I say, Lo, provisional measures 612 and 613 of 2013. Just read your article 25 of that interim measure that takes care of the transportation of relief among many other goodies to the business owners of buses and construction, read up contractors. But as a manager in public is pounding FOOT price increase of passage, and the grant given to entrepreneurs to provide a service of public transport, since it is already a requirement of the manager to charge the entrepreneur public transport quality and not be supporting increased passage where companies seek only profit. Actually a public manager must monitor contract compliance of these companies to the state. This also applies to companies that explore the roads and charge tolls without expensive and uninterrupted população.Educação return to health and I will not even talk about because it's a buzzword for all political campaigns and are remembered forever for diverting public money. And the political parties because they are worn these in many of his paintings speak easy, "history of struggle," compensation for retired millionaires have been disenfranchised by the military regime and now repeat the same mistakes of the military being arrogant and dominated parties with their mandates. Political parties are true federations mandates and mandates are inherited assets, which as at the time of feudal lords are passed from father to son and never, ever will be the alternation of power. In this training there called, who was born to industry, will never be a member of the executive. Who is militant activist dies. It's like a society of bees, where a born queen will be queen, but woe to those workers, who spend their entire lives working and very good for the queen and the collective. But her poor little lives and evil. This is the formulation party. Who does not have a financial support of entrepreneurs, will never be elected to anything or to trade union leader. That needs to change and it is up to the parties themselves leave this stinking hole that went back and hope to be an exercise of democracy. Demonstrations and novelty for me because I am not affiliated with the Workers' Party and this came from the historical manifestations of ABC Paulista, besides demonstrations throughout Brazil. This party had the PT way of governing, which was an example of many people, because in our parliamentary opposition charged much of the rulers of the situation. I remember the march of a hundred thousand against FHC, out of Collor and direct now. However after my PARTY, NOT the PT, came to power, the movements were silent and were co-opted by the party. Movements and and turned the government and unions have lost legitimacy. I will not talk about here because it Mensalão the press did a darn carnival, but whether or not, so time will tell, but that time will tell. But truth be told, although the movements and unions have forgotten the meaning of their origin and have moved away from the people and the party that governs forgets and moves away from the movement, we have to manage these ten years d e-government Dilma Lula, despite be a coalition government, where we let the PT the street asking for votes and other parties in the alliance are in the positions, many good things happened, it is not because the deputies cite Amim, which indicate the managers are well aware of this and give a true GDP, achievements and so on, but in my simple design of black militant and therefore without charge, can speak PROUNI, bags of school, family, etc., things that directly help the poor. However, we as government Getulio Vargas, who was the father of the poor, however the rich mother. Where are the managers of the PT and allies? Where are the managers of the opposition? Because I've never had anything here I am putting my face? We need to have more confidence in positions of trust, because what I'm seeing, it seems to me that parents do not have anyone affiliated, since no one comes here to defend me party be it A, B or C Belchior finish telling phrase, "I'm sorry to hear that gave me the idea of ​​a new awareness and youth, is home guarded by God and enjoying the VIL metal. My pain is to realize that although I give all I had .. we are still the same and live like our parents.

Vergonha na cara Já





         Tenho observado com carinho e satisfação esse movimento nas ruas e  que tomou um caráter nacional e patriótico  na ânsia  de um  pais mais humano e ,mais critico, mais serio, mais ético e sem a corrupção. Realmente o Brasil acordou . E se assim é, vale questionar:

·         Em um pais onde a autoridade publica bebe e se recusa a usar o bafômetro, esperar o que ? Refiro-me  ao senador Aécio neves, que cismou que quer ser candidato a presidente em 2014·         A FIFA dita regras aos países  como deve fazer e no Brasil, tem mais força que os três poderes juntos·         Não podemos  concordar com baderna·         E peço aos manifestantes  que vigiem os baderneiros para que  eles não tirem o brilho de um movimento cívico e democrático·         Parabéns povo  brasileiro, os  que manifestam  e os que trocem por um Brasil mais igualitário  e menos racista     Precisamos, é vergonha na cara  JÁ.Tenho acompanhado todas as listas de reivindicações dos movimentos  e começo a entender o porquê de muitos pensarem que a nossa luta não vai dar em nada, por que apesar de todas as reivindicações serem de caráter emergencial, e satisfazerem alguns de nossos maiores conflitos políticos e sociais, elas apenas remedeiam temporariamente os sintomas de nossa doença,mas não nos cura em dfinitivo. Com alguma reflexão histórica, podemos perceber que essas manifestações e lutas, refletem um movimento parabólico da história do Brasil. Está provado historicamente que toda revolução advém de uma crise, da crise de um sistema advindo das conquistas obtidas em outra revolução, e assim em um movimento repetitivo. O que podemos avaliar então, é que esse processo revolucionário atual, advém da crise dessa meio democracia, conquistada no Brasil, após as lutas contra a Ditadura Militar. Assim, sendo mais objetivo, estamos vivendo uma crise democrática muito emblematica, característica latente do nosso processo de construção democrática, que ainda não atingiu o seu ápice, apesar do que pensavam os legisladores de 1988. Quando foi aprovada, com muita felicidade uma Constituição, que visava, a busca pela soberania popular de forma representativa, dentro dos mais liberais e iluministas modelos de representatividade já conhecidos no mundo ocidental. Com essa Constituição, enfatizamos o desejo de um Congresso forte, e democraticamente fortalecido, que se sobrepusesse ao Executivo. Na teoria, foi algo realmente muito bom, pois representava a amplitude e a efetivação da participação pública nas decisões políticas. O que vemos agora, no entanto, é que nos tornamos reféns da nossa boa intenção. O Congresso Nacional representa hoje o maior símbolo de abuso de poder, e estratificação social. Nosso Congresso Nacional se tornou uma Corte aos moldes da França pré-revolucionária, e tais moldes, criam reação em cadeia, contaminando desde as macro até as micro esferas do poder. Temos um Congresso extremamente poderoso, intocável, inatingível, imputável, que usa a democracia, a obrigatoriedade de votar, a ignorância e a miséria de grande parte da população brasileira, como marco de sustentação e de legitimação das maiores atrocidades que se pode fazer com o bem público. Sendo assim, nossos gritos diários, de “Fora Feliciano”, “Somos contra a PEC 37”,pela democratização dos meios de comunicação “ Pelo fim da corrupção”, na verdade isso é uma luta pela remediação provisória dos sintomas de nossa doença, e não pela cura da doença. Todas essas exigências, se atendidas, iriam remediar os nossos problemas de forma superficial e temporária. Não podemos personificar e factuar os nossos problemas, eles são sistemáticos, fazem parte da praxe política do nosso país, referendada pela Constituição. O que precisamos fazer é usar de nosso poder de luta, e de movimentação para EXIGIR de forma urgente e definitiva uma prestação de contas a sociedade  através do invisível ministério publico,ou mesmo até do próprio congresso nacional, que de nacional não tem nada,  esse cabide de emprego  de ricos ,empresários, ruralistas, policiais, pastores evangélicos e sindicalistas de sucesso. Realmente creio que a estratégia de banir de suas manifestações os partidos políticos, as ONGs e os sindicatos foi uma decisão inteligente, porque assim  coloca em um balaio  todas  as representações políticas, que tem representado somente a eles  e a  quem banca a campanha eleitoral destes.            O movimento veio da teimosia  e intransigência dos prefeito  e o governador de são Paulo em não avaliar e voltar atrás no aumento  dado ao preço das passagens do ônibus, que não   tem como serem chamados de transporte coletivo,mas um  carro de boias frias do século passado, porem com preço de trem bala. Sou filiado ao PT e como tal acompanho as decisões ordinárias dos ordinários políticos   que  estão La pra defender seus patrocinadores de campanha, que tem uma demanda muito grande para continuar lucrando na vida. Por que essa intransigência? Ja que a medida provisória da presidentE Dilma, que pensando nos brasileiros que se locomovem de ônibus,desonerou as empresas de transportes em quase 8% de impostos para repassar ao povo.Só isso já era  o suficiente para que não aumentasse o valor da passagem, mas,esses mesmos empresários, que ficam o tempo todo falando que o governo cobra impostos demais, porem quando o governo desonera o setor deles, esses cobram do governo e ao invés de repassar  ao povo ,eles, desonestos como são,  bitributam, ou seja, eles recebem incentivos do governo para não aumentar o preço da passagem e ainda assim aumentam, ganhando duas vezes, do governo e  do povo. Para provar o que eu digo,  eis ai as medidas provisórias 612/13 e 613/13, todas  de 2013. É só ler  em seu artigo 25 dessa mesma medida provisória  que cuida da desoneração do transporte coletivo entre outras tantas benesses aos empresários de ônibus e da construção civil , leiam-se empreiteiras.        Mas porque um gestor publico fica batendo PÉ em aumento de preço de passagem, sendo que  a  concessão dada aos empresários para prestar um serviço de transporte  publico, desde já é uma obrigação do gestor de cobrar  ao empresário um transporte público de qualidade e não ficar apoiando  aumento de passagem, onde  as  empresas visam somente o lucro em detrimento do ir e vir. Na verdade um gestor público deve fiscalizar o cumprimento do contrato dessas empresas para com o Estado.Isso vale também para as empresas que exploram as rodovias e cobram pedágios caros e ininterruptos sem retorno para a população.Educação e saúde eu nem vou falar porque isso é um chavão para todas as campanhas políticas e são lembradas sempre para desviar dinheiro publico. E quanto aos partidos políticos, esses estão desgastados por terem em seus quadros muita gente de fala fácil, “historia de luta” aposentados por indenizações milionários por terem sido cassados no regime militar e hoje repetem os mesmos erros dos militares sendo arrogantes  e dominado os partidos  com seus mandatos.Os partidos políticos são verdadeiras  federações de mandatos e os mandatos são patrimônios hereditários, que,  como na época dos senhores feudais,  são passados de pai pra filho e nunca,jamais haverá a alternância  de poder. Nessa formação ai posta, quem nasceu pra setorial,jamais será  um membro da executiva. Quem é militante morre militante. É como uma sociedade de abelhas,onde quem nasceu rainha será rainha, mas ai das operárias, que passam a vida inteira trabalhando e muito pra o bem da rainha e do coletivo. Mas ela coitada vive pouco e mal.Essa é a formulação partidária nos termos atuais. Quem não tem um apoio financeiro dos empresários, nunca será eleitos para nada ,nem pra dirigente sindical. Isso precisa mudar e cabe aos próprios partidos saírem desse buraco fétido em que entraram e voltarem a ser um esperança  de exercício da democracia.  Manifestações pra mim não é novidade, porque sou filiado ao partido dos trabalhadores  e esse veio das manifestações históricas do abc paulista, alem das  manifestações no Brasil inteiro. Esse partido tinha o modo  petista de governar,que era exemplo de muita gente, pois  na oposição nossos parlamentares cobravam muito dos governantes da situação. Me lembro da passeata do cem mil contra FHC, do fora Collor e diretas já. Porem depois que o meu PARTIDO,NÃO OS PETISTAS, chegaram ao poder, os movimentos se calaram  e foram cooptados pelo partido. Os movimentos e  e sindicatos viraram governo  e perderam a legitimidade. Não vou aqui falar em mensalão porque isso a mídia fez um carnaval danado, mas se houve ou não, isso o tempo dirá, mas isso o tempo dirá. Mas verdade seja dita,apesar de os movimentos e sindicatos  terem esquecido o significado de sua origem e terem se afastado  do povo assim como o Partido  que governa esquece e se afasta dos movimentos, temos na gestão desses dez anos de governo Lula/Dilma, apesar de ser um governo de coalizão,onde nós, os petistas, vamos a rua pedir votos e os outros partidos da aliança ficam com os cargos, muitas coisas boas aconteceram, não cabe a mim citar porque os deputados,  que indicam os gestores, sabem muito bem disso e dão uma verdadeira  de PIB, conquistas e etc,mas na minha simples concepção de militante negro e portanto sem cargo, posso falar do PROUNI, das bolsas- escola, família e etc, coisas que ajudam diretamente ao pobre. Porem, estamos como o governo Getulio Vargas , que foi o pai dos pobres ,porem mãe dos ricos. Onde estão os gestores do PT e dos aliados? Cadê os gestores da oposição? Porque eu que nunca tive nada estou aqui  pondo minha cara? Eu acredito no PT,apesar de nunca ter ocupado cargo nenhum.            Precisamos ter mais confiança nos cargos de confiança, pois pelo que estou vendo, me parece que esse país não tem ninguém filiado, já que ninguém vem aqui defender  seu partido, seja ele A,B ou C.  Termino dizendo  frase de Belchior;”Eu lamento saber que quem me deu a ideia de uma nova consciência e juventude, está em casa guardado por Deus  e contando o VIL metal. Minha dor  é perceber que apesar te der tudo o que tivemos.. ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais.

sábado, junho 15, 2013

O DITADOR GURGEL

 - Antes de concluir o seu sinistro mandato na Procuradoria-Geral da República, Roberto Gurgel aprontou mais uma das suas. Pela primeira vez na história do órgão, ele afastou uma titular por discordância de opinião – o que só confirma a sua postura autoritária. A subprocuradora Deborah Duprat, que ocupava o segundo cargo mais importante na hierarquia do Ministério Público Federal e é candidata à sua sucessão no PGR, foi dispensada nesta terça-feira.

Na semana passada, ela divergiu publicamente de Gurgel no debate sobre o projeto em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF) que inibe a criação de novos partidos. Como resposta, ela foi simplesmente defenestrada! O procurador-geral, que termina seu mandato em agosto, justificou a truculenta medida afirmando que o “relacionamento institucional se evidenciou insuficiente”. Defensor do parecer do ministro Gilmar Mendes, que garante aos novos partidos acesso ao fundo partidário e ao tempo de tevê, Roberto Gurgel ficou irritado com a posição divergente da subprocuradora. “Além de afastá-la do cargo, Gurgel protocolou petição no STF ontem para que os ministros desconsiderem a manifestação de sua substituta e que seja esquecido ‘qualquer pronunciamento em sentido diverso’ ao dele”, descreve a Folha de hoje. O afastamento sumário confirma o grau de partidarização a que chegou o PGR no triste reinado de Roberto Gurgel. Para bancar suas posições políticas, sempre próximas às das forças de oposição ao governo Dilma, o procurador-geral nem vacila em manchar mais uma vez a sua já degradada biografia. No julgamento do chamado “mensalão do PT”, ele virou um dos heróis dos demotucanos e da sua mídia. Não comprovou nenhuma das suas acusações, mas ganhou os holofotes da imprensa oposicionista. Agora, ele deixa o cargo com mais esta atitude truculenta e antidemocrática
Fonte b.log da Dilma

Tribunais estendem intervalo de descanso para os homens

Decisões da Justiça do Trabalho têm estendido aos homens o direito dado às mulheres de 15 minutos de descanso antes do cumprimento das horas extras, previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O tema não é pacífico, mas já há julgados no Tribunal Superior do Trabalho (TST) e nos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs).

O próprio direito ao intervalo das mulheres foi questionado judicialmente. As empresas argumentam que o artigo seria inconstitucional por tratar de forma desigual os homens e as mulheres, o que violaria a Constituição. O Pleno do TST determinou, em 2008, que o direito seria constitucional. No entanto, o caso chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), que deverá analisar o tema em caráter de repercussão geral. A decisão servirá de orientação aos demais tribunais.

Recentemente, a 2ª Turma do TST, ao analisar o pedido de uma trabalhadora, foi além e considerou que o empregado também teria direito ao intervalo de 15 minutos antes das horas extras. Pela decisão, seria necessário um período de descanso "a fim de que o empregado possa recuperar-se e manter-se apto ao prosseguimento de suas atividades laborais em regulares condições de segurança".

Essa norma, segundo os ministros, teria como objetivo "a proteção do trabalhador contra riscos de acidentes e doenças profissionais, a contribuir pela melhoria do meio ambiente de trabalho". Por isso, a turma entendeu que o descanso poderia ser estendido ao trabalhador, já que, de acordo com a decisão, "tanto o organismo masculino, como o feminino, carecem de repouso nos momentos anteriores a prorrogações, sendo, portanto, devida a remuneração, como serviço extraordinário, do período de intervalo não concedido".

Nesse sentido, entenderam que seria devida a remuneração, como serviço extraordinário, do período de intervalo não concedido, ao aplicar por analogia o parágrafo 4º, do artigo 71, da CLT. Segundo esse dispositivo, quando o intervalo para repouso e alimentação não for concedido pelo empregador, este ficará obrigado a remunerar o período correspondente com um acréscimo de no mínimo 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho.

A 8ª Turma do TRT de Minas, em decisão recente, também entendeu que o direito ao descanso pode ser aplicado para ambos os sexos. Na ação, o empregado alegou que o intervalo também deveria ser aplicável aos homens, pois constituía garantia de segurança no trabalho, com o objetivo de resguardar a higidez física e mental nos casos dos trabalhos realizados além da jornada.

A relatora do recurso, juíza convocada Martha Halfeld Furtado de Mendonça Schmidt, entendeu que algumas vantagens femininas, anteriormente necessárias, atualmente podem colocar as mulheres em situação de vulnerabilidade diante do empregador quando comparadas aos trabalhadores do sexo masculino. Segundo a magistrada, a melhor alternativa seria adaptar a regra inscrita no artigo 384 da CLT à realidade, "para considerar que trabalhadores de ambos os sexos têm direito ao intervalo sem distinção de sexo".

Para a advogada trabalhista Juliana Bracks, do Bracks & von Gyldenfeldt Advogados Associados, não há inconstitucionalidade no artigo que dá direito a descanso de 15 minutos às mulheres antes das horas extras. Para ela, isso deve ser reconhecido pelo Supremo. Porém, segundo Juliana, o intervalo só poderia ser aplicado às mulheres. Isso porque, apesar de iguais perante à Constituição, as mulheres e homens têm condições físicas diferentes para exercer o trabalho. Por isso, a CLT dispõe de capítulos específicos que tratam da condição da mulher.

O advogado Túlio de Oliveira Massoni, do Amauri Mascaro Nascimento & Sônia Mascaro Advogados, também concorda. Para ele, a CLT e a própria Constituição distinguem homens e mulheres em várias situações, como o emprego da força muscular para levantar objetos pesados, tempo diferenciado para aposentadoria e a dispensa da mulher do serviço militar em tempos de paz. Por outro lado, o advogado ressalta que o homem poderia exigir o mesmo descanso, para assegurar sua integridade física, não com fundamento no princípio da igualdade, mas com base no direito ao intervalo intrajornada previsto no artigo 71, da CLT. O dispositivo prevê a pausa de 15 minutos quando o trabalho ultrapassar quatro horas.

Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, junho 12, 2013

環境倫理

環境の倫理は、人間の種の保存のための自然の価値を認識することから始まる:人間の生活のための動物、植物、動物種の様々な野生動物、きれいな空気ときれいな水の大切さ。それは、自然が持っていることを客観的に品質の認識である:私たちの物理的な生存と社会の発展を可能にし、確保すること。
それは事実です:お互いの助けなしに、我々はすべて死んでしまうだろう。しかし、この援助は構造化されなければならない。そしてそれはある。ヘルプは機関を通じて構造化されています。機関の形態は文化の中で発生する値に依存する。そして文化は考え方や世界観で表現されています。
このようなきれいな空気ときれいな水、たまらなく地球全体、太陽の紫外線から私たちを守ってオゾン層の破壊を加熱するために温室にそれを回すために大気汚染などの天然資源の希少性の脅威は、発がん性物質いくつかの種の絶滅や他の多くの絶滅の脅威は、野生生物の破壊、それが人間の家として、 "生態学的意識"、すなわち、自然に目覚めさせ、他のものの間で、現実である。人類の家を破壊し、自然は、そのため、途方も不公平である。私たちの世代に不公平、そして私たちの子孫の将来の世代に向けて、さらに高い。人口のますます重要な部分は、その後、この不正に気づく。法律は不正に対する正義と安全保障への需要として不公平な上昇は何かと意識。これは、自然環境の値を認識するので、左右が必要である。このような理由から、社会的な権威は、国家を通じて、環境保護の法的基準を公開しています。法律では、環境に害を与えることの行為を犯罪とし、それが犯罪者になります。環境法にバプテスマを施し法的科学の法則体系つの新しいブランチの学者。環境の倫理も今や経済の要件です。経済学と自分の経済主体のプロットの学者たちは、この新しいパラダイムへの投資に影響を与え、環境を尊重し、開発のスタイルに向かって移動しています。そして政治的に、環境の値が、民主的な世界では、特に、いわゆるグリーン当事者が好まれている。
したがって、哲学のオックスフォード辞書、サイモン·ブラックバーンは、環境の倫理に関する次のエントリをもたらす: "人間の欲望やニーズによって引き起こされる問題と一般的に、倫理のお得な情報:物品の幸福や分布を得る。環境について具体的に考えるとき、主な問題は、独立した種の保全や野生生物の保護などのものに値を割り当てることである。このような保護は、動物を見て、基本的な人間のニーズを確実にするための手段として提唱することができます例えば、薬、またはその他の利益の将来の源として、それにもかかわらず、多くの哲学者は、絶対値、ローカルおよび野生生物の存在しない功利主義を主張したい、その値が正確に人間の生活との関係での独立です。これは単に美的故障ではありません感謝して失敗 "。彼らは我々の相対的な重要性に私たちを減らす"だけでなく、謙虚さと尊敬の欠如:それは道徳的なことができないことである問題で、この値を表現し、に対してそれを使用することができるというある程度任意の自然地域や種の絶滅の都市を守る実用的な引数です。 "
どうです、その後一つは人間の種の生存のために戦っていることを知って、自然保護のための多くの非政府組織の一つに参加する?



ENVIRONMENTAL ETHICS

The ethics of the environment begins by recognizing the value of nature for the preservation of the human species: the importance of the fauna, the flora, the variety of animal species, wildlife, clean air and clean water for the life of human beings . It is the recognition of a quality that nature has objectively: that of enabling and ensuring our physical survival and our social development.
It's a fact: without the help of each other, we would all die. But this aid must be structured. And it is. Help is structured through the institutions. Form of institutions depends on the values ​​that arise within the cultures. And culture is expressed through a mindset or worldview.
The threat of scarcity of natural resources such as clean air and clean water, pollution of the atmosphere to turn it into a greenhouse to heat up unbearably whole earth, the destruction of the ozone layer that protects us from the sun's rays carcinogens, the extinction of some species and the threat of extinction of many others, the destruction of wildlife, are realities, among other things, that awakened the "ecological awareness", ie, nature as the home of humans. Destroy the house of



humankind, nature, therefore, is a tremendous injustice. An injustice to our generation, and higher still, towards future generations of our descendants. Increasingly significant portions of the population, then, become aware of this injustice. And the awareness of what the law is unfair rises as demand for justice and security against injustice. It is right and necessary, therefore, to recognize the value of the natural environment. For this reason, social authority, through the State, has published legal standards of environmental protection. The law criminalizes conduct that harm the environment and makes it criminal. Scholars of law systematize one new branch of legal science, baptizing the Environmental Law. The ethics of the environment is now also a requirement of the economy. The scholars of economics and plots of their own economic agents have been moving toward a style of development that respects the environment, affecting investments in this new paradigm. And politically, the value of the environment, in the democratic world, is especially favored by the so-called Green parties.
Thus, the Oxford Dictionary of Philosophy, Simon Blackburn, brings the following entry about the ethics of the environment: "In general, ethics deals with problems caused by human desires and needs: obtaining happiness or distribution of goods. When thinking specifically about the environment, the main problem consists in assigning value to things as independent species conservation or wildlife protection. Such protection can be advocated as a means to ensure basic human needs, seeing the animals For example, as a future source of drugs, or other benefits. Nevertheless, many philosophers wish to claim an absolute value and not utilitarian to the existence of local and wild beings, its value is precisely its independence in relation to human life: "They reduce us to our relative importance." Failing to appreciate this is not just an aesthetic failure, but also a lack of humility and respect: it is a moral inability. The problem is being able to express this value and use it against the utilitarian arguments that defend the urbanization of natural areas and extermination of species in a somewhat arbitrary. "
How about, then join one of the many non-governmental organizations for protection of the natural, knowing that one is fighting for the survival of the human species?



terça-feira, junho 11, 2013

Minas abraça Ministra Luiza Bairros na parceria pela promoção da igualdade racial










A  Ministra Luiza Bairros (Igualdade Racial) esteve pela primeira vez no estado, para cumprir uma extensa agenda da ministra na capital mineira. Essa programação incluiu reuniões com o movimento negro local, com o vice-governador de Minas, Alberto Pinto Coelho, e com o prefeito de BH, Márcio Araújo de Lacerda.
A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR-PR) e o Ministério Público de Minas Gerais firmaram um Termo de Cooperação Técnica nesta segunda-feira (03/06), às 14h, visando à implementação de ações que assegurem a adesão do MPMG à campanha Igualdade Racial é pra Valer. A parceria focou especialmente a implantação das Coordenadorias e dos Conselhos Municipais de Promoção da Igualdade Racial nos municípios mineiros com mais de 100 mil habitantes. Destinado ao fortalecimento das políticas públicas voltadas para a promoção da igualdade racial em Minas, o termo inclui a interveniência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que disponibilizará indicadores sociais e orçamentários resultantes de seus estudos. A cooperação será assinada pela ministra Luiza Bairros e pelo procurador-Geral de Justiça, Carlos André Mariani Bittencourt, respectivos titulares das instituições. A cerimônia começou às 14h do dia 03 de junho, na sede do Ministério Público, que fica na Avenida Álvares Cabral, 1690, Santo Agostinho, Belo Horizonte -MG. Sem hora pra acabar. Pela cooperação, cabe ao MPMG articular e propor ações no sentido de aumentar o nível de conscientização da sociedade sobre a temática, atuando, assim, no combate à discriminação étnico-racial; atuando no sentido de fomentar a realização de políticas públicas que contribuam para a inclusão socioeconômica de grupos e pessoas vítimas de discriminação racial, conforme as deliberações dos conselhos e os indicadores sociais e orçamentários obtidos nos estudos elaborados pelo Ipea.
Agenda – Na capital mineira a ministra participou também do Ciclo de Debates Perspectivas e desafios para a promoção da igualdade étnico-racial no Brasil, promovido pelo MPMG após a assinatura do Termo de Cooperação. A atividade aconteceu no auditório Procuradora de Justiça Simone Montez Pinto Monteiro, localizado na Avenida Álvares Cabral, 1690, 1° andar, Santo Agostinho, Belo Horizonte. Pela manhã, às 11h, a ministra Luiza Bairros teve audiência com o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Araújo de Lacerda. Às 18h30, na sede do MPMG, a titular da SEPPIR se reúne com o movimento negro para tratar de demandas locais do segmento e da III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, que acontece de 5 a 7 de novembro, em Brasília. Tal dialogo durou parte da noite
Na terça-feira (04/06), a ministra  foi recebida pelo vice-governador do estado, Alberto Pinto Coelho, às 11h30; com o reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, professor Clélio Campolina Diniz, às 14h30; e com a secretária estadual de Educação, Ana Lúcia Gazola, às 16h. Fechando a agenda, às 17h, um diálogo com parlamentares mineiros. E a militancia petista, que debateu com a ministra sobre assuntos ligados ao combate ao racismo e a igualdade racial. Nesse debate  a militância cobrou da ministra   o porque de a maioria das prefeituras petistas não terem um órgão  que cuide de políticas de igualdade racial, mesmo tendo uma ministra petista. A reunião teve a presença dos deputados comprometidos com a causa da igualdade racial Estaduais; (Durval Angelo, André Quintão, Maria Tereza Lara e Pompilio Canavez, os vereadores Juninho Pain (BH) e Adriana Lara ,uma atuante vereadora de vespasiano) . Os não comprometidos mandaram representantes ,sendo que a nossa bancada  federal não enviou nenhum deputado so Reginaldo Lopes mandou um representante. O deputado estadual Paulo Lamac, que diz ser  da frente  estadual parlamentar de igualdade racial, não compareceu, se limitou a mandar uma representante. Mas  a militancia deu o recado  e preencheu a falta  dos parlamentares que, se não participam de uma reunião com uma Ministra de Estado, imagina quando nossas questões chegam na pauta de votação. Cheguei a conclusão que estamos sub representados em todas as casas.Quero aqui dizer que, no ano que vem tem eleições  e na hora do voto vou mandar um representante para ir votar.  Mas deixando as magoas de lado ,foi uma festa maravilhosa e uma confraternização  tão bonita que so mesmo o povo negro consegue fazer; Quero parabenizar  a todo o coletivo da Secretaria  estadual de combate ao racismo pela acolhida  a essa ministra que tanto nos orgulha. Esperamos que a Ministra volte a Minas em breve
  • Professor Paulo Jorge dos Santos

sábado, junho 01, 2013

Monsanto perde processo criminal contra movimentos sociais

A transnacional entrou com processo criminal contra integrantes de organizações e movimentos sociais em 2005. A decisão do Tribunal de Justiça (TJ) demonstra o reconhecimento da legitimidade dos sujeitos coletivos de direitos em meio ao processo de democratização da sociedade brasileira.
A transnacional Monsanto está em mais de 80 países, com domínio de aproximadamente 80% do mercado mundial de sementes transgênicas e de agrotóxicos. Em diferentes continentes, a empresa acumula acusações por violações de direitos, por omissão de informações sobre o processo de produção de venenos, cobrança indevida de royalties, e imposição de um modelo de agricultura baseada na monocultura, na degradação ambiental e na utilização de agrotóxicos.
No Brasil, a invasão das sementes geneticamente modificadas teve início há uma década, com muita resistência de movimentos sociais, pesquisadores e organizações da sociedade civil. No Paraná, a empresa Monsanto usou a via da criminalização de militantes como forma de responder aos que se opunham aos transgênicos.
No dia 23 de maio, desembargadores do TJ absolveram por unanimidade cinco militantes acusados injustamente pela Monsanto de serem mentores e autores de supostos crimes ocorridos em 2003. A transnacional entrou como assistente de acusação na ação criminal em resposta à manifestação de 600 participantes da 2ª Jornada de Agroecologia, na estação experimental da empresa, em Ponta Grossa, para denunciar e protestar contra a entrada das sementes transgênicas no estado e as pesquisas ilegais e outros crimes ambientais praticados pela empresa.
Foram acusados Célio Leandro Rodrigues e Roberto Baggio, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, José Maria Tardin, à época integrante da AS-PTA – Assessoria e Serviços em Agricultura Alternativa, Darci Frigo, da Terra de Direitos, e Joaquim Eduardo Madruga (Joka), fotógrafo ligado aos movimentos sociais. Em claro sinal de criminalização, a transnacional atribuiu à manifestação, feita por mais de 600 pessoas, como responsabilidade de apenas cinco pessoas, usando como argumento a relação genérica dos acusados com os movimentos sociais.
Em sentido contrário, a decisão do TJ demonstra o reconhecimento da legitimidade dos sujeitos coletivos de direitos na sociedade brasileira. Segundo José Maria Tardin, coordenador da Escola Latina Americana de Agroecologia e da Jornada de Agroecologia do Paraná, o ato na sede da Monsanto em 2003 e posterior ocupação permanente da área chamaram a atenção em âmbito nacional e internacional para a ilegalidade das pesquisas com transgênicos.
Nos anos seguintes às denúncias, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e equipe técnica ligada ao governo do estado realizaram vistorias detalhadas nos procedimentos da transnacional. Foram confirmadas ilegalidades que violavam a legislação de biossegurança vigente.
A área ficou ocupada por trabalhadores sem terra durante aproximadamente um ano. Neste período, os camponeses organizaram o Centro Chico Mendes de Agroecologia e cultivaram sementes crioulas. Para Tardin, a agroecologia é o “caminho da reconstrução ecológica da agricultura, combatendo politicamente o modelo do agronegócio e do latifúndio”. (...)
Mundo contra a Monsanto
Mais de 50 países aderiram à “Marcha contra Monsanto” no último sábado (25), em protesto contra a manipulação genética e a monopólio da multinacional na agricultura e biotecnologia. A campanha contra a empresa teve como estopim o suicídio de agricultores indianos, que se endividam após serem forçados pelo mercado a ingressar na lógica de produção do agronegócio, tornando-se, anos mais tarde, reféns das sementes geneticamente modificas, agrotóxicos e outros insumos vinculados a esta lógica produtiva.
Com sede no estado de Missouri (EUA), a Monsanto desponta como líder no mercado de sementes e é denunciada nesta marcha por não levar em consideração os custos sociais e ambientais associados a sua atuação, além de ser acusada de biopirataria e manipulação de dados científicos em favor dos transgênicos. A empresa é líder mundial na produção de agrotóxico glifosato, vendido sob a marca Roundup. O Brasil é o segundo maior consumidor dos produtos da Companhia, ficando atrás apenas da matriz americana. O lucro da filial brasileira em 2012 foi de R$3,4 bilhões.

sábado, maio 25, 2013

Mientras que, por razones económicas y por lo general las financieras, estudiantes y CFM están en contra de la llegada de médicos voluntarios cubanos a Brasil, la OMS advierte de la disparidad entre el número de médicos y de la población en Brasil


Enfoques tasa que la de algunos de los países más pobres del mundo


Agencia Estatal

Ginebra - Brasil tiene, en proporción a la población, la mitad de los médicos en los países de Europa - en el Norte y Nordeste, la tasa se aproxima a la de algunos de los países más pobres del mundo. Los datos que se darán a conocer el lunes la Organización Mundial de la Salud (OMS) en la apertura de su asamblea anual en Ginebra, revelan que los trabajadores promedio por cada 10.000 personas en Brasil están por debajo del continente americano y está muy por debajo de los países ricos.

El gobierno de Brasil ha estado discutiendo la idea de la atención médica, sólo para cumplir con las zonas de mayor déficit. Si en algunos centros urbanos, los números aún superan la media de los países ricos que en otras regiones la escasez es dramática, con más de 300 municipios en dificultades.

Según la OMS, hay 17,6 médicos en Brasil por cada 10.000 personas. La tasa es inferior a la media del resto de los países emergentes - 17.8. El índice es también inferior a la media de las Américas (más de 20). Pero es la comparación con los países ricos, principalmente de Europa, lo que revela la disparidad entre la situación en Brasil y en los países desarrollados. En general, hay el doble de médicos en Europa que en Brasil - 33,3 cada 10 000 habitantes. Hay 48 médicos en Austria cada 10.000 habitantes, frente a 40 en Suiza, 37 en Bélgica, 34 en Dinamarca, 33 en Francia, 36 en Alemania y 38 en Italia.

Disparidad
Lo que llama la atención de la OMS es que hay diferentes realidades en Brasil. En el Sudeste, por ejemplo, la tasa es de 26 médicos por cada 10 000 habitantes, superior a los EE.UU. (24), Canadá (20) y Japón (21) salud mundial. Pero en el norte, son 10 médicos por cada 10.000 habitantes, por debajo de la media nacional en países como Trinidad y Tobago, Túnez, Tuvalu, Vietnam, Guatemala, El Salvador y Albania. En el Nordeste, la tasa es de 12 médicos por cada 10.000 personas - en Maranhão, alcanza 7 médicos por cada 10.000, lo que equivale a la tasa de la India o Irak. La situación más dramática, sin embargo, todavía está en África, con sólo 2,5 médicos por cada 10.000 habitantes.
la agencia estatal de fuente