Prof. Paulo Jorge dos Santos.Jorn., Grafólogo,Prof. e Ambientalista, Pós Graduado em Adm.Legisl.P.UNISUL, Membro do Col. Est. e Nac.de meio Ambiente do PT, F. Mineiro de Agenda 21, Membro da Coord.Est.de Comb.ao Racismo do PTMG, Coord. Reg. Met.de Comb.ao Racismo da RMBH do PTMG. Membro dos Comitês de Bacias dos Rios Pará e São Francisco. Palestrante Em Faculdades e Órgãos Públicos Com Ações e Consultorias Em Dir. Humanos Étnicos e Ambientais.
segunda-feira, dezembro 08, 2014
domingo, dezembro 07, 2014
LIÇÃO DE VIDA
Um jovem foi se candidatar a um alto cargo em uma grande empresa .
Passou na entrevista inicial e estava indo ao encontro do diretor para a entrevista final. O diretor viu seu CV, era excelente. E perguntou-lhe:
- Você recebeu alguma bolsa na escola? - o jovem respondeu - Não.
- Foi o seu pai que pagou pela sua educação?
- Sim - respondeu ele.
- Onde é que seu pai trabalha?
- Meu pai faz trabalhos de serralheria.
O diretor pediu ao jovem para mostrar suas mãos.
O jovem mostrou um par de mãos suaves e perfeitas.
- Você já ajudou seu pai no seu trabalho?
- Nunca, meus pais sempre quiseram que eu estudasse e lesse mais
livros. Além disso, ele pode fazer essas tarefas melhor do que eu.
O Diretor lhe disse:
- Eu tenho um pedido: quando você for para casa hoje, vá e lave as mãos de seu pai. E venha me ver amanhã de manhã.
O jovem sentiu que a sua chance de conseguir o trabalho era alta!
Quando voltou para casa, ele pediu a seu pai para deixá-lo lavar suas mãos.
Seu pai se sentiu estranho, feliz, mas com uma mistura de sentimentos e
mostrou as mãos para o filho. O rapaz lavou as mãos de seu pai
lentamente. Foi a primeira vez que ele percebeu que as mãos de seu pai
estavam enrugadas e tinham muitas cicatrizes. Algumas contusões eram tão
dolorosas que sua pele se arrepiou quando ele a tocou.
Esta foi a
primeira vez que o rapaz se deu conta do significado deste par de mãos
trabalhando todos os dias para pagar seus estudos. As contusões nas mãos
eram o preço que seu pai teve que pagar por sua educação, suas
atividades escolares e seu futuro.
Depois de limpar as mãos de seu
pai, o jovem ficou em silêncio organizando e limpando a oficina do pai.
Naquela noite, pai e filho conversaram por um longo tempo.
Na manhã seguinte, o jovem foi encontra-se com o Diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do moço quando ele perguntou:
- Você pode me dizer o que você fez e aprendeu ontem em sua casa?
O rapaz respondeu:
- Lavei as mãos de meu pai e também terminei de limpar e organizar sua
oficina. Agora eu sei o que é valorizar, reconhecer. Sem meus pais, eu
não seria quem eu sou hoje... Por ajudar o meu pai agora eu percebo o
quão difícil e duro é para conseguir fazer algo sozinho. Aprendi a
apreciar a importância e o valor de ajudar a família.
O diretor disse:
- Isso é o que eu procuro no meu pessoal. Quero contratar uma pessoa
que possa apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conhece os
sofrimentos dos outros para fazer as coisas, e que não coloca o dinheiro
como seu único objetivo na vida. Você está contratado.
Uma
criança que tenha sido protegida e habitualmente dado a ela o que quer,
desenvolve uma mentalidade de "Tenho direito" e sempre se coloca em
primeiro lugar. Ignora os esforços de seus pais.
Se somos esse tipo de pais protetores, estamos realmente demonstrando amor ou estamos destruindo nossos filhos?
Você pode dar ao seu filho uma casa grande, boa comida, educação de
ponta, uma televisão de tela grande... Mas quando você está lavando o
chão ou pintando uma parede, por favor, o faça experimentar isso também .
Depois de comer, que lave os pratos com seus irmãos e irmãs. Não é
porque você não tem dinheiro para contratar alguém que faça isso; é
porque você quer amar do jeito certo. Não importa o quão rico você é,
você quer entender. Um dia, você vai ter cabelos brancos como a mãe ou o
pai deste jovem.
O mais importante é que a criança aprenda a apreciar o esforço e ter a experiência da dificuldade, aprendendo a capacidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.
(Tradução da postagem de Adri Gehlen Korb)
IDEOLOGIZANDO A IDEOLOGIA
Conta uma bela lenda judaica que num passado distante toda a humanidade
vivia junta e falava a mesma língua. Tendo dominado as técnicas de
construção e descoberto seu próprio poder criativo, os homens decidiram
construir uma torre tão alta, que seu topo chegaria até o céu e eles
veriam o criador. Irritado com a arrogância humana, deus resolveu
confundir a língua dos homens, para que a
gigantesca construção não prosperasse. Ao não se entenderem mais, os
trabalhadores da obra não puderam coordenar seus esforços e a torre
acabou desmoronando, fruto do caos instaurado.
A lenda sobre a
Torre de Babel tem muito a nos ensinar, mas as lições não são sobre a
vaidade humana, o poder de deus ou a origem dos idiomas modernos e sim
sobre algo muito mais concreto: o funcionamento de nossa sociedade.
Assim como na Torre de Babel, a humanidade, mesmo sem saber, realiza
uma grande obra coletiva e coordena esforços para isso: os carros
produzidos no Brasil são vendidos na Argentina, levados até lá em navios
fabricados no Japão, mas que pertencem a armadores gregos, que empregam
marinheiros filipinos. Não há no mundo um único bem material que não
seja fruto dos trabalhos conjugados de milhares de homens e mulheres.
Também como na lenda, a maioria dos participantes dessa imensa obra
chamada sociedade “fala a mesma língua”, ou seja, compartilha certas
ideias e valores, tem uma mesma “visão de mundo”. Por compartilharem as
mesmas ideias, as pessoas acabam tendo também um comportamento parecido.
A esses ideias ou conjunto de ideias que moldam o comportamento humano,
chamamos ideologias.
Para que servem as ideologias
O papel
das ideologias é garantir o funcionando da sociedade. Ora, o que
aconteceria, por exemplo, se os trabalhadores ignorassem as leis sobre a
propriedade privada e resolvessem tomar para si as fábricas, bancos e
latifúndios? Ou se as mulheres se revoltassem contra o machismo e
passassem a reagir violentamente em qualquer situação de opressão? Ou se
os homossexuais se organizassem para espancar neonazistas na Av.
Paulista? É claro que se isso acontecesse, a ordem burguesa entraria em
colapso e a sociedade, tal como a conhecemos, desmoronaria sobre si
mesma como uma enorme Torre de Babel.
Para que isso não
aconteça, para que a dominação capitalista siga seu curso
tranquilamente, é necessário que as pessoas aceitem passivamente as
condições de exploração e opressão a que são submetidas. Como conseguir
isso sem recorrer todo o tempo à violência? Através das ideologias.
Cria-se, assim, a ideologia de que a propriedade privada é sagrada e de
que os grandes empresários, banqueiros e usineiros são heróis
nacionais; de que as mulheres são propriedade de seus maridos e devem a
eles respeito e obediência; de que a homossexualidade é uma doença e por
isso, se os homossexuais apanham na rua, é porque algo de errado
fizeram.
Assim, aos poucos, com inúmeras pequenas ideias,
aparentemente sem conexão entre si, se forma na cabeça dos trabalhadores
uma “visão de mundo” que já não corresponde aos seus interesses, mas
sim aos interesses dos capitalistas. As ideias que justificam a
dominação burguesa tornam-se predominantes em toda a sociedade. Elas são
reproduzidas exaustivamente na TV, nas escolas, nas páginas dos
jornais, na família, no trabalho, entre colegas. Os trabalhadores, pelo
simples fato de viverem em sociedade, absorvem essas ideologias e agem
de acordo com elas, mesmo sem perceber. Quando uma ideologia é aceita
por todos, ela se torna uma espécie de “linguagem comum”, que todos
reconhecem, entendem e reproduzem no seu cotidiano.
Como
resultado, explorados e oprimidos passam a fazer uma coisa aparentemente
absurda, mas que é a regra em nossa sociedade: começam a agir contra si
mesmos, contra seus próprios interesses de classe; começam a defender o
inimigo e a combater seus aliados; se dividem. Deste modo, os pais
culpam os professores pelo baixo rendimento escolar de seus filhos, a
população pobre defende um governo de empresários e banqueiros com medo
de perder o bolsa-família, os trabalhadores furam a greve porque se
convencem de que lutar não resolve nada.
O que as ideologias escondem
Tomemos algumas ideias bastante simples e amplamente disseminadas em
nossa sociedade: “O homem é naturalmente egoísta”, “Sempre vai haver
ricos e pobres”, “As mulheres foram feitas para o trabalho doméstico”,
“Uma pessoa sempre vai querer passar a perna na outra”, “O preconceito
já vem desde o nascimento” etc.
Qual o sentido dessas ideias?
Ora, é evidente que todas elas apontam em uma mesma direção: aceitar as
coisas tal como são. E como nos convencem disso? Afirmando que tudo o
que existe é natural e inevitável, que tentar mudar a realidade é ir
“contra a natureza”. Assim, para justificar um mundo de injustiça e
sofrimento, as ideologias “naturalizam” a realidade social, ou seja,
levam as pessoas a acreditar que a desigualdade, a exploração e a
opressão são tão naturais quanto a chuva, o vento ou o movimento das
marés. As ideologias escondem o grande segredo da dominação burguesa: o
fato de que a sociedade é uma construção humana e que portanto não há
nada de “natural” nela; que o mundo em que vivemos é o resultado da
cooperação dos indivíduos e justamente por isso pode ser mudado por
esses mesmos indivíduos.
A propaganda ideológica
Mas
como as ideologias se espalham pela sociedade? Como absorvemos e
reproduzimos com tanta facilidade ideias tão absurdas? Se existe
democracia, como alguém pode controlar o que eu penso? Para responder a
essas perguntas, é preciso entender como funciona a propaganda
ideológica.
Todos sabemos o que é propaganda. As Casas Bahia
fazem propagandas animadas, com pessoas falando alto e rápido, e com
ênfase nos preços. A Nike centra sua propaganda no incrível desempenho
dos atletas que usam seus artigos. O Itaú faz propaganda dos benefícios
que seus clientes podem ter com esse ou aquele investimento. Em todos
esses casos, o propósito é claro e evidente: compre, use, aplique seu
dinheiro! Não há nenhuma dificuldade em reconhecer que estamos diante de
uma peça de propaganda. Se alguém não gostar, pode mudar de canal ou
virar a página da revista.
Já a propaganda ideológica é um
pouco mais complicada. Como dissemos, o principal objetivo das
ideologias é fazer as pessoas agirem contra si mesmas. Por isso a
burguesia não pode dizer abertamente: “aceite a exploração”, “aceite a
opressão”, como se dissesse “beba Coca-Cola”. Uma tal propaganda
revelaria a dominação ideológica e provocaria ainda mais revolta. Por
isso a principal característica da propaganda ideológica é que ela é
disfarçada, sutil, encoberta, subliminar.
Quando um artigo
sobre uma greve de professores começa falando dos alunos que ficaram sem
aula, estamos diante de uma peça de propaganda ideológica. O objetivo
não é informar ou esclarecer, mas sim mostrar como as greves prejudicam a
população.
O jornalista não dirá isso abertamente, mas todo o
texto será montado para deixar provocar no leitor essa sensação. Quando
depois do assassinato de Bin Laden pipocam nos programas dominicais
reportagens especiais sobre a tropa de elite que matou o líder da
Al-Qaeda, estamos diante de propaganda ideológica. Aqui o recado é: os
EUA são invencíveis, para eles não há missão impossível, não ousem
desafiá-los! Como se sabe, a melhor forma de plantar uma ideia na cabeça
de alguém é fazer a pessoa acreditar que chegou sozinha a essa
conclusão.
Assim age a burguesia. Ela não diz “a mulher é um
objeto”. Ela apenas mostra comerciais de cerveja que têm a mulher como
objeto. Quem chega à conclusão de que a mulher é um objeto é o
telespectador. Ela não escreve nos jornais “é preciso derrubar a mata ao
redor dos rios”. Ela apenas mostra o quanto o agronegócio, que derruba a
mata ao redor dos rios, é o “motor de desenvolvimento do país”. Quem
chega à conclusão de que a derrubada das matas é um mal necessário é o
leitor. Ela não diz “vamos acabar com os direitos trabalhistas”. Ela só
diz que nos EUA, o país mais poderoso do planeta, quase não existem
direitos trabalhistas. Quem chega à conclusão de que os direitos
trabalhistas são um entrave ao desenvolvimento do país é o próprio
trabalhador.
Por isso, o fato de uma pessoa ter uma opinião
formada sobre um determinado assunto não significa de modo algum que
essa ideia seja dela. No sótão com Mayaventa e nove porcento das ideias
que temos na cabeça foram plantadas sutilmente pela burguesia através da
educação, da imprensa, da família, da TV, do cinema, da igreja etc etc
etc. A força das ideologias está justamente no fato de que os explorados
defendem e reproduzem as ideias dos exploradores, achando que essas
ideias são suas.
Ao serem repetidas incansavelmente por toda a
sociedade, as ideologias assumem a aparência de uma “verdade absoluta”.
Como assim as mulheres são iguais aos homens? Como assim acabar com a
exploração? Como assim socialismo? Quando alguém questiona uma
ideologia, parece realmente que está “falando outra língua”.
Instintivamente, repelimos esse tipo de pessoa e a separamos de nosso
convívio. Ou simplesmente a ignoramos. A Torre de Babel não pode ser
abalada.
Ideologia da classe operária
Mas se uma
ideologia é uma determinada “visão de mundo”, um conjunto de ideias que
serve a certos interesses, poderíamos então dizer que a classe
trabalhadora tem uma ideologia? A resposta é categórica: sim!
O
socialismo científico, formulado na metade do século 19 pelos filósofos
alemães Karl Marx e Friedrich Engels (por isso chamado também de
marxismo) é a ideologia da classe operária, a ciência de sua libertação.
O socialismo científico é um conjunto de ideias que interpretam
corretamente o mundo à nossa volta, que revelam as verdadeiras razões da
opressão, da desigualdade e da exploração. No entanto, diferentemente
das ideologias burguesas, que penetram na mente dos trabalhadores por
milhares de meios invisíveis e imperceptíveis, o marxismo não chega às
residências pelas antenas de TV, não é ensinado nas escolas, nem cantado
em canções de sucesso. Ele precisa ser buscado, descoberto. E é claro,
como toda ciência, o marxismo precisa ser estudado.
O operário
consciente que deseje entender a fundo o mundo ao seu redor deve começar
por desconfiar de todas as ideias que parecem óbvias e naturais porque a
maior parte delas não passa, muito provavelmente, de mentiras bem
contadas. Em seguida, deve ter, em relação à sociedade, a mesma
curiosidade que tem em relação à máquina nova que acaba de chegar na
fábrica: deve querer desvendá-la, destrinchá-la, dominá-la. Tendo
dominado o marxismo, esse operário interpretará os fatos da realidade
com a mesma facilidade que um eletricista experiente interpreta o
esquema elétrico de uma garagem residencial, que tem uma lâmpada, um
interruptor e uma tomada.
A verdadeira obra humana
As
ideologias burguesas não são uma força invencível. Se a classe dominante
tivesse tanta confiança em suas ideias, não haveria homens armados de
prontidão nos quarteis e batalhões, aguardando as ordens para bater,
dispersar e prender.
Karl Marx, o velho filósofo alemão, disse
certa vez que quando uma ideia é absorvida pelas massas organizadas, ela
adquire força material, ou seja, vira uma arma real.
Quando a crise
econômica, política e social colocar em xeque a dominação burguesa;
quando a repressão contra os trabalhadores, ao invés de inibi-los, gerar
ações ainda mais radicalizadas, a ideia do socialismo penetrará nas
grandes massas e balançará a monstruosa obra do capitalismo. Os
trabalhadores, ao invés de falar a língua da burguesia, começarão a
falar a sua própria língua e se entenderão. A imensa Torre de Babel,
erguida sobre as costas dos pobres e perseguidos, e solidificada com o
cimento da mentira, desmoronará sobre as cabeças de seus arquitetos
incompetentes. E os trabalhadores, livres do entulho da velha
construção, começarão a sua própria obra: uma sociedade sem opressão e
exploração, o socialismo no mundo inteiro
Fascistas invadem o Congresso Nacional
O PSDB e DEM teriam alugado ônibus para levar de São Paulo e Pernambuco um grupo de 200 manifestantes pagos para promover o empastelamento do Legislativo
Altamiro Borges - Blog do Miro
A direita nativa, que não engoliu
até hoje a derrota nas eleições de outubro, está disposta a tudo para
sabotar o governo de Dilma Rousseff. Nas ruas de algumas capitais,
grupos de fanáticos gritam pelo impeachment da presidente e pedem o
retorno da ditadura militar. Nas redes sociais, os fascistóides vomitam
preconceitos contra os nordestinos e pregam a divisão territorial do
Brasil. Nesta terça-feira (2), porém, estes grupelhos resolveram ousar
ainda mais e invadiram o Congresso Nacional. Aos berros de “Fora PT” e
“Vai para Cuba”, uma minoria barulhenta impediu a votação do projeto que
promove ajustes nas metas fiscais do governo. A senadora Vanessa
Grazziotin (PCdoB-AM) foi xingada de “vagabunda”!
A ação fascistóide foi previamente organizada. Num vídeo, o patético Lobão convocou seus lunáticos seguidores para o protesto em Brasília – mas ele mesmo não apareceu, alegando outros compromissos. Sites de agrupamentos fascistas – que defendem um novo golpe militar e o desmembramento do país – também reforçaram a convocatória. O pior, porém, foi a postura adotada pelo PSDB e DEM, cada vez mais metidos na ofensiva golpista. Eles garantiram o apoio aos agressivos manifestantes. Há boatos, inclusive, de que estes partidos ajudaram a bancar as despesas dos fascistóides. Entre os mais histéricos apoiadores da invasão ao Congresso Nacional estava o derrotado Aécio Neves.
Segundo relato do jornal Valor, o tumulto causado pelos manifestantes levou o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), a suspender a votação. “A atitude foi motivada pelo enorme barulho provocado pelos populares, que gritavam palavras de ordem e atrapalhavam a sessão. O estopim da confusão foi o protesto da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) de que gritos de ‘vagabunda’ teriam sido proferidos enquanto a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) falava na tribuna”. O jornal, que não disfarça mais seu oposicionista, também registra que “alguns manifestantes trajavam camisetas com inscrições ‘impeachment já’” e que eles ocuparam as galerias com a ajuda do PSDB e DEM.
A invasão do Congresso Nacional por grupelhos fascistas é um fato gravíssimo. Mais grave, porém, como aponta o blogueiro Eduardo Guimarães, é que esta ação tresloucada conte com o apoio dos partidos de oposição. “PSDB e DEM alugaram ônibus para levar de São Paulo e Pernambuco um grupo de 200 manifestantes pagos que, em plena terça-feira, deixaram suas vidas, seus empregos em seus Estados de origem para promover o empastelamento do Legislativo federal. O presidente do Senado, Renan Calheiros, denunciou esse atentado à democracia praticado pelo PSDB e pelo DEM, em sua marcha golpista, iniciada após serem derrotados nas urnas”. Ele também lamenta a cumplicidade da mídia.
Nos telejornais, os fascistóides foram
tratados como vítimas da ação truculenta da segurança do Congresso. “Uma
mulher, identificada como Ruth Gomes de Sá, ligada ao PSDB, estava
incontrolável. Tentava chutar os agentes da Polícia Legislativa que
tentavam controlar cerca de duas dezenas de manifestantes. Teve que ser
contida. A mídia, porém, acusa só o momento em que foi imobilizada por
um agente, sem explicar a causa”. Como ele alerta, a ação desta
terça-feira faz parte da escalada golpista em curso no país. É urgente
uma reação das forças democráticas!
sábado, dezembro 06, 2014
POVO DIZ NÃO MAIS UMA VEZ AO PSICOPATA - Marcha convocada por Aécio é fiasco completo
6 de dezembro de 2014 | 17:58 Autor: Miguel do Rosário
Aécio Neves fez vídeo. Aloysio Nunes fez vídeo. Ronaldo Caiado fez vídeo. Lobão vez vídeo. Paulo Ricardo (ex-vocalista do RPM, para quem não se lembra) fez vídeo.
Mesmo assim, o protesto na Avenida Paulista, convocado para este sábado, deu menos gente que nas outras vezes.
Para variar, um monte de gente com cartazes pedindo intervenção militar, para constrangimento da ala que pretendia posar de democrática, apesar de pregar impeachment da presidente eleita há poucas semanas.
Quanto ao número de pessoas, varia segundo as fontes.
O Terra diz que foram “dezenas”.
A Folha diz que havia 800 no Vão Livre do Masp, mas que depois cresceu para 2000 descendo a Consolação.
O Globo, maior amigo dos golpistas, diz que, segundo a Polícia Militar, “havia cerca de 4 mil pessoas no ato por volta das 16h45″.
De qualquer jeito, foi um fiasco.
Desorganizado, triste, agressivo e patético.
Aécio Neves não deu as caras, para revolta das “lideranças”, como Lobão. Mandou dizer que estava “trabalhando”.
Pausa para rir até meados de 2018…
As fotos acima e abaixo foram colhidas na reportagem do Terra, tem o seguinte crédito: Futura Press/Vilmar Bannach.
Em Vitória, também houve protesto. 70 pessoas compareceram, segundo o G1. A foto obtida pelo repórter do G1 mostra apenas 15 pessoas.
quarta-feira, dezembro 03, 2014
QUADRILHA FRAUDA VESTIBULARES DE MEDICINA HA QUASE 20 ANOS E COMO FICAM OS PACIENTES DESSES "MEDICOS" PRODUTOS DE FRAUDE?
Tenho visto nos noticiarios jornalisticos, as chamadas midias, a prisao de quadrilhas que tem fraudado o ENEM e ods vestibulares a mais de vinte anos. sao bandidos organizados e com um grau de sofisticação tamanha que parecem produçoes cinematograficas com pontos eletronicos, centaris de radio e etc.. Pois bem o curioso é que ninguem desses fraudadores temfraudado vestibulares ou ENEM para o curso de pedagogia, comunicação, portugues, filosofia, psicologia ou magisterio, . Mas fraudadores frauda somente o curso de MEDICINA, porque? porque o curso de medicina é uma curso de retorno imediato e é um curso que nao tem como nao dar certo . Não existe medico pobre e nem mal remunerado. èxiste sim medico mal carater , mal educado ,irresponsavel ,mercenario, perdulario, financisata, desonesto e classista. É uma profissao que funciona assim... O cidadao se forma com o dinheiro publico bancado pelo cidadao que paga imposto , geralmente opovo pobre, ja que o rico sempre sonega,. Prova é que na operação lava jato entre os sonegadores e os ladroes presos , tem politicos de prestigios de TODOS OS PARTIDOS POLITICOS SEM SALVAR SO e empreiteiras, tambem de prestigios. Pois é la nao tem pobre, que, por serem pobres sao honestos e sao honestos por serem pobres. Pois bem , esses medicos se formam com o dinheiro dopobre e depois de formados se negam a atender pobres por esses nao possuirem dinheiro para comprar seu atendimento. seres mercenarios, perdularios fazem da medicina um comercio e se dizem profissionais da saude e se comprazem da doença. Essa corja, nas ultimas eleiçoes estavam fazendo campanha contra a presidente Dilma simplesmente porque ela no programa mais medicos trouxe medicos de varias partes do mundo para atendimento dos pobres Brasileiros. Com isso o mercado de doentes ficou meio escasso e ai a concorrencia aumentou. Por isso foram as ruas contar Dilma e perdendo a eleiçao ressuscitam ideias conservadoras ate de intervençao. pois bem de intervenção e golpe eles entendem,pois entram nas faculdades na base de falcatruas. Esse jornalista aqui lança um desafio: gostaria que esse medicos , que na maioria entraram na faculdade fraudando vestibulares e ou enem, que se manifestem e peçam uma delação premiada e delatem os esquemas que colocaram eles la. E ai eu pergunto...Como fica o povo Brasileiro que é atendido por um medico desses que entraram na faculdades por fraudes em concursos vestibulares? ESSES QUE ESTAO DE LUTO PELO BRASIL DEVERIAM ESTAR DELUTO CONTRA O MAL CARATISMO DESSES QUE FRAUDAM VERGONHOSAMENTE OS ACESSOS PREJUDICANDO AS PESSOAS HONESTAS, QUE SAO PUNIDAS POR ISSO. Nao so curta compartilhe para desmascararmos essa corja
sexta-feira, novembro 28, 2014
DEPOIS DE NEGAR A PAGAR PENSAO DE FILHA FORA DO CASAMENTO , ESTA CONDENA ÁLVARO DIAS EM CASO DE R$ 16 MILHÕES
Principal porta-voz da oposição, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que chegou a defender a CPI do caso Rosemary, foi condenado por não ter pago pensão a uma filha fruto de relacionamento extraconjugal com uma funcionária pública; ação judicial pede a anulação da venda de cinco casas em Brasília avaliadas em R$ 16 milhões e o acusa ainda de abandono afetivo
24 DE DEZEMBRO DE 2012 ÀS 06:36
247 - A imagem que ilustra este texto é o retrato do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), um parlamentar que se especializou em apontar o dedo para os outros. Até recentemente, esse papel era exercido pelo ex-senador Demóstenes Torres, que caiu quando foram descobertas suas relações promíscuas com o bicheiro Carlos Cachoeira. Com Demóstenes fora do jogo, o papel foi assumido por Álvaro Dias.
Recentemente, o senador tucano pediu a abertura de uma CPI para investigar o chamado Rosegate, sobre a secretária Rosemary Noronha. "É um escândalo de baixo nível, que expõe a postura descabida de quem preside o país, antes e agora", disse ele, que chegou a propor a coleta de assinaturas para a instalação de uma comissão sobre o caso.
Agora, no entanto, é Álvaro Dias quem está na defensiva. Ele foi condenado pela Justiça por não ter pago pensão a uma filha fruto de relacionamento extraconjugal com funcionária pública. A ação judicial pede ainda a anulação da venda de cinco casas em Brasília avaliadas em R$ 16 milhões – patrimônio relativamente alto para alguém que vive apenas da atividade política.
Ouvido pelo jornalista Claudio Humberto, Dias disse estar sendo alvo de "chantagem". Leia, abaixo, as notas na coluna de CH:
Senador é réu
por pensão e
abandono afetivo
por pensão e
abandono afetivo
Habituado ao ataque, o senador Álvaro Dias (PR), líder do PSDB no Senado, agora está na defensiva: foi condenado na Justiça pelo não pagamento de pensão a uma filha – ainda menor de idade – fruto de seu relacionamento com a funcionária pública Monica Magdalena Alves. O tucano responde a processos, em segredo de justiça, por abandono afetivo e corre risco de ter o seu patrimônio bloqueado.
Pensão paga
Álvaro Dias ficou indignado com a ação judicial contra ele. Conta inclusive que só de pensão paga dez salários mínimos por mês.
Nulidade
Em um dos processos, a filha do senador Álvaro Dias pede anulação da venda de cinco casas dele, no valor de R$ 16 milhões, em Brasília.
Chantagem
Álvaro Dias considera que tem cumprido seu dever de pai “rigorosamente”, o que o leva a concluir: “Isso é chantagem”.
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