domingo, outubro 09, 2011

Estudo da Oxfam chama atenção para monopólio de terras e suas consequências para as comunidades afetadas

"As pessoas com direitos sobre a terra estão sendo prejudicadas diante das elites locais e dos investidores nacionais ou estrangeiros, pois carecem de poder para fazer valer seus direitos e defender seus interesses eficazmente”. A afirmação é do relatório Terra e Poder: O crescente escândalo em torno de uma nova onda de investimentos de terras. O documento, lançado por Oxfam na semana passada, apresenta recomendações e exemplos de impactos negativos da apropriação de terras.

Com base em pesquisas de Land Marix Partnership, o informe destaca que, desde 2001, foram vendidos, arrendados ou entregues em concessões aproximadamente 227 milhões de hectares de terras de países em desenvolvimento. A maioria desde 2008 para investidores estrangeiros.

"Frequentemente, os acordos sobre terras estão focados em produzir para os mercados internacionais de alimentos e de biocombustíveis. Muitos podem ser chamados, com acerto, de ‘monopólio de terras'”, comenta. De acordo com o documento de Oxfam, América Latina e África Ocidental são exemplos de novos destinos para a produção de biocombustível.

O relatório chama atenção para a importância de reduzir a apropriação de terras. Isso porque, de acordo com ele, o acesso à terra por parte de pequenos produtores rurais e camponeses traz segurança alimentar. Além disso, países com uma distribuição mais igualitária de terras tendem a se desenvolver melhor do que os de divisão desigual.

Para Oxfam, a aquisição de uma terra se transforma em apropriação quando: viola os direitos humanos; desrespeita o princípio de consentimento livre, prévio e informado das comunidades afetadas; ignora os impactos sociais, econômicos, ambientais e de gênero; não possui contratos transparentes; e não respeita as regras da democracia.

"Onde já se produziram as desocupações o panorama é desolador: conflitos e perda da segurança alimentar, dos meios de vida, dos lares e do futuro. A maioria das pessoas afetadas tem recebido uma compensação escassa ou nula e custa muito a voltar a reconstruir sua vida, frequentemente tendo que fazer diante de uns aluguéis mais altos, menos oportunidades de trabalho e maiores riscos para sua saúde”, relata.

Para evitar a apropriação de terras e melhorar a vida das populações rurais, o informe recomenda que todos os atores envolvidos (governos nacionais, investidores, governos onde as instituições investidoras estão localizadas, pesquisadores, organizações sociais e sociedade) cumpram com sua responsabilidade.

"As empresas e os governos devem adotar urgentemente medidas para que se respeite o direito à terra das pessoas que vivem na pobreza. Ademais, se espera que os investimentos contribuam para melhorar a segurança alimentar e os meios de subsistência das pessoas no lugar de miná-los, as relações de poder entre os investidores e as comunidades locais têm que mudar”, ressalta.

O relatório completo está disponível em: http://www.oxfam.org/es/crece/policy/tierra-y-poder.

quarta-feira, outubro 05, 2011

.Ministério Público pede investigação sobre preço alto dos carros no Brasil

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BRASÍLIA - O Ministério Público Federal (MPF) vai pedir que a Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) do Ministério da Fazenda investigue o possível lucro abusivo das montadoras de automóveis instaladas no Brasil. As empresas foram beneficiadas pelo aumento de 30 pontos percentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos importados no mês passado.

LEIA MAIS: Governo eleva IPI de veículos de montadoras sem fábrica no país e preço deve subir 28%

Segundo o MPF, os preços dos automóveis são extremamente elevados, quando comparados com os mesmos modelos vendidos no exterior. Os procuradores querem, ainda, a revisão da chamada Lei Ferrari, que trata da estreita ligação, pautada pela concessão comercial, entre produtores e distribuidores de automóveis no país.

A diligência solicitando a investigação foi aprovada pela 3ª Câmara de Coordenação e Revisão (CCR), órgão do MPF dedicado à defesa dos direitos do consumidor e à proteção da ordem econômica. No voto coletivo, argumenta-se que "a Lei Ferrari pode ter tido algum papel, há 30 anos, na época da reestruturação dos mercados de veículos no Brasil, numa época em que vigia uma economia de controle de preços. Mas hoje existem fortes suspeitas de que essa lei é desnecessária e até prejudicial".

A 3ª CCR também vai pedir ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estudos para verificar se é conveniente ou não manter a Lei Ferrari. Quando tiver posse desses estudos, o Ministério Público vai avaliar se provoca outras órgãos governamentais sobre o assunto.

terça-feira, outubro 04, 2011

Votação sobre royalties do petróleo deve dominar semana no Congresso

Proposta tem previsão de ser votada no Senado na próxima terça-feira.
Na Câmara, há 4 MPs na pauta e criação da Secretaria das Microempresas.

O projeto que prevê a divisão dos royalties do petróleo entre estados produtores e não produtores deve ser o foco das discussões na Câmara e no Senado nesta semana. Se for votada no Senado, conforme está previsto, a proposta seguirá para a Câmara. Para virar lei, terá depois de ser sancionada pela presidente Dilma Rousseff.

A intenção dos senadores é chegar a um acordo para que a proposta seja votada pelo plenário do Senado nesta terça-feira (4), um dia antes do dia previsto para a votação do veto à chamada Emenda Ibsen, que prevê divisão igualitária dos royalties entre estados produtores e não produtores. O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), disse pedirá ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o adiamento da votação do veto à emenda - o Rio é um dos principais estados produtores.

Um eventual acordoem torno do parecer sobre o projeto deve ser protocolado na Mesa Diretora do Senado nesta segunda (3) para que os prazos sejam cumpridos. O acordo pode ser firmado durante uma reunião entre parlamentares das bancadas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, principais estados produtores de petróleo, com representantes do Ministério da Fazenda.

saiba mais

Senado aprova urgência para projeto de partilha dos royalties do petróleo Governo abre mão de mais tributo para chegar a acordo sobre petróleo Ao todo, 20 projetos que tratam de divisão de royalties entraram em regime de urgência no Senado na última quinta (29).

Destes, o que deve ser colocado em votação no plenário do Senado é o projeto de autoria do senador Wellington Dias (PT-PI). Tramita em conjunto com o projeto de Dias uma proposta do Executivo que também trata de divisão dos royalties. É com base nesses dois projetos que está sendo feito o parecer que será protocolado na segunda.

Além de buscar um acordo para o parecer, os senadores também precisam destrancar a pauta da Casa. Três medidas provisórias precisam ser votadas antes do projeto que prevê a divisão dos royalties do pré-sal.

A primeira medida trata do reajuste da bolsa aos médicos residentes. A segunda medida autoriza créditos de R$ 500 milhões em favor dos Ministérios da Defesa e da Integração Nacional. A terceira amplia o rol de empresas que se enquadram entre das micro e pequenas, aptas a ingressar no Simples Nacional (Supersimples), regime facilitado de pagamento de tributos.

Câmara
Na Câmara dos Deputados, a pauta está trancada por quatro medidas provisórias e um projeto de lei.

A MP 539/11 institui a cobrança de IOF sobre operações de contratos derivativos vinculados ao dólar. A MP 540/11 faz parte do plano do governo de incentivo à indústria, chamado Brasil Maior, e concede benefícios fiscais para alguns setores. A 541/11 cria o Fundo de Financiamento à Exportação (FFEX), modifica regras de financiamento a produtos e técnicas inovadoras e redefine a atuação do Inmetro.

A última medida que tranca a pauta é a 542/11. Ela altera os limites do Parque Nacional dos Campos Amazônicos, do Parque Nacional da Amazônia e do Parque Nacional Mapinguari, localizados nas regiões Norte e Centro-Oeste.

Além das quatro medidas, também tranca a pauta o projeto de lei do Executivo que cria a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, vinculada à Presidência da República. No mês passado, a empresária Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza, confirmou que foi convidada pela presidentE Dilma para comandar a secretaria, que terá status de ministério.

A Presidente do Brasil afirma que Bolsa Verde deve beneficiar 73 mil famílias até 2014 Famílias receberão R$ 300 por trimestre para conservar floresta. Até o fim do ano, 18 mil lares devem receber o benefício.

Do G1, em São Paulo

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A presidentE Dilma Rousseff destacou a implantação da Bolsa Verde e comentou a visita que faz a três países da Europa no programa de rádio “Café com a presidenta”, que foi ao ar na manhã desta segunda-feira (3).

Dilma comentou que, junto com a Bolsa Família, “agora as famílias das áreas de assentamentos florestais e reservas extrativistas vão receber o Bolsa Verde. Na região Norte, muitas famílias tiram o seu sustento da coleta de frutos, com o açaí, o bacuri e, também, da pesca artesanal. Essas famílias extrativistas vivem numa integração muito grande com a floresta e são as maiores defensoras da nossa Amazônia. O extrativista vai assinar um compromisso de preservação da floresta onde ele vive e trabalha, e receberá R$ 300,00 a cada três meses, o que dá R$ 100,00 por mês. O programa faz o casamento da geração da renda com a preservação ambiental, porque ele vai combinar essas duas coisas para que o país continue crescendo, sempre de forma sustentável”.

A meta do Governo Federal é chegar a 73 mil famílias beneficiadas até 2014, e Dilma informou que 3.500 lares já receberão o benefício este mês. “Até o final do ano, vamos atender mais de 18 mil famílias. A meta é chegar, em 2014, com 73 mil famílias participando do Bolsa Verde e trabalhando para preservar as nossas florestas”, afirmou.

A presidenta disse que a Bolsa Verde é só um dos programas para aumentar a renda dos agricultores da região Norte do Brasil. “Na região, a maioria das famílias pobres vive no campo, isso inclui os extrativistas e os agricultores familiares. Uma das coisas que estamos oferecendo a todos eles é assistência técnica para que eles possam produzir mais. Outra coisa é que estamos criando as condições para que esses agricultores possam vender a sua produção".

Dilma aproveitou a oportunidade para reiterar o avanço social de seu governo e da gestão de Lula. "Estamos trabalhando para garantir qualidade de vida, acesso a serviços públicos e oportunidade de renda a todos os brasileiros. Foi com políticas sociais como estas que 40 milhões de brasileiros foram elevados à classe média nos últimos anos. Estamos no caminho certo, mostrando que a distribuição de renda é um dos motores do crescimento da economia. E distribuir renda é também uma das melhores políticas para combater a crise econômica mundial”, disse.

A presidenta também comentou a visita que está fazendo à Bélgica, Bulgária e Turquia. ”O objetivo dessa viagem é fortalecer a cooperação e o comércio entre o Brasil e a Bélgica, a Bulgária e a Turquia. Por isso eu vou à sede da União Europeia, que fica em Bruxelas, para estreitar as relações comerciais entre o Brasil e os 27 países que integram a União Europeia”.

domingo, outubro 02, 2011

Efeito Medicinal da Copaíba


A Copaíba é também conhecida como Copaíba-Verdadeira, Copaíva, Bálsamo-de-Copaiba, Bálsamo-da-Amazônia, Bálsamo-dos-Jesuítas, Copal, Copaúba, Copaíbeira-de-Minas, Copaipera, Cupayba, Copauba, Cobeni, Capivi, Matidisguate, Matisihuati, Mal-dos-Sete-Dias, Aceite-de-Palo e Pau-de-Óleo. A Copaifera sp. inclui as espécies Copaifera officinalis, Copaifera langsdorfii, Copaifera reticulata e Copaifera jacquinii. O óleo de Copaíba tem sido documentado com propriedades medicinais antibacterianas, desinfetantes, diuréticas e estimulantes. Pertence a família das Leguminosas.
A resina do óleo de Copaíba contém cariofileno, um fitoquímico com fortes propriedades anti-inflamatórias, antifúngicas e efetiva para aliviar a dor. A Copaíba, dentre todas as plantas, é a maior possuidora de cariofileno. Os hidrocarbonetos de copaíba contém terpenos, incluindo, pineno, vulgarmente conhecida como aguarrás.
O óleo da árvore de Copaíba também contém uma quantidade significativa de ácido caurenóico, um diterpeno químico das plantas, que em estudos tem mostrado efeitos anti-inflamatórios, hipotensores, diurético, antimicrobianas, relaxantes musculares e citotóxicos. Muitos dos usos tradicionais da Copaíba são atribuídas a ação destes dois componentes químicos.
Copaíba: Indicações
A Copaíba é usado topicamente para aliviar a inflamação e ajudar a curar pé-de-atleta, feridas, erupções cutâneas, dermatites, eczema e psoríase, além de ajudar a restaurar a pele danificada e curar pequenas cicatrizes. Age como como um agente anti-séptico, desinfetante e antimicrobiano para usos internos e externos em infecções bacterianas, câncer de pele, úlceras no estômago e câncer de estômago Vários shampoos (xampus) que contém Copaíba são eficazes no combate à caspa.
O bálsamo de Copaíba é muito benéfico para tosse crônica, catarro, resfriados, bronquite e outros problemas respiratórios. A planta é um bom remédio para tratar catarro e bronquite crônica, vez que auxilia na expectoração e é anti-séptico. Também é recomendado no tratamento natural de leucorréia, cistite crônica, diarréia, hemorróidas, gonorréia. Também é recomendada externamente para frieiras, artrite, eczema, gonorréia, herpes, psoríase e sífilis.
A Copaíba alivia os sintomas de uma ampla gama de doenças que causam a inflamação dos tecidos moles ou mucosas. Testes de laboratório mostraram que a resina atua reduzindo a permeabilidade das paredes capilares para a histamina, substância química responsável pelo inchaço doloroso em todas estas condições. O óleo volátil é antimicrobial e previne infecções secundárias no eczema, herpes e psoríase.
História e Curiosidades
O óleo de Copaíba é usado externamente, enquanto a tintura é geralmente usada internamente. Doses altas da planta podem ser tóxicas. A árvore de Copaíba é uma planta típica da floresta tropical Amazônica, que ocorre na América do Sul, especialmente no Brasil, na Colômbia e na Venezuela. Pode alcançar mais de 30 metros de altura. Possui flores pequenas, com cachos brancos e frutas contendo uma única semente.
Várias tribos indígenas brasileiras situadas perto do Rio Solimões, noroeste da Amazônia, utilizam a resina da Copaíba para curar feridas, estancar sangramentos e para tratar psoríase e gonorréia. A planta é também muito utilizada por Curandeiros da floresta Amazônica.
Na medicina herbal brasileira a resina é usada como um forte anti-séptico e expectorante para as vias respiratórias (incluindo bronquite e sinusite), como um anti-inflamatório e anti-séptico para o trato urinário (cistite, bexiga e infecções renais) e como agente anti-inflamatório tópico para todos os tipos de problemas de pele. A resina da copaíba é vendida em cápsulas de gel em todo o Brasil. Um de seus usos mais populares no Brasil é como um gargarejo anti-séptico para dor de garganta e amigdalite. Na medicina tradicional peruana, três ou quatro gotas de resina são misturadas com uma colher de mel e tomadas como um remédio natural para garganta. No Peru, também é usada para reduzir inflamações e no tratamento de incontinência urinária, problemas urinários, úlceras estomacais, sífilis, tétano, bronquite, catarro, herpes, pleurisia, tuberculose, hemorragias e leishmaniose (aplicada como um emplastro).
A resina da Copaíba foi registrada pela primeira vez na medicina européia em 1625 (trazido do Novo Mundo pelos jesuítas, por isso é também chamada de Bálsamo-dos-Jesuítas) e já foi usada no tratamento da cistite crônica, bronquite, diarréia crônica, e como uma preparação tópica para hemorróidas. Nos Estados Unidos, foi uma droga oficial na Farmacopéia americana entre 1820 e 1910. O autor Mark Plotkin relatou que o óleo de Copaíba tem sido usado nos Estados Unidos como um desinfetante, laxante, diurético, estimulante, além de ser utilizado em cosméticos e sabonetes.
Planta Medicinal do SUS
A Copaifera spp faz parte da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), constituída de espécies vegetais com potencial de avançar nas etapas da cadeia produtiva e de gerar produtos de interesse do Ministério da Saúde do Brasil. A finalidade da RENISUS é subsidiar o desenvolvimento de toda cadeia produtiva relacionada à regulamentação, cultivo/manejo, produção, comercialização e dispensação de plantas medicinais e fitoterápicos.




sexta-feira, setembro 30, 2011

A historia da educação no Brasil e a forma discriminatória em que foi concebida.

Desde os primórdios a deseducação do povo negro vem sendo usado enquanto uma hábil ferramenta para a manutenção do estatus quo europeu e da elite colonial brasileira.. A educação brasileira trazida da Europa pelos portugueses veio com modelo de educação próprio daquele continente. Quanto aos jesuítas, quando chegaram aqui no Brasil, estes não trouxeram somente a moral, os costumes e a religiosidade européia, mas também, os métodos pedagógicos. E este método funcionou reinando absoluto durante 210 anos, de 1549 a 1759. O Chamado “Irmão” Vicente tornou•se o primeiro professor nos moldes europeus e durante mais de 50 anos dedicou•se ao ensino e a propagação da fé religiosa. Porem, o noviço José de Anchieta ficou mais conhecido e talvez o mais atuante autor da Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil. Os jesuítas se dedicavam à pregação da fé católica e ao trabalho educativo, pois perceberam que não seria possível converter os índios ao cristianismo e aos valores europeus sem que soubessem ler e escrever. Então resolveram apresentar aos índios o convívio com a s letras enquanto uma forma de aculturação religiosa. Isso criou um problema político, pois já que os colonos estavam interessados em usar os índios como escravos, os jesuítas pensando afastar-los dos interesses dos colonizadores criaram as missões no interior do território. Nestas Missões, os índios, além de passarem pelo processo de catequização, também iam sendo orientados ao trabalho agrícola, que garantiam aos jesuítas sua maior fonte de renda.
Os jesuítas permaneceram como mentores da educação brasileira durante duzentos e dez anos, quando foram expulsos de todas as colônias portuguesas por decisão de Sebastião José de Carvalho, o marquês de Pombal, primeiro-ministro de Portugal de 1750 a 1777. A expulsão dos jesuítas foi em função de radicais diferenças de objetivos, onde a educação jesuítica não convinha aos interesses comerciais emanados por Pombal, pois o objeto era a fé. Ou seja, se as escolas da Companhia de Jesus tinham por objetivo servir aos interesses da fé papal, Pombal pensou em organizar a escola para servir aos interesses do Estado colonizador. Com isso, a educação Brasileira, vivenciou uma grande ruptura histórica num processo já implantado e consolidado como modelo educacional e esta situação somente sofreu mudança com a chegada da família real ao Brasil em 1808 que ficou aqui a te 1821,
Em 1822, no dia 07 de setembro, D. Pedro I declara a Independência do Brasil e, inspirada na Constituição francesa, de cunho liberal, em 1824 é outorgada a primeira Constituição brasileira. No Art. 179 desta Lei Magna dizia que a "instrução primária é gratuita para todos os cidadãos".
Em 1823, na tentativa de se suprir a falta de professores institui-se o Método Lancaster, ou do "ensino mútuo", onde um aluno treinado (decurião) ensina um grupo de dez alunos (decúria) sob a rígida vigilância de um inspetor.
Em 1826 através de um Decreto são instituídos quatro graus de instrução: Pedagogias (escolas primárias), Liceus, Ginásios e Academias.
Em 1827 um projeto de lei propõe a criação de pedagogias em todas as cidades e vilas, além de prever o exame na seleção de professores, para nomeação. Propunha ainda a abertura de escolas para meninas.
Em 1834 tem - se um Ato Adicional à Constituição onde dispõe que as províncias passariam a ser responsáveis pela administração do ensino primário e secundário. Graças a isso, em 1835, surge a primeira escola normal do país em Niterói. Se houve intenção de bons resultados não foi o que aconteceu, já que, pelas dimensões do país, a educação brasileira se perdeu mais uma vez, obtendo resultados pífios.
Em 1882 Ruy Barbosa sugere a liberdade do ensino, como laico e a obrigatoriedade de instrução, obedecendo às normas emanadas pela Maçonaria Internacional.
Em 1837, onde funcionava o Seminário de São Joaquim, na cidade do Rio de Janeiro, é criado o Colégio Pedro II, com o objetivo de se tornar um modelo pedagógico para o curso secundário, porem não conseguindo esse intento até o fim do Império.
Em 1889, nada se fez de concreto pela educação brasileira.
Em se tratando das mulheres, uma Lei Geral, de 15 de outubro de 1827, dispõe sobre as escolas de primeiras letras, fixando-lhes o currículo e institui o ensino primário para o sexo feminino.Graças a essa primeira lei de educação pública do Brasil promulgada no dia 15 de outubro comemoramos, nessa data, o dia do Professor. Essa Lei definia o programa da escola elementar e indicava o método mútuo como obrigatório. Naquele momento, as escolas não possuíam instalações próprias, identificadas com o professor ou professora, funcionavam em espaços improvisados como igrejas, sacristias, Câmaras Municipais, lojas maçônicas, prédios comerciais ou a própria residência dos mestres. Em 02 de dezembro de 1837 é fundado no Rio de Janeiro o espaço escolar de âmbito federal o Colégio Pedro II . Ele representou por muito tempo o modelo de ensino secundário ministrado no Brasil. Foi destinado abrigar apenas os do sexo masculino para educação.
Em 22 de fevereiro de 1883, foi autorizada a atender alunas do sexo feminino. Em1885 haviam 15 alunas matriculadas e 05 ouvintes na Escola.
Em 1843 um Ato Adicional da reforma constitucional dizia que a educação primária e secundária ficaria a cargo das províncias, restando à administração nacional o ensino superior.
Entre 1841 e 1845 entraram ilegalmente no país 97.742 escravos, de 1845 a 1851 este número chegou a 243.496.
Em 1850, cedendo à pressão inglesa, o Brasil aprovou a Lei Eusébio de Queiroz. Assinada pelo próprio Eusébio de Queirós, ministro da Justiça. A lei proibia o trafico inter-atlântico de escravos. Mas em 1851 ainda entraram 700 escravos no país.
Em 28 de setembro de 1871, visconde do Rio Branco consegue aprovar a chamada Lei do Ventre Livre, segundo a qual seria livre qualquer filho de escrava nascido no Brasil. Esta Lei apesar de existir era burlada desde o início, com a alteração da data de nascimento de inúmeros escravos e, na prática, pouca coisa mudou.
Em 1876 foi criada A escola normal da corte. Que eram duas. Uma para sexo feminino outra para o sexo masculino. Em 1880 esta escola também foi destinada para formação de professores.
Com o objetivo de estimular o desenvolvimento dos estudos secundários nas províncias e de facilitar aos candidatos das províncias o acesso aos cursos superiores, o Ministro João Alfredo Correia de Oliveira instalou nas capitais das províncias do Império bancas de exames gerais preparatórios. 1874 • É criada a Escola Politécnica. 1878 primários com ensino público.
Em 1880, políticos e intelectuais importantes, como Joaquim Nabuco e José do Patrocínio, criaram, no Rio de Janeiro, a Sociedade Brasileira contra a Escravidão, que estimulou a formação de dezenas de agremiações semelhantes pelo país. Da mesma forma, o jornal O Abolicionista, o manifesto O Abolicionismo e a Revista Ilustrada, serviram de modelo a outras publicações antiescravistas. Advogados, artistas, intelectuais, jornalistas e parlamentares engajaram-se no movimento e passaram a arrecadar fundos para o pagamento de cartas de alforria.
Golpeada pela Lei do Ventre Livre, a campanha abolicionista só recomeça em 1884.
Um ano mais tarde, o Parlamento retarda mais uma vez a abolição com a aprovação, em 28 de setembro, da Lei Saraiva¬ Cotegipe, ou Lei dos Sexagenários, que concede liberdade aos cativos maiores de 60 anos e estabelece normas para a libertação gradual de todos os escravos, mediante indenização. Mais uma vez é retardado o processo de libertação dos escravos.
A guinada mesmo só vem no início de 1888 no dia 13 de maio com assinatura da Lei Áurea assinada pela Princesa Isabel. Os negros e negras se tornaram livres dos trabalho escravos, Mas não tinham nenhuma assistência por parte do Estado. Esta assistência em todos os aspectos era negadas. O racismo como já havia se materializado como instrumento ideológico da manutenção do poder econômico que imperava no Brasil chegou a proibir a permanência e entrada dos negros em locais públicos e de convívio social.
O fim da escravatura, não melhora a condição social e econômica dos ex-escravos. Sem formação escolar nem profissão definida, para a maioria deles a simples emancipação jurídica não muda sua condição subalterna, muito menos ajuda a promover sua cidadania ou ascensão social.E bom ressaltamos que na Europa onde se teve ricas reflexões pedagógicas, foi somente no século XIX que concretizaram os ideais do ensino público influenciados pelas transformações no mundo do trabalho. Pensavam-se em uma educação mais atenta a qualificação da mão de obra, mas a escola se distinguia de acordo com a classe social a que se destinava. O Brasil com a sociedade escravista e agrária submetida a uma política econômica mundial opressora, a educação era destinava apenas para a elite colonial. Os negros mesmo após a libertação não tinham acessos à educação. Este legado nos pagamos até hoje. Os dados com os índices de desigualdades existes nos anos de estudos estão ai.
As diferenças de anos de estudos existente, por causa da escravidão, coloca milhares de brasileiros as margem dos acessos aos bens sociais e direitos fundamentais.
E no período em que a Europa avançava o Brasil sofria com as transformações econômicas “mundial” e com as influencias culturais, intelectuais e educacional de outra nação.
As nossas influencias culturais, intelectuais, educacionais não podiam se quer manifestadas. Se quer foram reconhecidas. Muitas delas para sobreviver tiveram que aderir a aculturação. Motivo dos nossos saberes ancestrais que estão, na culinária, na medicina, na religião de matrizes africanas, nas manifestações culturais dentre outros serem repassados ainda pelas famílias através da educação oral. Pois nos livros e principalmente na história escrita do Brasil, pouquíssimo se encontra sobre a participação social, intelectual, política do povo negro. Sempre no Brasil antes a e após a abolição privilegiaram os homens livres e proprietários, isto em detrimento aos nascidos livres e escravos.A educação sempre foi privilegio para poucos. E nossa historia nunca foi escrita e livre os nossos saberes. Eu falei do maio de 1823. Mas esta data foi inaugurada também a Assembléia Legislativa e Constituintes do Brasil. Foi criada pelos constituintes a comissão de instrução publica que apresentaram alguns projetos considerados ambiciosos um deles a meu ver foi o Tratado de Educação para Mocidade brasileira, mas acabaram reduzidos em projetos modestos. O Estado sempre defendeu um novo modelo de ensino mais nunca vai abrir mão dos seus interesses de classe dominadora.

A ÉTICA AMBIENTAL


A ética do meio ambiente começa pelo reconhecimento do valor da natureza para a preservação da espécie humana: da importância da fauna, da flora, da variedade das espécies animais, da vida selvagem, do ar puro e da água limpa para a vida dos seres humanos. Trata-se do reconhecimento de uma qualidade que a natureza objetivamente possui: a de possibilitar e garantir a nossa sobrevivência física e o nosso desenvolvimento social.
É fato: sem a ajuda uns dos outros, todos morreríamos. Mas essa ajuda tem de ser estruturada. E é. A ajuda é estruturada através das instituições. A forma das instituições depende dos valores que nascem no interior das culturas. E a cultura expressa-se através de uma mentalidade ou cosmovisão.
A ameaça de escassez de recursos naturais, tais como o ar puro e a água limpa, a poluição da atmosfera até transformá-la em uma estufa a esquentar insuportavelmente a Terra inteira, a destruição da camada de ozônio que nos protege dos raios solares cancerígenos, a extinção de algumas espécies animais e a ameaça de extinção de muitas outras, a destruição da vida selvagem, são realidades, dentre outras, que despertaram a "consciência ecológica", ou seja, da natureza como a casa dos seres humanos. Destruir a casa da espécie humana, a natureza, pois, é uma tremenda injustiça. Uma injustiça para com a nossa geração e, maior ainda, para com as gerações futuras, dos nossos descendentes. Parcelas cada vez mais expressivas da população, então, tomam consciência dessa injustiça. E da consciência daquilo que é injusto nasce o Direito, como reivindicação de justiça e garantia contra a injustiça. É justo e necessário, portanto, reconhecer o valor do meio ambiente natural. Por essa razão, a autoridade social, através do Estado, tem editado normas jurídicas de proteção ao meio ambiente. A lei tipifica condutas que agridem o meio ambiente e as torna criminosas. Os estudiosos do Direito sistematizam um ramo novo da ciência jurídica, batizando-o de Direito Ambiental. A ética do meio ambiente também já é uma exigência da economia. Os estudiosos da ciência econômica e parcelas dos próprios agentes econômicos já pensam em um estilo de desenvolvimento que respeite o meio ambiente, condicionando os investimentos a esse novo paradigma. E no plano político, o valor do meio ambiente, no mundo democrático, é especialmente defendido pelos chamados partidos verdes.
Destarte, o Dicionário Oxford de Filosofia, de Simon Blackburn, traz o seguinte verbete a respeito da ética do meio ambiente: "Em geral, a ética lida com problemas suscitados pelos desejos e necessidades humanos: a obtenção de felicidade ou a distribuição de bens. Quando se pensa especificamente acerca do meio ambiente, o problema central consiste na atribuição de valor independente a coisas como a preservação das espécies ou a proteção da vida selvagem. Essa proteção pode ser defendida como um meio para garantir as necessidades humanas básicas, encarando os animais, por exemplo, como uma fonte futura de medicamentos, ou de outros benefícios. No entanto, muitos filósofos desejariam reivindicar um valor absoluto e não utilitarista para a existência de locais e seres selvagens; seu valor é precisamente sua independência em relação à vida humana: "eles nos reduzem à nossa importância relativa". Não conseguir apreciar isso não é apenas uma incapacidade estética, mas também uma falta de humildade e de respeito: é uma incapacidade moral. O problema consiste em conseguir exprimir esse valor e usá-lo contra os argumentos utilitaristas que defendem a urbanização de áreas naturais e a exterminação das espécies de forma um tanto arbitrária."
Que tal, então, participar de uma das tantas organizações não governamentais de defesa do meio natural, sabendo que se está lutando para garantir a sobrevivência da própria espécie humana?

segunda-feira, setembro 05, 2011

Novo homem Aranha será negro

A editora Marvel Comics lançou nesta quarta-feira um novo quadrinho estrelado pelo Homem Aranha, que agora se chama Miles Morales e é um adolescente metade latino e metade afro-americano de Nova Y




O novo Homem Aranha, um dos personagens mais antigos das histórias em quadrinho, vive com seus pais no popular bairro do Brooklyn (sudeste), mas continua se disfarçando de vermelho e azul para combater o mal em outras partes da cidade.

A encarnação anterior do Homem Aranha, Peter Parker, era um órfão branco procedente do também popular Queens (nordeste). Parker morreu em junho passado durante um confronto com seu arqui-inimigo, o Duende Verde.

"Quando surgiu a oportunidade de criar um novo Homem Aranha, sabíamos que precisava ser um personagem que representasse a diversidade, tanto em questão de origem como experiência do século XXI", afirmou em um comunicado o redator-chefe da Marvel Comics, Axel Alonso.

"Miles é uma personagem que não apenas continua com a tradição das personagens como Peter Parker, como também mostra por que é um novo e único tipo de Homem Aranha, e digno desse nome", acrescentou.

O Homem Aranha é um dos super-heróis de quadrinhos mais famoso do mundo. Em março passado, uma cópia da primeira revistinha em que apareceu, em 1962, foi leiloada por 1,1 milhão de dólares. O preço original da revista era de apenas 12 centavos de dólar.

Em encontro comunidade negra mundial pede que fim do racismo faça parte dos objetivos do Milênio

Representantes dos povos afrodescendentes de todo o mundo anunciaram no último sábado (20), que o fim do racismo deve fazer parte dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). As metas visam a erradicação da pobreza no mundo até 2015. A Declaração de La Ceiba, onde consta a proposta, resultou do primeiro encontro da comunidade negra mundial realizada pela organização em Honduras.

No documento os representantes afirmam que chegou o momento para que a ONU incorpore não apenas um novo Objetivo aos oito já estabelecidos, mas também a criação de um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) com perspectiva de raça e etnia. Segundo o texto, esta é uma possibilidade para se garantir a integração dos desafios das comunidades e populações afrodescendentes.

A Declaração traz também, como proposta, a adoção de medidas para a redução substancial de todas as formas de discriminação, uma vez que preconceitos e intolerâncias prejudicam o cumprimento das metas já existentes. Os representantes exigiram ainda que a ONU declare em 2012 a Década dos Povos Afrodescendentes, e a criação de um Fundo de Desenvolvimento que atenda a esse setor da população, bem como estruturas e orçamentos definidos.

O encontro que aconteceu em razão do Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, durou três dias e reuniu 657 delegados de 32 países. De acordo com o secretário geral da ONU, Ban Ki Moon, foi uma oportunidade para a discussão dos direitos básicos da população negra amparados pelas constituições internacionais. Outros temas abordados foram a epidemia do HIV/Aids, direitos humanos e acesso à justiça, problemas ambientais, saúde reprodutiva e condição marginal das mulheres afrodescendentes.

Conheça os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio:

1 – Erradicar a extrema pobreza e a fome.
2 – Atingir o ensino básico universal.
3 – Promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres.
4 – Reduzir a mortalidade infantil.
5 – Melhorar a saúde materna.
6 – Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças.
7 – Garantir a sustentabilidade ambiental.
8 – Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento.

sexta-feira, agosto 12, 2011

O tradicional e ultra direitista DEM escala jovem negro de periferia para dizer não à esquerda


Partido tenta mudar imagem e divulga a partir desta quinta novos anúncios na TV produzidos por marqueteiro baiano

Depois de estar quase extinto, o DEM, ex PFL, vai dar o primeiro passo para tentar mudar sua imagem depois de ter enfrentado uma crise no começo do ano que quase resultou na extinção da sigla. A partir desta quinta-feira, serão exibidas na TV três inserções publicitárias produzidas pelo novo marqueteiro do partido, o baiano José Fernandes.

Na primeira das inserções, o DEM tenta deixar bem claro pra sociedade que quer ser visto como partido liberal, mas popular e próximo dos negros e moradores de periferia, justamente aqueles negros que eles detestame repudiam, aqueles mesmos negros que foram prejudicados com a ação d ajustiça que o Dem impetrou contra as cotas. Para isso, usa o depoimento de um jovem chamado Bruno Alves. “A esquerda não é dona da juventude e nem de quem mora na periferia”, diz o rapaz, muito bem ensaiado.

Bruno é um personagem real, que surgiu após uma polêmica envolvendo o deputado federal e pré-candidato à Prefeitura de Salvador Nelson Pellegrino (PT-BA). Em junho deste ano, o petista divulgou nota à imprensa em que questionou o fato de o partido adversário querer se aproximar de um eleitorado, segundo ele, esquerdista.

“É curioso porque, como ja foi dito, o DEM entrou com processos no Supremo Tribunal Federal contra o sistema de cotas raciais nas universidades e no Prouni, e agora posa de partido dos segmentos populares, negros e jovens das periferias”, afirmou na nota.

A resposta de Bruno foi quase que imediata. Em um artigo publicado no jornal A Tarde, ele reafirmou: “Sou liberal, sim, favorável a cotas sociais, que incluem a todos, independentemente da cor da pele”. E emendou: "Somos livres e idealistas suficientes para escolher o melhor caminho".


O marqueteiro José Fernandes resolveu ir atrás de Bruno e transformou-o em estrela do comercial. “O partido sempre defendeu os pobres, sobretudo na Bahia. Nós temos que ressaltar isso. Mostrar que a esquerda não é dona dos pobres”, afirmou.

Redemocratização e oposição

No segundo novo vídeo do DEM, o partido tenta resgatar o papel que diz ter exercido em 1985, embora niguem lembre disso, quando disse ter ajudado a eleger Tancredo Neves (PMDB) no Colégio Eleitoral. Trata-se, na verdade, da origem do DEM: a Frente Liberal, que surgiu espertamente a partir de um racha no PDS. Esse partido apoiava a candidatura do deputado Paulo Maluf, que formou seus apoios em torno dos militares.então o DEM não é nada mais e nadamenos que ditadores disfarçados de Democrtas

No terceiro vídeo, Fernandes tenta ressaltar qual é o papel do DEM como partido da oposição. Para tanto, usa uma maçã para mostrar que, mesmo um fruto bonito, pode estar estragado do outro lado. Avalio que a politica é uma maça e o ladopodre são aspoliticagens feitas pelos desonestos. Apesar do tom crítico, o marqueteiro não se esqueceu de tentar valorizar o Bolsa Família,tal criticado pelo DEM e principal bandeira dos governos Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva e bandeira pela qual a oposição criticou tanto e perdeu muito com isso.

O marqueteiro foi escolhido para comandar a comunicação do DEM após ajudar o oposicionista José Agripino a se reeleger como senador do Rio Grande do Norte. O caso é raro, entre os políticos do Nordeste, onde aliados de Lula e Dilma foram soberanos na última eleição. Ainda por cima, Fernandes não é caro em comparação a concorrentes.Prem isso veio a calhar , ja que o DEM é um partido em extinção e está na miséria.