sábado, junho 15, 2013

O DITADOR GURGEL

 - Antes de concluir o seu sinistro mandato na Procuradoria-Geral da República, Roberto Gurgel aprontou mais uma das suas. Pela primeira vez na história do órgão, ele afastou uma titular por discordância de opinião – o que só confirma a sua postura autoritária. A subprocuradora Deborah Duprat, que ocupava o segundo cargo mais importante na hierarquia do Ministério Público Federal e é candidata à sua sucessão no PGR, foi dispensada nesta terça-feira.

Na semana passada, ela divergiu publicamente de Gurgel no debate sobre o projeto em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF) que inibe a criação de novos partidos. Como resposta, ela foi simplesmente defenestrada! O procurador-geral, que termina seu mandato em agosto, justificou a truculenta medida afirmando que o “relacionamento institucional se evidenciou insuficiente”. Defensor do parecer do ministro Gilmar Mendes, que garante aos novos partidos acesso ao fundo partidário e ao tempo de tevê, Roberto Gurgel ficou irritado com a posição divergente da subprocuradora. “Além de afastá-la do cargo, Gurgel protocolou petição no STF ontem para que os ministros desconsiderem a manifestação de sua substituta e que seja esquecido ‘qualquer pronunciamento em sentido diverso’ ao dele”, descreve a Folha de hoje. O afastamento sumário confirma o grau de partidarização a que chegou o PGR no triste reinado de Roberto Gurgel. Para bancar suas posições políticas, sempre próximas às das forças de oposição ao governo Dilma, o procurador-geral nem vacila em manchar mais uma vez a sua já degradada biografia. No julgamento do chamado “mensalão do PT”, ele virou um dos heróis dos demotucanos e da sua mídia. Não comprovou nenhuma das suas acusações, mas ganhou os holofotes da imprensa oposicionista. Agora, ele deixa o cargo com mais esta atitude truculenta e antidemocrática
Fonte b.log da Dilma

Tribunais estendem intervalo de descanso para os homens

Decisões da Justiça do Trabalho têm estendido aos homens o direito dado às mulheres de 15 minutos de descanso antes do cumprimento das horas extras, previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O tema não é pacífico, mas já há julgados no Tribunal Superior do Trabalho (TST) e nos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs).

O próprio direito ao intervalo das mulheres foi questionado judicialmente. As empresas argumentam que o artigo seria inconstitucional por tratar de forma desigual os homens e as mulheres, o que violaria a Constituição. O Pleno do TST determinou, em 2008, que o direito seria constitucional. No entanto, o caso chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), que deverá analisar o tema em caráter de repercussão geral. A decisão servirá de orientação aos demais tribunais.

Recentemente, a 2ª Turma do TST, ao analisar o pedido de uma trabalhadora, foi além e considerou que o empregado também teria direito ao intervalo de 15 minutos antes das horas extras. Pela decisão, seria necessário um período de descanso "a fim de que o empregado possa recuperar-se e manter-se apto ao prosseguimento de suas atividades laborais em regulares condições de segurança".

Essa norma, segundo os ministros, teria como objetivo "a proteção do trabalhador contra riscos de acidentes e doenças profissionais, a contribuir pela melhoria do meio ambiente de trabalho". Por isso, a turma entendeu que o descanso poderia ser estendido ao trabalhador, já que, de acordo com a decisão, "tanto o organismo masculino, como o feminino, carecem de repouso nos momentos anteriores a prorrogações, sendo, portanto, devida a remuneração, como serviço extraordinário, do período de intervalo não concedido".

Nesse sentido, entenderam que seria devida a remuneração, como serviço extraordinário, do período de intervalo não concedido, ao aplicar por analogia o parágrafo 4º, do artigo 71, da CLT. Segundo esse dispositivo, quando o intervalo para repouso e alimentação não for concedido pelo empregador, este ficará obrigado a remunerar o período correspondente com um acréscimo de no mínimo 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho.

A 8ª Turma do TRT de Minas, em decisão recente, também entendeu que o direito ao descanso pode ser aplicado para ambos os sexos. Na ação, o empregado alegou que o intervalo também deveria ser aplicável aos homens, pois constituía garantia de segurança no trabalho, com o objetivo de resguardar a higidez física e mental nos casos dos trabalhos realizados além da jornada.

A relatora do recurso, juíza convocada Martha Halfeld Furtado de Mendonça Schmidt, entendeu que algumas vantagens femininas, anteriormente necessárias, atualmente podem colocar as mulheres em situação de vulnerabilidade diante do empregador quando comparadas aos trabalhadores do sexo masculino. Segundo a magistrada, a melhor alternativa seria adaptar a regra inscrita no artigo 384 da CLT à realidade, "para considerar que trabalhadores de ambos os sexos têm direito ao intervalo sem distinção de sexo".

Para a advogada trabalhista Juliana Bracks, do Bracks & von Gyldenfeldt Advogados Associados, não há inconstitucionalidade no artigo que dá direito a descanso de 15 minutos às mulheres antes das horas extras. Para ela, isso deve ser reconhecido pelo Supremo. Porém, segundo Juliana, o intervalo só poderia ser aplicado às mulheres. Isso porque, apesar de iguais perante à Constituição, as mulheres e homens têm condições físicas diferentes para exercer o trabalho. Por isso, a CLT dispõe de capítulos específicos que tratam da condição da mulher.

O advogado Túlio de Oliveira Massoni, do Amauri Mascaro Nascimento & Sônia Mascaro Advogados, também concorda. Para ele, a CLT e a própria Constituição distinguem homens e mulheres em várias situações, como o emprego da força muscular para levantar objetos pesados, tempo diferenciado para aposentadoria e a dispensa da mulher do serviço militar em tempos de paz. Por outro lado, o advogado ressalta que o homem poderia exigir o mesmo descanso, para assegurar sua integridade física, não com fundamento no princípio da igualdade, mas com base no direito ao intervalo intrajornada previsto no artigo 71, da CLT. O dispositivo prevê a pausa de 15 minutos quando o trabalho ultrapassar quatro horas.

Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, junho 12, 2013

環境倫理

環境の倫理は、人間の種の保存のための自然の価値を認識することから始まる:人間の生活のための動物、植物、動物種の様々な野生動物、きれいな空気ときれいな水の大切さ。それは、自然が持っていることを客観的に品質の認識である:私たちの物理的な生存と社会の発展を可能にし、確保すること。
それは事実です:お互いの助けなしに、我々はすべて死んでしまうだろう。しかし、この援助は構造化されなければならない。そしてそれはある。ヘルプは機関を通じて構造化されています。機関の形態は文化の中で発生する値に依存する。そして文化は考え方や世界観で表現されています。
このようなきれいな空気ときれいな水、たまらなく地球全体、太陽の紫外線から私たちを守ってオゾン層の破壊を加熱するために温室にそれを回すために大気汚染などの天然資源の希少性の脅威は、発がん性物質いくつかの種の絶滅や他の多くの絶滅の脅威は、野生生物の破壊、それが人間の家として、 "生態学的意識"、すなわち、自然に目覚めさせ、他のものの間で、現実である。人類の家を破壊し、自然は、そのため、途方も不公平である。私たちの世代に不公平、そして私たちの子孫の将来の世代に向けて、さらに高い。人口のますます重要な部分は、その後、この不正に気づく。法律は不正に対する正義と安全保障への需要として不公平な上昇は何かと意識。これは、自然環境の値を認識するので、左右が必要である。このような理由から、社会的な権威は、国家を通じて、環境保護の法的基準を公開しています。法律では、環境に害を与えることの行為を犯罪とし、それが犯罪者になります。環境法にバプテスマを施し法的科学の法則体系つの新しいブランチの学者。環境の倫理も今や経済の要件です。経済学と自分の経済主体のプロットの学者たちは、この新しいパラダイムへの投資に影響を与え、環境を尊重し、開発のスタイルに向かって移動しています。そして政治的に、環境の値が、民主的な世界では、特に、いわゆるグリーン当事者が好まれている。
したがって、哲学のオックスフォード辞書、サイモン·ブラックバーンは、環境の倫理に関する次のエントリをもたらす: "人間の欲望やニーズによって引き起こされる問題と一般的に、倫理のお得な情報:物品の幸福や分布を得る。環境について具体的に考えるとき、主な問題は、独立した種の保全や野生生物の保護などのものに値を割り当てることである。このような保護は、動物を見て、基本的な人間のニーズを確実にするための手段として提唱することができます例えば、薬、またはその他の利益の将来の源として、それにもかかわらず、多くの哲学者は、絶対値、ローカルおよび野生生物の存在しない功利主義を主張したい、その値が正確に人間の生活との関係での独立です。これは単に美的故障ではありません感謝して失敗 "。彼らは我々の相対的な重要性に私たちを減らす"だけでなく、謙虚さと尊敬の欠如:それは道徳的なことができないことである問題で、この値を表現し、に対してそれを使用することができるというある程度任意の自然地域や種の絶滅の都市を守る実用的な引数です。 "
どうです、その後一つは人間の種の生存のために戦っていることを知って、自然保護のための多くの非政府組織の一つに参加する?



ENVIRONMENTAL ETHICS

The ethics of the environment begins by recognizing the value of nature for the preservation of the human species: the importance of the fauna, the flora, the variety of animal species, wildlife, clean air and clean water for the life of human beings . It is the recognition of a quality that nature has objectively: that of enabling and ensuring our physical survival and our social development.
It's a fact: without the help of each other, we would all die. But this aid must be structured. And it is. Help is structured through the institutions. Form of institutions depends on the values ​​that arise within the cultures. And culture is expressed through a mindset or worldview.
The threat of scarcity of natural resources such as clean air and clean water, pollution of the atmosphere to turn it into a greenhouse to heat up unbearably whole earth, the destruction of the ozone layer that protects us from the sun's rays carcinogens, the extinction of some species and the threat of extinction of many others, the destruction of wildlife, are realities, among other things, that awakened the "ecological awareness", ie, nature as the home of humans. Destroy the house of



humankind, nature, therefore, is a tremendous injustice. An injustice to our generation, and higher still, towards future generations of our descendants. Increasingly significant portions of the population, then, become aware of this injustice. And the awareness of what the law is unfair rises as demand for justice and security against injustice. It is right and necessary, therefore, to recognize the value of the natural environment. For this reason, social authority, through the State, has published legal standards of environmental protection. The law criminalizes conduct that harm the environment and makes it criminal. Scholars of law systematize one new branch of legal science, baptizing the Environmental Law. The ethics of the environment is now also a requirement of the economy. The scholars of economics and plots of their own economic agents have been moving toward a style of development that respects the environment, affecting investments in this new paradigm. And politically, the value of the environment, in the democratic world, is especially favored by the so-called Green parties.
Thus, the Oxford Dictionary of Philosophy, Simon Blackburn, brings the following entry about the ethics of the environment: "In general, ethics deals with problems caused by human desires and needs: obtaining happiness or distribution of goods. When thinking specifically about the environment, the main problem consists in assigning value to things as independent species conservation or wildlife protection. Such protection can be advocated as a means to ensure basic human needs, seeing the animals For example, as a future source of drugs, or other benefits. Nevertheless, many philosophers wish to claim an absolute value and not utilitarian to the existence of local and wild beings, its value is precisely its independence in relation to human life: "They reduce us to our relative importance." Failing to appreciate this is not just an aesthetic failure, but also a lack of humility and respect: it is a moral inability. The problem is being able to express this value and use it against the utilitarian arguments that defend the urbanization of natural areas and extermination of species in a somewhat arbitrary. "
How about, then join one of the many non-governmental organizations for protection of the natural, knowing that one is fighting for the survival of the human species?



terça-feira, junho 11, 2013

Minas abraça Ministra Luiza Bairros na parceria pela promoção da igualdade racial










A  Ministra Luiza Bairros (Igualdade Racial) esteve pela primeira vez no estado, para cumprir uma extensa agenda da ministra na capital mineira. Essa programação incluiu reuniões com o movimento negro local, com o vice-governador de Minas, Alberto Pinto Coelho, e com o prefeito de BH, Márcio Araújo de Lacerda.
A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR-PR) e o Ministério Público de Minas Gerais firmaram um Termo de Cooperação Técnica nesta segunda-feira (03/06), às 14h, visando à implementação de ações que assegurem a adesão do MPMG à campanha Igualdade Racial é pra Valer. A parceria focou especialmente a implantação das Coordenadorias e dos Conselhos Municipais de Promoção da Igualdade Racial nos municípios mineiros com mais de 100 mil habitantes. Destinado ao fortalecimento das políticas públicas voltadas para a promoção da igualdade racial em Minas, o termo inclui a interveniência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que disponibilizará indicadores sociais e orçamentários resultantes de seus estudos. A cooperação será assinada pela ministra Luiza Bairros e pelo procurador-Geral de Justiça, Carlos André Mariani Bittencourt, respectivos titulares das instituições. A cerimônia começou às 14h do dia 03 de junho, na sede do Ministério Público, que fica na Avenida Álvares Cabral, 1690, Santo Agostinho, Belo Horizonte -MG. Sem hora pra acabar. Pela cooperação, cabe ao MPMG articular e propor ações no sentido de aumentar o nível de conscientização da sociedade sobre a temática, atuando, assim, no combate à discriminação étnico-racial; atuando no sentido de fomentar a realização de políticas públicas que contribuam para a inclusão socioeconômica de grupos e pessoas vítimas de discriminação racial, conforme as deliberações dos conselhos e os indicadores sociais e orçamentários obtidos nos estudos elaborados pelo Ipea.
Agenda – Na capital mineira a ministra participou também do Ciclo de Debates Perspectivas e desafios para a promoção da igualdade étnico-racial no Brasil, promovido pelo MPMG após a assinatura do Termo de Cooperação. A atividade aconteceu no auditório Procuradora de Justiça Simone Montez Pinto Monteiro, localizado na Avenida Álvares Cabral, 1690, 1° andar, Santo Agostinho, Belo Horizonte. Pela manhã, às 11h, a ministra Luiza Bairros teve audiência com o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Araújo de Lacerda. Às 18h30, na sede do MPMG, a titular da SEPPIR se reúne com o movimento negro para tratar de demandas locais do segmento e da III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, que acontece de 5 a 7 de novembro, em Brasília. Tal dialogo durou parte da noite
Na terça-feira (04/06), a ministra  foi recebida pelo vice-governador do estado, Alberto Pinto Coelho, às 11h30; com o reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, professor Clélio Campolina Diniz, às 14h30; e com a secretária estadual de Educação, Ana Lúcia Gazola, às 16h. Fechando a agenda, às 17h, um diálogo com parlamentares mineiros. E a militancia petista, que debateu com a ministra sobre assuntos ligados ao combate ao racismo e a igualdade racial. Nesse debate  a militância cobrou da ministra   o porque de a maioria das prefeituras petistas não terem um órgão  que cuide de políticas de igualdade racial, mesmo tendo uma ministra petista. A reunião teve a presença dos deputados comprometidos com a causa da igualdade racial Estaduais; (Durval Angelo, André Quintão, Maria Tereza Lara e Pompilio Canavez, os vereadores Juninho Pain (BH) e Adriana Lara ,uma atuante vereadora de vespasiano) . Os não comprometidos mandaram representantes ,sendo que a nossa bancada  federal não enviou nenhum deputado so Reginaldo Lopes mandou um representante. O deputado estadual Paulo Lamac, que diz ser  da frente  estadual parlamentar de igualdade racial, não compareceu, se limitou a mandar uma representante. Mas  a militancia deu o recado  e preencheu a falta  dos parlamentares que, se não participam de uma reunião com uma Ministra de Estado, imagina quando nossas questões chegam na pauta de votação. Cheguei a conclusão que estamos sub representados em todas as casas.Quero aqui dizer que, no ano que vem tem eleições  e na hora do voto vou mandar um representante para ir votar.  Mas deixando as magoas de lado ,foi uma festa maravilhosa e uma confraternização  tão bonita que so mesmo o povo negro consegue fazer; Quero parabenizar  a todo o coletivo da Secretaria  estadual de combate ao racismo pela acolhida  a essa ministra que tanto nos orgulha. Esperamos que a Ministra volte a Minas em breve
  • Professor Paulo Jorge dos Santos

sábado, junho 01, 2013

Monsanto perde processo criminal contra movimentos sociais

A transnacional entrou com processo criminal contra integrantes de organizações e movimentos sociais em 2005. A decisão do Tribunal de Justiça (TJ) demonstra o reconhecimento da legitimidade dos sujeitos coletivos de direitos em meio ao processo de democratização da sociedade brasileira.
A transnacional Monsanto está em mais de 80 países, com domínio de aproximadamente 80% do mercado mundial de sementes transgênicas e de agrotóxicos. Em diferentes continentes, a empresa acumula acusações por violações de direitos, por omissão de informações sobre o processo de produção de venenos, cobrança indevida de royalties, e imposição de um modelo de agricultura baseada na monocultura, na degradação ambiental e na utilização de agrotóxicos.
No Brasil, a invasão das sementes geneticamente modificadas teve início há uma década, com muita resistência de movimentos sociais, pesquisadores e organizações da sociedade civil. No Paraná, a empresa Monsanto usou a via da criminalização de militantes como forma de responder aos que se opunham aos transgênicos.
No dia 23 de maio, desembargadores do TJ absolveram por unanimidade cinco militantes acusados injustamente pela Monsanto de serem mentores e autores de supostos crimes ocorridos em 2003. A transnacional entrou como assistente de acusação na ação criminal em resposta à manifestação de 600 participantes da 2ª Jornada de Agroecologia, na estação experimental da empresa, em Ponta Grossa, para denunciar e protestar contra a entrada das sementes transgênicas no estado e as pesquisas ilegais e outros crimes ambientais praticados pela empresa.
Foram acusados Célio Leandro Rodrigues e Roberto Baggio, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, José Maria Tardin, à época integrante da AS-PTA – Assessoria e Serviços em Agricultura Alternativa, Darci Frigo, da Terra de Direitos, e Joaquim Eduardo Madruga (Joka), fotógrafo ligado aos movimentos sociais. Em claro sinal de criminalização, a transnacional atribuiu à manifestação, feita por mais de 600 pessoas, como responsabilidade de apenas cinco pessoas, usando como argumento a relação genérica dos acusados com os movimentos sociais.
Em sentido contrário, a decisão do TJ demonstra o reconhecimento da legitimidade dos sujeitos coletivos de direitos na sociedade brasileira. Segundo José Maria Tardin, coordenador da Escola Latina Americana de Agroecologia e da Jornada de Agroecologia do Paraná, o ato na sede da Monsanto em 2003 e posterior ocupação permanente da área chamaram a atenção em âmbito nacional e internacional para a ilegalidade das pesquisas com transgênicos.
Nos anos seguintes às denúncias, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e equipe técnica ligada ao governo do estado realizaram vistorias detalhadas nos procedimentos da transnacional. Foram confirmadas ilegalidades que violavam a legislação de biossegurança vigente.
A área ficou ocupada por trabalhadores sem terra durante aproximadamente um ano. Neste período, os camponeses organizaram o Centro Chico Mendes de Agroecologia e cultivaram sementes crioulas. Para Tardin, a agroecologia é o “caminho da reconstrução ecológica da agricultura, combatendo politicamente o modelo do agronegócio e do latifúndio”. (...)
Mundo contra a Monsanto
Mais de 50 países aderiram à “Marcha contra Monsanto” no último sábado (25), em protesto contra a manipulação genética e a monopólio da multinacional na agricultura e biotecnologia. A campanha contra a empresa teve como estopim o suicídio de agricultores indianos, que se endividam após serem forçados pelo mercado a ingressar na lógica de produção do agronegócio, tornando-se, anos mais tarde, reféns das sementes geneticamente modificas, agrotóxicos e outros insumos vinculados a esta lógica produtiva.
Com sede no estado de Missouri (EUA), a Monsanto desponta como líder no mercado de sementes e é denunciada nesta marcha por não levar em consideração os custos sociais e ambientais associados a sua atuação, além de ser acusada de biopirataria e manipulação de dados científicos em favor dos transgênicos. A empresa é líder mundial na produção de agrotóxico glifosato, vendido sob a marca Roundup. O Brasil é o segundo maior consumidor dos produtos da Companhia, ficando atrás apenas da matriz americana. O lucro da filial brasileira em 2012 foi de R$3,4 bilhões.

sábado, maio 25, 2013

Mientras que, por razones económicas y por lo general las financieras, estudiantes y CFM están en contra de la llegada de médicos voluntarios cubanos a Brasil, la OMS advierte de la disparidad entre el número de médicos y de la población en Brasil


Enfoques tasa que la de algunos de los países más pobres del mundo


Agencia Estatal

Ginebra - Brasil tiene, en proporción a la población, la mitad de los médicos en los países de Europa - en el Norte y Nordeste, la tasa se aproxima a la de algunos de los países más pobres del mundo. Los datos que se darán a conocer el lunes la Organización Mundial de la Salud (OMS) en la apertura de su asamblea anual en Ginebra, revelan que los trabajadores promedio por cada 10.000 personas en Brasil están por debajo del continente americano y está muy por debajo de los países ricos.

El gobierno de Brasil ha estado discutiendo la idea de la atención médica, sólo para cumplir con las zonas de mayor déficit. Si en algunos centros urbanos, los números aún superan la media de los países ricos que en otras regiones la escasez es dramática, con más de 300 municipios en dificultades.

Según la OMS, hay 17,6 médicos en Brasil por cada 10.000 personas. La tasa es inferior a la media del resto de los países emergentes - 17.8. El índice es también inferior a la media de las Américas (más de 20). Pero es la comparación con los países ricos, principalmente de Europa, lo que revela la disparidad entre la situación en Brasil y en los países desarrollados. En general, hay el doble de médicos en Europa que en Brasil - 33,3 cada 10 000 habitantes. Hay 48 médicos en Austria cada 10.000 habitantes, frente a 40 en Suiza, 37 en Bélgica, 34 en Dinamarca, 33 en Francia, 36 en Alemania y 38 en Italia.

Disparidad
Lo que llama la atención de la OMS es que hay diferentes realidades en Brasil. En el Sudeste, por ejemplo, la tasa es de 26 médicos por cada 10 000 habitantes, superior a los EE.UU. (24), Canadá (20) y Japón (21) salud mundial. Pero en el norte, son 10 médicos por cada 10.000 habitantes, por debajo de la media nacional en países como Trinidad y Tobago, Túnez, Tuvalu, Vietnam, Guatemala, El Salvador y Albania. En el Nordeste, la tasa es de 12 médicos por cada 10.000 personas - en Maranhão, alcanza 7 médicos por cada 10.000, lo que equivale a la tasa de la India o Irak. La situación más dramática, sin embargo, todavía está en África, con sólo 2,5 médicos por cada 10.000 habitantes.
la agencia estatal de fuente

経済的な理由から、通常financieras、学生やCFMのためにブラジルの医師と人口数との格差を警告ブラジル、キューバへの医療ボランティアの到来に反対している、一方で


経済的な理由から、通常financieras、学生やCFMのためにブラジルの医師と人口数との格差を警告ブラジル、キューバへの医療ボランティアの到来に反対している、一方で




世界の最貧国のうちのいくつかのそのレートに近づく

州の機関


ジュネーブ - 北部と東北で、率に近づく世界の最貧国のうちのいくつかのこと - ブラジルは、欧州諸国の半分の医師は、人口に比例して、持っています。ジュネーブで毎年恒例のアセンブリの開口部に月曜日、世界保健機関(WHO)にリリースされたデータは、ブラジルでは1万人当たりの平均的な労働者はアメリカの大陸の下にあり、以下同様であることを明らかにする豊かな国。


ブラジル政府は、単に最大赤字の部分を満たすために、医療のアイデアを議論してきました。いくつかの都市の中心部に番号があっても他の地域で豊かな国の平均を上回る場合は不足が困難で300以上の自治体で、劇的である。


WHOによると、毎年1万人のためにブラジルの17.6医師が存在する。 17.8 - 率は新興国の残りのための平均よりも低くなっています。インデックスはまたアメリカ大陸の平均値(20以上)を下回っている。しかし、主にブラジルと先進国の状況との間に格差を明らかにヨーロッパから、豊かな国々と​​の比較である。 33.3すべての10 000人の住民 - 一般的には、ブラジルに比べてヨーロッパで倍の多くの医師があります。スイスの40と比べてオーストリアあらゆる10,000の市民で48医師、ベルギー37、デンマーク34、フランス33、イタリア、ドイツで36と38があります。


格差

何の注目を引くことはブラジルの異なる現実があるということです。東南アジアでは、例えば、レートが、米国(24)、カナダ(20)、日本(21)世界保健よりも高い10 000人あたり26の医師である。しかし、北部では、このようなトリニダード·トバゴ、チュニジア、ツバル、ベトナム、グアテマラ、エルサルバドルやアルバニアなどの国では全国平均を下回る、毎年1万人のための10の医師です。東北では、レートは1万人のための12の医師です - マラニョン州で、インドやイラクの割合に相当する、10,000当たり7医者に達する。最も劇的な状況は、しかし、1万人あたりわずか2.5医師と、アフリカではまだです。
ソース状態機関








While, for economic reasons and typically financieras, students and CFM are against the coming of Cuban medical volunteers to Brazil, WHO warns disparity between the numbers of doctors and population in Brazil Mientras que, por razones económicas y por lo general las financieras, estudiantes y CFM están en contra de la llegada de médicos voluntarios cubanos a Brasil, la OMS advierte de la disparidad entre el número de médicos y de la población en Brasil 経済的な理由から、通常financieras、学生やCFMのためにブラジルの医師と人口数との格差を警告ブラジル、キューバへの医療ボランティアの到来に反対している、一方で


While, for economic reasons and typically financieras, students and CFM are against the coming of Cuban medical volunteers to Brazil, WHO warns disparity between the numbers of doctors and population in Brazil


Rate approaches that of some of the poorest countries in the world

State Agency

Geneva - Brazil has, in proportion to population, half the doctors in European countries - in the North and Northeast, the rate approaches that of some of the poorest countries in the world. Data that will be released on Monday, the World Health Organization (WHO) at the opening of its annual assembly in Geneva, reveal that average workers per 10,000 people in Brazil are below the American continent and is well below the rich countries.

The Brazilian government has been discussing the idea of ​​medical care, just to meet areas of greatest deficit. If in some urban centers the numbers even surpass the average of rich countries in other regions the shortage is dramatic, with more than 300 municipalities in difficulties.

According to WHO, there are 17.6 physicians in Brazil for every 10,000 people. The rate is lower than the average for the rest of the emerging countries - 17.8. The index is also below the average of the Americas (more than 20). But is the comparison with the rich countries, mainly from Europe, which reveals the disparity between the situation in Brazil and in developed economies. In general, there are twice as many doctors in Europe than in Brazil - 33.3 every 10 000 inhabitants. There are 48 doctors in Austria every 10,000 citizens, compared with 40 in Switzerland, 37 in Belgium, 34 in Denmark, 33 in France, 36 in Germany and 38 in Italy.

Disparity
What draws the attention of WHO is that there are different realities in Brazil. In the Southeast, for example, the rate is 26 physicians per 10 000 inhabitants, higher than the U.S. (24), Canada (20) and Japan (21) world health. But in the North, are 10 doctors for every 10,000 people, below the national average in countries such as Trinidad and Tobago, Tunisia, Tuvalu, Vietnam, Guatemala, El Salvador or Albania. In the Northeast, the rate is 12 doctors for every 10,000 people - in Maranhão, reaches 7 doctors per 10,000, equivalent to the rate of India or Iraq. The most dramatic situation, however, is still in Africa, with only 2.5 doctors per 10 thousand inhabitants.
source state agency



Mientras que, por razones económicas y por lo general las financieras, estudiantes y CFM están en contra de la llegada de médicos voluntarios cubanos a Brasil, la OMS advierte de la disparidad entre el número de médicos y de la población en Brasil




Enfoques tasa que la de algunos de los países más pobres del mundo

Agencia Estatal

Ginebra - Brasil tiene, en proporción a la población, la mitad de los médicos en los países de Europa - en el Norte y Nordeste, la tasa se aproxima a la de algunos de los países más pobres del mundo. Los datos que se darán a conocer el lunes la Organización Mundial de la Salud (OMS) en la apertura de su asamblea anual en Ginebra, revelan que los trabajadores promedio por cada 10.000 personas en Brasil están por debajo del continente americano y está muy por debajo de los países ricos.

El gobierno de Brasil ha estado discutiendo la idea de la atención médica, sólo para cumplir con las zonas de mayor déficit. Si en algunos centros urbanos, los números aún superan la media de los países ricos que en otras regiones la escasez es dramática, con más de 300 municipios en dificultades.

Según la OMS, hay 17,6 médicos en Brasil por cada 10.000 personas. La tasa es inferior a la media del resto de los países emergentes - 17.8. El índice es también inferior a la media de las Américas (más de 20). Pero es la comparación con los países ricos, principalmente de Europa, lo que revela la disparidad entre la situación en Brasil y en los países desarrollados. En general, hay el doble de médicos en Europa que en Brasil - 33,3 cada 10 000 habitantes. Hay 48 médicos en Austria cada 10.000 habitantes, frente a 40 en Suiza, 37 en Bélgica, 34 en Dinamarca, 33 en Francia, 36 en Alemania y 38 en Italia.

Disparidad
Lo que llama la atención de la OMS es que hay diferentes realidades en Brasil. En el Sudeste, por ejemplo, la tasa es de 26 médicos por cada 10 000 habitantes, superior a los EE.UU. (24), Canadá (20) y Japón (21) salud mundial. Pero en el norte, son 10 médicos por cada 10.000 habitantes, por debajo de la media nacional en países como Trinidad y Tobago, Túnez, Tuvalu, Vietnam, Guatemala, El Salvador y Albania. En el Nordeste, la tasa es de 12 médicos por cada 10.000 personas - en Maranhão, alcanza 7 médicos por cada 10.000, lo que equivale a la tasa de la India o Irak. La situación más dramática, sin embargo, todavía está en África, con sólo 2,5 médicos por cada 10.000 habitantes.
la agencia estatal de fuente





Enquanto, por razoes tipicamente economicas e financieras, estudantes e CFM sao contra a vinda de medico cubanos voluntários ao Brasil, OMS alerta para disparidade entre número de médicos e população no Brasil

Taxa se aproxima à de alguns dos países mais pobres do mundo




Genebra - O Brasil tem, proporcionalmente à população, metade dos médicos dos países europeus - no Norte e Nordeste, essa taxa se aproxima à de alguns dos países mais pobres do mundo. Dados que serão divulgados nesta segunda-feira, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na abertura de sua assembleia anual, em Genebra, revelam que a média de profissionais para cada 10 mil pessoas no Brasil está abaixo da do continente americano e é bastante inferior à dos países ricos.

O governo brasileiro vem discutindo a ideia de importar médicos, justamente para atender áreas de maior déficit. Se em alguns centros urbanos os números chegam a superar a média de países ricos, em outras regiões a penúria é dramática, com mais de 300 municípios em dificuldades.

Segundo a OMS, há 17,6 médicos no Brasil para cada 10 mil pessoas. A taxa é inferior à média do restante dos países emergentes - 17,8. O índice também é inferior à média das Américas (mais de 20). Mas é a comparação com os países ricos, principalmente da Europa, que revela a disparidade entre a situação no Brasil e nas economias desenvolvidas. Em geral, existem duas vezes mais médicos na Europa que no Brasil - 33,3 a cada 10 mil habitantes. São 48 médicos na Áustria a cada 10 mil cidadãos, contra 40 na Suíça, 37 na Bélgica, 34 na Dinamarca, 33 na França, 36 na Alemanha e 38 na Itália.

Disparidade
O que chama a atenção da OMS é que há diferentes realidades no Brasil. No Sudeste, por exemplo, a taxa é de 26 médicos por 10 mil habitantes, superior à dos Estados Unidos (24), Canadá (20) e Japão (21) de saúde no mundo. Mas, nos Estados do Norte, são 10 médicos para cada 10 mil pessoas, abaixo da média nacional de países como Trinidad e Tobago, Tunísia, Tuvalu, Vietnã, Guatemala, El Salvador ou Albânia. No Nordeste, a taxa é de 12 médicos para cada 10 mil pessoas - no Maranhão, chega a 7 médicos por 10 mil, taxa equivalente à da Índia ou do Iraque. A situação mais dramática, porém, é ainda da África, com apenas 2,5 médicos a cada 10 mil habitantes. 
fonte Agencia estado