Prof. Paulo Jorge dos Santos.Jorn., Grafólogo,Prof. e Ambientalista, Pós Graduado em Adm.Legisl.P.UNISUL, Membro do Col. Est. e Nac.de meio Ambiente do PT, F. Mineiro de Agenda 21, Membro da Coord.Est.de Comb.ao Racismo do PTMG, Coord. Reg. Met.de Comb.ao Racismo da RMBH do PTMG. Membro dos Comitês de Bacias dos Rios Pará e São Francisco. Palestrante Em Faculdades e Órgãos Públicos Com Ações e Consultorias Em Dir. Humanos Étnicos e Ambientais.
domingo, dezembro 08, 2013
Cidade fantasma: ilha que chegou a 5.259 moradores está abandonada há décadas no Japão
Cidade fantasma: ilha que chegou a 5.259 moradores está abandonada há décadas no Japão
Por cinco anos, Metrô de Belo Horizonte fez repasses de recursos ao sistema de Recife
Ao todo, foram repassados R$ 54 milhões ao sistema do Recife, que, além de mais extenso, tem tarifa mais barata
| Metrô mineiro está desde 2007 sem qualquer investimento em conforto e segurança para os passageiros |
Desde 2007 sem obras de ampliação, inclusão de trens, investimentos em conforto e em segurança, o Metrô de Belo Horizonte ainda teve de fazer repasses anuais ao sistema do Recife (PE), que é maior e tem tarifa mais barata que a mineira, de R$ 1,60 contra R$ 1,80. Desde 2009, a transferência de recursos diversos originários do orçamento, da operação e da arrecadação da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) em BH para a Metrorec, da capital pernambucana, somou quase R$ 54 milhões. A informação foi repassada ao Estado de Minas via Lei de Acesso à Informação, pela própria CBTU. Para ter uma ideia da importância desse montante, as obras da Linha 2 (Barreiro-Calafate) com extensão de 10,5 quilômetros consumiram R$ 58 milhões com a execução de 16% das desapropriações e 38% das obras civis, de 1998 até 2004, quando foram paralisadas.Não é a primeira vez que a política federal beneficia Pernambuco e gera suspeitas de privilégio. Em 2011, o estado recebeu R$ 98 milhões para projetos de prevenção, quase metade de toda a verba para ações desse tipo repassada pela Secretaria Nacional de Defesa Civil aos estados, de R$ 216 milhões, segundo dados do Ministério da Integração Nacional. O então ministro da pasta, Fernando Bezerra Coelho, que é pernambucano, negou na época que a ação fosse política. Em 2006, ainda no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o investimento de R$ 275 milhões no Aeroporto Internacional de Guararapes, na capital de Pernambuco, estado natal do presidente, também gerou discussão nos estados que vinham pedindo mais investimentos da Infraero, antes dos pacotes acertados pelo PAC da Copa.Fontes ligadas à Superintendência da CBTU em BH informaram que os repasses entre a capital mineira e o Recife cumprem interesses políticos e são ordenados pela administração central, sediada no Rio de Janeiro. De acordo com a CBTU, o motivo de tantas transferências de recursos ao Recife foi “devido ao volume de bloqueios judiciais da receita da superintendência do Recife, sendo, portanto, atípica” e não seria ilegal, uma vez que o caixa da companhia é único. A empresa, porém, não soube informar quais investimentos foram prejudicados em BH por esse motivo.A companhia não conseguiu explicar, também, quais seriam as ações judiciais que bloquearam os recursos pernambucanos nem se haviam congelado os recursos correntes em cada um dos cinco anos em que as transferências foram feitas. A reportagem do EM identificou apenas uma dessas ações, a Representação 027.622/2009-3, baseada em denúncia do Ministério Público de Pernambuco ao Tribunal de Contas da União (TCU), no fim de 2009, contra a “formação de cartéis em licitações da CBTU de Recife”, O processo foi encerrado em 2011. Foi justamente em 2009 que ocorreu a maior remessa de verbas, de R$ 30,8 milhões. No ano seguinte, houve outra grande transferência, de R$ 17,9 milhões.Transparência As movimentações de recursos entre as superintendências provocaram estranhamento até da Controladoria Geral da União (CGU), que, ao repassar os dados pela Lei de Acesso à Informação, constatou que as transações não constavam do banco de dados da transparência. “No que tange aos contratos das STUs BH e Recife há uma defasagem de informações, caso que não ocorre na administração central e demais STUs”, informou a CGU, que ainda apontou: “Por alguma razão alheia ao nosso conhecimento (as informações das transferências de valores) não foram inseridas no sistema, fato que já solicitamos correção aos responsáveis pelo Portal da Transparência”.
sábado, dezembro 07, 2013
Sindicalistas coletam assinatura para CPI do Helicóptero em Minas
Grupo quer entregar à Assembleia Legislativa manifesto com 100 mil assinaturas pedindo o início imediato de investigações sobre transporte de quase meia tonelada de cocaína em aeronave de deputado estadual
| POR EDSON SARDINHA | 06/12/2013 11:20 |
Para ministra Luiza Bairros, figura de Mandela é usada para tentar disfarçar racismo no Brasil
Luiza Bairros, da Seppir, avalia que morte simboliza 'fim de uma era' na luta contra o racismo. Problema ainda não está superado, nem entre sul-africanos, nem entre brasileiros
A ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, era ativista do Movimento Negro Unificado, na década de 1970, quando se passou a debater mundialmente as violações cometidas durante o apartheid, regime que segregava brancos e negros na África do Sul, privando de direitos a maior parte da população.
Hoje (6), ao comentar a importância da figura maior surgida da resistência à violência, a gaúcha de Porto Alegre, que sentou raízes no movimento negro em Salvador, recorda que a figura do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, morto ontem (5), aos 95 anos, foi muitas vezes usada para tentar atenuar a gravidade dos fatos ocorridos em todo o resto do mundo. “O apartheid na África do Sul sempre foi utilizado como exemplo de racismo que, comparativamente às condições nacionais, fazia com que o racismo praticado por cada país parecesse algo muito brando”, avalia, em entrevista concedida hoje por telefone à RBA.
Para Luiza, tanto na África do Sul como no Brasil há um largo caminho a recorrer para romper com as diferenças entre negros e brancos. Se no caso brasileiro não houve um aparato institucional oficial no século 20 a cometer violações de toda ordem, o Estado pós-abolição da escravidão encontrou formas de provocar diferenças. E, agora, este mesmo Estado precisa encontrar caminhos para superá-las, mas se depara com resistências dentro e fora dele.
Com isso, a luta de Mandela ainda tem um duplo aspecto. “A notícia da morte é recebida com muita tristeza. Com ele também vai uma certa era da luta contra o racismo no mundo. Vai demorar algum tempo para que se produza uma referência negra internacional tão forte como ele foi”, diz a ministra, avaliando que, por outro lado, seu exemplo seguirá a ser necessário na superação de dificuldades.
Como Mandela influenciou o movimento negro brasileiro?
O movimento brasileiro reemergiu na década de 1970, quando a luta contra o apartheid era muito forte. Existe essa coincidência histórica. Circulavam muitas informações sobre as lutas sul-africanas. Isso influenciou bastante nossas formas de pensar a discriminação que os negros sofriam no Brasil. Embora o apartheid fosse um sistema racista diferente do racismo brasileiro, no fim das contas, tanto lá como cá as consequências do racismo eram as mesmas: países com maioria negra onde os negros estavam em sua maioria submetidos a condições de pobreza, sem acesso aos espaços de poder. Da nossa parte, aqui, construir uma luta contra o apartheid também era uma forma de denunciar as condições internas do país. Nos anos 1980 se formaram no Brasil comitês anti-apartheid, bastante ativos, e que contribuíram muito com o rompimento das relações do Brasil com a África do Sul naquele momento. Era uma demanda importante do CNA naquele momento, para enfraquecer o regime.
Incomoda o movimento negro o fato de Mandela ter se transformado numa unanimidade, elogiado inclusive entre racistas?
O fato de ser unanimidade não incomoda nem é visto com bons olhos. A unanimidade revela outra coisa, que no Brasil sempre foi muito evidente. Nos países onde o racismo tem efeitos negativos na população negra, o apartheid na África do Sul sempre foi utilizado como exemplo de racismo que, comparativamente às condições nacionais, fazia com que o racismo praticado por cada país parecesse algo muito brando. No Brasil é bastante evidente. Sempre se insistiu na existência do racismo na África do Sul, mas não aqui. Toda essa unanimidade em relação a Mandela, em alguns casos, envolve pessoas, autoridades que olham para África do Sul para poder negar as condições em que o racismo opera em seus próprios países, como no Brasil.
A luta de Mandela terminou quando chegou ao fim o apartheid?
A luta de Mandela ainda não terminou. O apartheid foi instituído em 1948. Até acabar, nos anos 1990, deixou sequelas na sociedade sul-africana extremamente fortes. A polícia foi formada para reprimir os negros. São marcas muito fortes. O fato de o país viver desigualdades sociais profundas faz com que ainda haja parcela significativa da população negra morando nos bairros negros. São bairros afastados dos centros urbanos, às vezes 50, 60 quilômetros. Isso ainda não foi completamente eliminado. Você tem contingente muito grande de pessoas que sofrem muito para sobreviver naquela sociedade, em situações muito parecidas com as que vivem os negros no Brasil.
Existe algum tipo de apartheid no Brasil?
Não dá pra dizer que existe apartheid no Brasil no sentido de um sistema legal. Mas os defeitos do racismo, em qualquer lugar, com ou sem lei, são a existência de diferenciais profundos, em prejuízo dos negros. A lição que a gente aprendeu analisando a forma como o racismo opera no Brasil, nos Estados Unidos e na África do Sul, é que no Brasil a inexistência de leis racistas não impediu a sociedade de criar outros mecanismos de exclusão da maioria negra. Por exemplo, o fato de hoje estarmos tentando organizar políticas de promoção da igualdade racial resulta exatamente desse longo trajeto histórico. Você precisa da participação ativa do Estado brasileiro no sentido de criar mecanismos fortes, consistentes, que forcem uma inserção mais vantajosa dos negros na sociedade.
Dá para dizer que houve avanços no combate ao racismo no Brasil?
Avanços no combate ao racismo devem ser pensados em dois níveis. Um nível, a promoção da igualdade racial. Nessa direção é que a Seppir opera dentro do governo federal: como criar determinadas iniciativas para acelerar a melhoria das condições de vida da população negra. Dadas as condições gerais, o Brasil tem demonstrado uma decisão política muito forte. O governo de uma maneira geral. Mas, do ponto de vista do combate ao racismo, isso é outra coisa. As atitudes racistas, as práticas racistas no Brasil hoje são muito mais evidentes do que já foram há 20 anos. Exatamente pelo fato de os negros acessarem determinados espaços e lugares sociais onde antes não estavam provoca nas pessoas uma reação a essa presença. Então você tem, paralelamente aos avanços na Seppir, manifestações de racismo mais frequentes e mais explícitas. Um dos casos mais recentes foi o daqueles jovens que entraram em um shopping em Vitória para se proteger de uma batida policial no baile funk e foram dentro do shopping confundidos com jovens que estariam lá para fazer arrastão ou coisa parecida. A reação da PM foi arbitrária e violenta. As fotos lembram os quadros de negros sendo caçados e apreendidos pelos capitães.
Quais as principais barreiras no combate ao racismo?
Elas se colocam principalmente a partir daqueles setores que sempre operaram usando o racismo como um recurso. Você tem hoje debates fortes dentro do governo, iniciativas para conter as mortes violentas entre jovens negros, que é um fenômeno nitidamente influenciado pelo racismo. Tantas vidas que se perdem num país que não está em guerra, você só pode imaginar que são vidas que não têm valor. Trabalhar essa questão do racismo desse ponto de vista tem sido uma dificuldade muito grande. Não conseguimos adentrar com esse debate nas instituições policiais, no sistema de justiça, que tem papel muito importante na modificação desse quadro das altas taxas de homicídio dos jovens negros. Outro espaço importante para que essa discussão se afirme são os meios de comunicação. Ainda há um processo de veiculação de imagens negativas dos negros que o tempo todo reforça essas suposições de inferioridade.
Fonte: Rede Brasil Atual
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sexta-feira, dezembro 06, 2013
Cerca de 10% da população nativa, de pele negra das Ilhas Salomão possuem cabelos naturalmente loiros
Parece montagem ou que os cabelos destas pessoas são descoloridos, mas não é. Cerca de 10% da população nativa, de pele negra das Ilhas Salomão possuem cabelos naturalmente loiros. Os habitantes locais diziam que os cabelos loiros eram resultado da excessiva ao sol, ou de uma dieta rica em peixe. Até pouco tempo acreditava-se que era uma herança genética de ancestrais distantes como mercadores europeus que por muitas vezes passavam pelas ilhas deixando descendentes.
Mas recentemente descobriu-se que a variante genética responsável pelo cabelo louro dos insulares é diferente da que causa a mesma característica nos europeus.
O gene é o TYRP1, o responsável por codificar uma enzima que age fortemente na pigmentação dos humanos. Acredita-se que durante as migrações humanas, algumas tribos se dirigiram para o norte, indo para a região onde hoje é a Europa. Estes povos expressaram o gene TYRP1, o que acabou lhes conferindo cabelos loiros.
Um estudo sobre essas pessoas revelou que elas evoluíram de forma diferente dos seus primos Europeus. Ao que parece, o gene responsável pelo cabelo loiro das pessoas das Ilhas Salomão não é exatamente o TYRP1 que ocorre nos europeus. Cerca de um quarto da população das Ilhas Salomão é portadora da mutação em seus genomas, mas como ele é recessivo, não aparece logo de cara, pois para que um gene recessivo seja expressado, são necessários dois deles. Os pesquisadores acreditam que a mutação que ocorre nos nativos das Ilhas Salomão pode ter surgido entre 5.000 e 30.000 anos atrás
Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda"- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?- Ainda bem que esse infeliz morreu !Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda"
Como tratar o cancer com Limao congelado
Finalmente uma notícia positiva em 2013!Uma amiga minha da Universidade de Kirche tem um tumor no pulmão e na anca. A irmã dela, que é enfermeira, enviou-lhe um e-mail sobre o limão. Ela passou a beber limonada já desde há algum tempo, e os seus tumores ficaram menores. O seu oncologista disse-lhe para continuar.Penso que esta espantosa descoberta é muito proveitosa para a nossa saúde.Tudo o que nós precisamos, é...de um LIMÃO CONGELADO. Muitos profissionais da restauração, já utilizam o limão inteiro, nada é deitado fora.Como podemos usar o limão inteiro sem nada desperdiçar? Simples... coloque um limão bem lavado no congelador do frigorífico. Quando este estiver congelado, utilize o ralador de cozinha e rale o limão inteiro (sem necessidade de descascá-lo), e polvilhe os seus alimentos com este preparado. Polvilhe as suas bebidas, gelados, sopas, cereais, massas, molhos, arroz, sushi, peixe, whisky... a lista é interminável.Todos os alimentos terão inesperadamente um sabor maravilhoso, algo que talvez não tenha conhecido antes.Provavelmente, até agora, você achava que só o sumo do limão tinha Vitamina C.O limão completo introduz um novo sabor na comida. As cascas do limão que até agora eram deitadas fora, contêm cinco a dez vezes mais vitaminas do que o sumo.Mas, a partir de agora, ao polvilhar o limão congelado (ralado) em cima dos seus alimentos, pode obter ainda mais saúde. As cascas do limão são saudáveis na medida em que destroem os elementos tóxicos do corpo.Congele um limão bem lavado e rale-o todos os dias por cima das suas refeições e bebidas.Esta é a chave mágica para tornar os seus alimentos mais saborosos e você será mais saudável e viverá mais tempo.Este é o segredo do limão que agora acaba de ser revelado.É melhor conhecê-lo tarde do que nunca.Os benefícios do limão:O limão (citros) é um fruto milagroso para matar as células cancerígenas.É 10 000 vezes mais forte do que a quimioterapia.Porque é que não sabíamos nada disto?Porque existem laboratórios interessados em fazer uma versão sintética, que lhes dará enormes lucros.Você pode ajudar um amigo ao informá-lo que o sumo de limão é vantajoso no tratamento do cancro.O seu sabor é agradável e não provoca os efeitos secundários da quimioterapia.Quantas pessoas morrem, enquanto este segredo é mantido para não pôr em perigo os interesses milionários da indústria farmacêutica?Como sabemos, o limoeiro é conhecido pela sua variedade de limões e limas. Você pode comer as frutas de diferentes maneiras: a polpa, o sumo, preparação de bebidas, sorvetes, bolos, etc...Apesar de um leque variado de benefícios do consumo do limão, o mais interessante é o efeito que produz sobre os quistos e tumores.O limão é uma solução comprovada para todas as variantes do cancro.Ele é considerado também um espectro antimicrobiano contra infecções bacterianas e fungos. É eficaz contra parasitas internos e vermes, regula a pressão sanguínea quando é muito alta, é um antidepressivo e combate o stress e os distúrbios nervosos.Uma informação de um dos maiores fabricantes de medicamentos do mundo, diz que após mais de 20 testes desde 1970, os resultados revelaram que destrói as células malignas de 12 tipos de cancro, incluindo o do cólon, da mama, da próstata, pulmão e pâncreas...Os constituintes deste fruto são 10.000 vezes melhores do que o produto Adriamycin, um medicamento utilizado no mundo inteiro como quimioterapêutico para reduzir a velocidade do crescimento das células cancerígenas.E o mais surpreendente é: este tipo de terapia com o extrato do limão, apenas destrói células cancerígenas malignas e não afeta as células saudáveis.Então, lave um limão, congele-o e rale a totalidade da fruta sobre os seus alimentos, gelados e bebidasO seu corpo agradecerá.
quinta-feira, dezembro 05, 2013
Morre Mandela, o símbolo da luta mundial pela liberdade, justiça e democracia
A dimensão política e de homem público conquistada pelo sul-africano Nelson Mandela, em âmbito mundial, pode ser medida pela avaliação que dele fez o líbio Ali Abdussalam Treki, presidente da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) entre 2009 e 2011, quando o considerou “um dos maiores líderes morais e políticos de nosso tempo”. Com sua morte, neste dia 5, aos 95 anos, vítima de infecção pulmonar, ele entra para a História como advogado, líder rebelde, prisioneiro de consciência durante 27 anos, símbolo da luta contra o “apartheid” em seu país - regime segregacionista comandado pela minoria branca contra a maioria negra - e primeiro negro eleito presidente da África do Sul livre, cargo que exerceu entre 1994 e 1999. A morte de Mandela foi anunciada pelo presidente sul-africano, Jacob Zuma, em pronunciamento pela televisão. Nelson Mandela tinha 95 anos, sofria de uma grave infecção respiratória e estava sendo mantido em sua casa em Johannesburgo sob cuidados médicos. Ele esteve hospitalizado de 8 de junho a 1º de setembro com um quadro de infecção pulmonar e outras complicações. No fim de semana, Zindzi, sua filha mais nova, disse ao New York Times que sabe que ele está morrendo.TrajetóriaAo sair da prisão, em fevereiro de 1990, aos 72 anos de idade, liderou o fim do segregacionismo sul africano, que se completou quando esteve na presidência do país. Diante disso e de sua luta a serviço da humanidade, a ONU reconheceu seu desempenho como exemplar em favor da liberdade, democracia e justiça. Tanto que, para elevar ao mais alto grau social esses três valores em todo o mundo, a instituição criou o Dia Internacional Nelson Mandela, comemorado em 18 de julho, dia de seu nascimento, em 1918. Rolihlahla Dalibhunga Mandela, seu nome de batismo, nasceu em um vilarejo na região do Transkei e era de família da nobreza tribal da etnia Xhosa. Com pais analfabetos e 12 irmãos, foi o primeiro da família a frequentar a escola, a partir dos sete anos de idade. Nesta unidade escolar, recebeu o nome do Nelson. Aos nove anos, com a morte do pai, seguiu para a vila de Mqhekezweni, aos cuidados de Jongintaba Dalindyebo, regente da etnia Tembu, e no local continuou os estudos.Em 1934, mudou-se para Fort Beaufort, onde entrou no curso de Direito na Universidade de Fort Hare. Iniciou a atuação política no movimento estudantil e, por isso, foi expulso da universidade. Em seguida, mudou-se para Johanesburgo, onde concluiu o curso de Direito na Universidade da África do Sul por correspondência. Em seguida, aprofundou os estudos de Direito na Universidade de Witwatersrand, tornando-se advogado. Jovem, Mandela gostava de esporte – praticava corrida e boxe –, usava roupas bonitas e tinha fama de sedutor.Desde o começo do século 20, a África do Sul era dominada pelos brancos – colonizadores holandeses, franceses e alemães, ou bôeres, e pelos ingleses. Os negros eram discriminados e sem direitos, o que veio a se fortalecer em 1948, com a chegada do Partido Nacional ao poder. Nesse ano, foi institucionalizada a segregação e a dominação plena dos não europeus por meio do sistema chamado de “apartheid”- os negros ficaram sem direitos políticos, sociais e econômicos.Advogado, Mandela intensificou a ação política contra o “apartheid” como militante do Congresso Nacional Africano (CNA), movimento não violento formado por nacionalistas negros. Em 1960, ele e seu grupo no CNA decidiram recorrer às armas para lutar contra o segregacionismo na África do Sul. O grupo atacou alvos militares, incentivou greves e seu líder principal seguiu para o Marrocos e Etiópia, onde fez treinamentos paramilitares.
(AP Photo)1 / 10Yahoo NotíciasShare to FacebookShare to TwitterShare to PinterestClosePrevious imageNext image
Embora tenha aderido às armas contra a segregação racial, Mandela, ou Madiba, o nome de seu clã e como muitos sul-africanos a ele se referiam carinhosamente, jamais defendeu ideias políticas revolucionárias, ao estilo do líder russo Vladimir Lênin, ou religiosas, como o indiano Ghandhi. No essencial, ele encarnava valores universais, ou um humanismo africano presente na cultura de seu povo, o xhosa. De volta à África do Sul depois dos treinamentos paramilitares, Mandela foi preso em 1963, aos 45 anos de idade. Em 1964, recebeu a pena de prisão perpétua. Permaneceu no cárcere por 27 anos, até 1990.No ano da prisão de Mandela, a África do Sul tinha 17 milhões de habitantes, dos quais apenas 20% eram brancos. O país tinha a economia baseada na mineração, agricultura e em menor proporção na indústria. Nos anos 80 do século passado, a clamor pelo fim do “apartheid” na África do Sul ganhou ressonância mundial. As campanhas contra esse segregacionismo tinham como lema o “Libertem Nelson Mandela”, fortalecendo o nome dele como símbolo do “antiapartheid”.Mandela teve três esposas. Da primeira, Evelyn Ntoko Mase, se divorciou em 1957, depois de 13 anos de relacionamento e quatro filhos. A união com a segunda, Winie Madikizela, durou 38 anos, terminando em 1996. Aos 80, casou-se com a moçambicana Graça Machel. Ao sair da prisão e já conhecido em todo o mundo, Mandela contribuiu para o fim do “apartheid” sul-africano em ações com o então presidente do país, Frederik Willem de Klerk. Por esse desempenho, ambos dividiram o Prêmio Nobel da Paz, em 1993. No ano seguinte, Mandela foi eleito presidente do país. Na presidência, além de suprimir por completo o que restava do “apartheid”, Mandela contribuiu para a evolução econômica sul-africana, com destaque para a mineração do ouro e diamantes, agricultura - grande parte dela de subsistência - e atividades industriais, financeiras e de turismo modernas. A África do Sul é hoje a principal economia dos países africanos e já integra o Brics – composto pelo Brasil, Rússia, Índia e China.Mesmo assim, Mandela não conseguiu melhorar a distribuição de renda interna, situação que se mantém até os dias atuais, e em que metade da população, estimada em quase 50 milhões de habitantes, se encontra na miséria e pobreza.A veneração a Mandela em razão da sua atuação política levou a uma espécie de culto em torno de seu nome. Ele nunca quis ser cultuado, tanto que, certa vez, disse: “um dos problemas que me preocupavam na prisão era a falsa imagem que tinha e não queria projetá-la ao mundo. Consideravam-me um santo e nunca fui um”.Depois da presidência, Mandela se dedicou a causas sociais e humanitárias. Engajou-se com fervor na luta contra a Aids, a partir de 2003, e permaneceu nela atuando mesmo ao se retirar da vida pública, em 2004. Objeto de muitas homenagens, filmes, livros e prêmios, Mandela, com sua morte, entra para a História como o principal líder do continente africano, reconhecido em todo o mundo pelo desempenho em favor da liberdade, da justiça e dos direitos humanos.
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