Prof. Paulo Jorge dos Santos.Jorn., Grafólogo,Prof. e Ambientalista, Pós Graduado em Adm.Legisl.P.UNISUL, Membro do Col. Est. e Nac.de meio Ambiente do PT, F. Mineiro de Agenda 21, Membro da Coord.Est.de Comb.ao Racismo do PTMG, Coord. Reg. Met.de Comb.ao Racismo da RMBH do PTMG. Membro dos Comitês de Bacias dos Rios Pará e São Francisco. Palestrante Em Faculdades e Órgãos Públicos Com Ações e Consultorias Em Dir. Humanos Étnicos e Ambientais.
domingo, novembro 09, 2014
O ENEM E A DEMOCRATIZAÇÃO RACIAL NO ENSINO SUPERIOR
Mais de cinco milhões de estudantes que farão o exame se declararam pretos e pardos no momento da inscrição
Luiz Gushiken Se um dia você quiser saber o que é passar por um massacre midiático, acompanhe a história de Gushiken
Paulo Moreira LeiteDiretor da Sucursal da ISTOÉ em Brasília, é autor de "A Outra História do Mensalão". Foi correspondente em Paris e Washington e ocupou postos de direção na VEJA e na Época. Também escreveu "A Mulher que Era o General da Casa".
- Luiz Gushiken
Se um dia você quiser saber o que é passar por um massacre midiático, acompanhe a história de Gushiken
Conheci Luiz Gushiken quando ele era gordo, tinha cabelos imensos e um bigode de estilo mexicano. Na última vez que nos encontramos, num quarto no Sírio Libanês, pesava menos de quarenta quilos, os cabelos tinham ficado brancos e ralos. Falava com dificuldade mas a mente seguia continuava alerta.
Conversamos sobre a conjuntura. Longe de qualquer atividade política, Gushiken estava preocupado com o resgate da história do Partido dos Trabalhadores e com o esforço dos adversários para esconder os méritos da legenda no progresso da maioria dos brasileiros.
Uma dos alvos das denúncias da Ação Penal 470, Gushiken conseguiu desmontar, uma a uma, as acusações apresentadas contra ele. Chamado a depor na CPMI, foi embora sem deixar pergunta sem resposta. Quando comentei esse desempenho com colegas de trabalho, ouvi uma resposta desoladora: “As pessoas são treinadas para mentir.”
Gushiken foi inteiramente inocentado no julgamento mas só depois de passar sete anos nas páginas de jornais. O professor de um de seus filhos chegou a criticar Gushiken em sala de aula, na frente de todos, enfrentando, mais tarde, a reação firme de Beth, sua mulher.
Se um dia você quiser saber o que é passar por um massacre midiático, acompanhe a história de Gushiken. Ele colecionou episódios que lembram que a falta de regras claras sobre o direito de resposta pouco tem a ver com o direito a liberdade e à dignidade da pessoa humana, mas é um estímulo à covardia e à incompetência.
Publicou-se que uma empresa de consultoria da qual havia sido sócio cresceu mil vezes depois que ele assumiu a Secretaria de Comunicação do Governo Lula. Gushiken provou que os números estavam absurdamente errados e se baseavam em dados falsos, fornecidos por uma prefeitura inimiga, mas a correção jamais foi feita em público.
Toda a acusação sobre seu papel no mensalão teve como base um o segundo depoimento de Henrique Pizzolato a CPMI. Pizzolato jamais confirmou o que disse e, no depoimento a Justiça, aquele que tem valor jurídico, voltou atrás nas acusações. Esclareceu que falou sob pressão das câmaras, de deputados e jornalistas. Seu novo depoimento, base que o ministro Ricardo Lewandovski utilizou para pedir a absolvição de Gushiken, jamais foi divulgado pelos mesmos veículos que tanto barulho fizeram quando esteve na CPMI. Gushiken também foi acusado de ter consumido R$ 3 000 num jantar. Provou que era mentira e ganhou uma indenização por causa disso. Mas a correção jamais foi publicada.
Como Secretário de Comunicação, Gushiken teve atitudes que honram a biografia de um homem público.
No início do governo Lula, quando a TV Globo e demais emissoras encontravam-se em situação falimentar, rondando o Planalto em busca de socorro, Gushiken concordou com a ideia de dar apoio, mas defendia uma proposta que, mesmo rejeitada, ajuda a entender seu pensamento. Já que se pedia recursos que jamais seriam pagos, o Estado brasileiro não poderia prestar serviços gratuitos. Deveria ser recompensado com uma participação acionária nas empresas que fossem beneficiadas.
Gushiken tomou providências para disciplinar uma antiga folia com verbas de publicidade oficial, pela qual estatais negociavam anúncios a preços infinitamente superiores ao mercado, consumindo recursos públicos para subsidiar ganhos privados. Numa intervenção logo no início da gestão, exigiu negociações às claras entre as partes, criando uma mesa comum para dificuldade acertos às escondidas.
Dando início a uma política que seria generalizada e bastante ampliada no segundo mandato de Lula, por Franklin Martins, começou a desconcentrar a publicidade oficial, até então monopolizada por grandes e poucos veículos.
Nascido numa família de imigrantes de Okynawa, ilha que abriga uma das regiões mais pobres do Japão, Gushiken teve pais que venderam pastel em feira. Formado pela Fundação Getúlio Vargas, foi o principal líder dos bancários brasileiros em seu devido tempo. Teve um papel destacado na organização de uma greve nacional da categoria, em 1985.
Militante da Organização Socialista Internacionalista, matriz da tendência estudantil Liberdade e Luta, foi um dos primeiros a compreender corretamente a importância dos sindicatos oficiais, reconhecendo que poderiam servir à luta dos trabalhadores e não deveriam ser encarados como simples escolas de peleguismo e picaretagem – como sustentavam estudiosos ligados a UDN paulista e uma clientela de ultraesquerda que possuía tantos adeptos nos anos 1970 e 1980.
Lutando contra um câncer que levou dois terços do estômago em 2002, Gushiken exibia uma disposição fora do comum. Recebia atendimento médico no Planalto, para não atrapalhar o expediente.
Anos depois, arrastando o equipamento de soro que lhe servia de alimento, uma de suas diversões recentes era brincar com Kika, uma cachorrinha pequena e briguenta. Não podia alimentar-se mas discutia cardápios e receitas.
Essa capacidade de aproveitar cada momento da existência como uma experiência única e preciosa costumava confundir. Levei anos para compreender a gravidade real de sua doença.
Não era possível falar tanto no futuro, dar tantas risadas, se aquele mal fosse tão ruim como ele mesmo dizia. Saíamos para jantar e, enquanto foi possível, não recusava um copo de vinho.
Tratando-se com medicamentos experimentais que lhe permitiram uma vida mais longa do que a maioria dos pacientes, costumava dizer, nos últimos anos: “já estou no lucro.” Falava dos respeito e um certo distanciamento dos hospitais de ponta em que costumava ser tratado. “Aqui você não consegue morrer. Sempre que está ficando muito mal, aparece uma equipe e faz alguma coisa.”
Nas conversas mais recentes, tomava doses frequentes de morfina para aliviar a dor e dizia que estava “descendo a pinguela.”
De volta para casa, após nossa última conversa, enviei para seus filhos o link de uma música que expressa as melhores emoções que essa convivência me ensinou. Estou falando de "We Shall Overcome", uma canção que se transformou num clássico da esperança simples de homens e mulheres que pretendem viver em paz, num mundo fraterno.
Em homenagem a Luiz Gushiken, deixo o link para quem quiser aproveitar um único e precioso momento.
segunda-feira, outubro 27, 2014
Como uma Brasileira exemplar Ana Moser se diz envergonhada com reação de atletas após eleição
POR MARCEL MERGUIZO27/10/14 22:04
A reeleição de Dilma Rousseff (PT), neste domingo (26), despertou diversas reações nas redes sociais, inclusive de atletas brasileiros contrários à vitória da presidente.
No início da noite desta segunda-feira (27), então, uma das principais líderes entre os atletas fora das quadras, campos, piscinas e pistas, também usou o Twitter, mas para criticar a atitude polêmica de companheiros de esporte –principalmente em relação a jogadores de vôlei, muitos deles da seleção brasileira como Sheilla, Lucão e Nalbert, como ela mesma citou posteriormente.
À convite do blog Olímpicos, Ana Moser explicou sua posição com o texto abaixo:
“O Brasil sai fortalecido deste último processo eleitoral. A cada eleição mais e mais pessoas se envolvem e participam de diferentes maneiras, debatem, formulam opiniões, tomam um lado. As redes sociais são palanques acessíveis a qualquer um se expressar. Porém a disputa apertada do domingo acirrou ainda mais os ânimos e o lado derrotado sentiu e reagiu.”
“Vi muitas manifestações pesadas de pessoas mais e menos populares, até que deparei com mensagens de atletas do voleibol e não resisti. Na minha visão o pessoal exagerou, não pensou antes de teclar. ‘Fair play’ acima de qualquer coisa, sem desmerecer o processo democrático. Me senti envergonhada com a falta de bom senso dos meus colegas. Afinal não é competição, é eleição. Não se trata de vestir a camisa de torcida, se toma ideologicamente um lado antes e, depois, são todos do mesmo lado, do lado do Brasil.”
“Mas, como disse antes, estamos avançando a cada eleição, vivendo e aprendendo a jogar.”
Ana Moser é medalhista olímpica de bronze em Atlanta-1996, presidente do Instituto Esporte & Educação e da organização sem fins lucrativos Atletas pelo Brasil
DEPOIS DA REELEIÇAO DA PRESIDENTE DILMA VEJA , SE BORRANDO DE MEDO RESOLVE DEMITIR SEU REDATOR CHEFE
Carro-chefe do Grupo Abril, a revista Veja pode amanhecer na terça-feira 28 com um novo núcleo de direção de redação. O diretor de redação Eurípedes Alcântara está com seu cargo por um fio. Ele foi chamado a um jantar na casa do presidente do Grupo Abril, Fábio Barbosa, nesta segunda-feira 27, ao qual também comparecerão os redatores-chefes Lauro Jardim, Fabio Altman, Policarpo Jr. e Thaís Oyama.
Em pauta, como sair da situação criada com a capa sem provas, que rendeu dois direitos de resposta ao PT e custou à Abril a pichação à entrada de sua sede, na avenida Marginal, em São Paulo.
Barbosa ficou irritadíssimo com a repercussão negativa da capa de Veja, lançada às pressas, na sexta-feira 24, a tempo de interferir na eleição presidencial.
Seis meses atrás, ficou definido que Alcântara teria de se reportar diretamente a Barbosa a respeito das principais decisões editoriais de Veja. No jantar, ficará claro que a situação do diretor-de-redação nunca foi tão delicada. Mudanças no comando da revista podem ser anunciados nas próximas horas.
segunda-feira, setembro 15, 2014
Cotas como instrumento para igualar as oportunidades
Algumas pessoas acreditam que a solução está apenas no fortalecimento da educação. O que é um tremendo cinismo, pois se a partir de hoje todos os formados em medicina neste país fossem negros, levaríamos 25 anos para que o percentual de negros médicos fosse igual ao percentual de negros na população. E a turma que já está na faculdade, ou que teve que começar a trabalhar mais cedo? Como fica este segmento no hiato dos investimentos em educação básica. As pessoas que professam estas idéias deveriam começar a observar nos restaurantes caros que frequentam, nos clubes e eventos aonde vão, nos balcões das companhias aéreas e nas lojas mais caras dos shoppings quantos negros encontram. Certamente, o percentual não chegará a 50,6%, que é o percentual da população negra, como seria de se esperar caso estivéssemos num país racialmente equânime.
Mesmo a melhora generalizada no ensino brasileiro nas últimas décadas não foi suficiente para acabar com a desigualdade educacional histórica. Atualmente, há mais brasileiros frequentando as escolas e houve um aumento nos anos de escolaridade de todos os segmentos. Ainda assim, de acordo com dados do Ministério da Educação, a distância de dois anos na média de escolaridade entre negros e brancos permanece intocada nos últimos 20 anos. Neste sentido, não resta dúvida de que a adoção do sistema de cotas contribuirá para uma sociedade mais igualitária.
A EVOLUÇÃO DO PIB BRASILEIRO
Durante décadas, o Brasil, seus governantes e mesmo seu empresariado nascente não estavam dispostos ou preparados nem para sonhar com um país moderno, economicamente forte, aquilo que eles diziam que queriam. Na década de 1930, o debate fundamental era se o Brasil só devia exportar ou se devia criar indústria. Então, durante todas essas décadas, em não havendo sonho da possibilidade de um país moderno, não foram lançadas as condições básicas dessa modernidade, rodovia, ferrovia, aeroportos, transportes hídricos, nada. Isso tem a ver com o PIB, hoje dito pequeno, e do qual a oposição brasileira deseja se aproveitar nos próximos anos.""O que está acontecendo agora é justamente um investimento maciço naqueles setores, nas condições absolutamente necessárias para o crescimento do PIB. Porque no contexto existente não haveria mais como crescer o PIB, não tem mais pra onde andar o agronegócio, não tem como as empresas industriais crescerem. Então, o Brasil cresceu enquanto foi possível. Para crescer mais, não tem jeito: tem de expandir isso, e isso obviamente, enquanto está sendo feito, reduz um pouco a capacidade de crescimento. Agora a partir de 2016, 2017..."
“Desistir do pré-sal é desistir do Brasil"
Com a descoberta do pré-sal, o Brasil deu um importante passo para figurar, já nos próximos anos, entre as maiores economias do mundo. Apenas com os primeiros campos já mapeados, as reservas brasileiras comprovadas devem triplicar. A estimativa é de reservas de até 100 bilhões de barris, numa área da costa que vai de Santa Catarina ao Ceará, que vão alavancar o país da 13ª para a 4ª posição entre os maiores produtores mundiais de petróleo.
Tivemos no Congresso e na sociedade um duro embate em torno da divisão dos lucros da exploração do pré-sal entre os estados. O Rio de Janeiro conseguiu momentaneamente evitar perdas nas receitas com os royalties, que hoje são vitais para seu desenvolvimento. A sombra de uma grande injustiça contra o estado, no entanto, voltou a pairar sobre nós com a presença, em uma chapa de oposição na disputa presencial, do deputado Beto Albuquerque, que na Câmara, desde 2009, tenta tirar do Rio R$ 1,6 bilhão por ano em royalties.
Contudo, limitar a discussão sobre a riqueza do pré-sal à mera redivisão dos royalties é deixar o óleo escapar por entre os dedos.
Ainda mais importante é a discussão sobre como será desenvolvido e apropriado pela sociedade este enorme potencial. A história dos países produtores nos mostra que o petróleo pode ser uma dádiva ou uma maldição. São muitos os exemplos de nações que não souberam utilizar as riquezas do seu subsolo em proveito da melhoria da qualidade de vida e dos indicadores de desenvolvimento humano de sua população.
No Brasil, o primeiro passo para garantir que a riqueza do pré-sal esteja de fato a serviço do crescimento econômico e da redução das desigualdades foi dado durante o Governo Lula, que alterou o modelo exploratório da Concessão para a Partilha. O segundo passo foi dado no Governo Dilma, no qual ficou determinado que 75% dos recursos do pré-sal serão destinados à Educação e 25% para o financiamento da Saúde.
Vamos em frente, sem retrocessos. Como bem situou a presidente Dilma, desistir do pré-sal é desistir do Brasil.
Tivemos no Congresso e na sociedade um duro embate em torno da divisão dos lucros da exploração do pré-sal entre os estados. O Rio de Janeiro conseguiu momentaneamente evitar perdas nas receitas com os royalties, que hoje são vitais para seu desenvolvimento. A sombra de uma grande injustiça contra o estado, no entanto, voltou a pairar sobre nós com a presença, em uma chapa de oposição na disputa presencial, do deputado Beto Albuquerque, que na Câmara, desde 2009, tenta tirar do Rio R$ 1,6 bilhão por ano em royalties.
Contudo, limitar a discussão sobre a riqueza do pré-sal à mera redivisão dos royalties é deixar o óleo escapar por entre os dedos.
Ainda mais importante é a discussão sobre como será desenvolvido e apropriado pela sociedade este enorme potencial. A história dos países produtores nos mostra que o petróleo pode ser uma dádiva ou uma maldição. São muitos os exemplos de nações que não souberam utilizar as riquezas do seu subsolo em proveito da melhoria da qualidade de vida e dos indicadores de desenvolvimento humano de sua população.
No Brasil, o primeiro passo para garantir que a riqueza do pré-sal esteja de fato a serviço do crescimento econômico e da redução das desigualdades foi dado durante o Governo Lula, que alterou o modelo exploratório da Concessão para a Partilha. O segundo passo foi dado no Governo Dilma, no qual ficou determinado que 75% dos recursos do pré-sal serão destinados à Educação e 25% para o financiamento da Saúde.
Vamos em frente, sem retrocessos. Como bem situou a presidente Dilma, desistir do pré-sal é desistir do Brasil.
quarta-feira, setembro 10, 2014
EMOÇÕES COMPLICADAS
Estamos vivendo uma época aonde as pessoas estão cada vez mais estressadas, a palavra estresse são pressões que tentam nos desequilibrar, ai as pessoas são pressionadas pela mídia a ter uma TV mais cara, um jogo de sofá melhor, celulares de ultima geração, ter um computador com Windows oito e as pessoa num a fã de conseguirem todas essas coisas e muito mais elas acabam caindo numa maneira frenética, bombástica e impulsiva de viver mais conhecido hj como SPA, síndrome do pensamento acelerado, ai a pessoa ela já não tem mais tempo para se alimentar direito, o descanso fica escasso, pq estão trabalhando em dois empregos, não conseguem participar do crescimento dos filhos e nem tão pouco acompanha lós na questão da educação a fixação em ter o melhor acaba nos tornando em seres humanos piores e aí são duas pessoa que agora estão debaixo da SPA, é a esposa que trabalha fora e o esposo que tb trabalha, os dois chegam em casa estressados, cansados, enfadados e esgotados o homem estressado ele não quer conversa ele prefere se isolar ou ficar sentado mexendo no controle aleatoriamente, para lá e para cá, já a mulher ela quer conversar, alguém já disse que a mulher chega a falar vinte mil palavras por dia, então vc já pode perceber que vai haver uma colisão, quando ela tenta falar com ele diz que esta cansado e vai com certeza procrastinar a conversa para um outro dia, mais ela precisa falar para que possa aliviar o peso emocional sobre ela, daí são aonde as emoções ficam efusivas e explosivas. Ter problemas na relação conjugal é normal o anormal é não ter conflitos, pq este faz parte da vida, o conflito não é positivo nem tão pouco negativo depende de como cada um o encara, temos que entender que somos seres humanos individuais e diferentes e é por isso que não enxergamos uma mesma situação da mesma forma, uma pesquisa realizada nos Estados Unidos descobriu que os casais conversam dezessete minutos por semana e uma semana tem dez mil e oitenta minutos aí começa os problemas que podem ser variados, podem vim a ser por intimidade, com os filhos, financeiros, conflitos de papeis, ciúmes, disputas, falta de cooperação nas atividades domesticas ausência de algo, falta de dialogo e sem contar os problemas com sogros e sogras. Sentir raiva tb é bom a raiva é uma emoção uma energia contida dentro de nos que se expressão quando surge uma dificuldade, por exemplo, um homem pode sentir muita raiva quando chegar em casa do trabalho cansado e a esposa despejar sobre ele todos os problemas que houve com ele durante todo aquele dia, a raiva é normal dentro da relação conjugal só precisamos aprender a lidar com ela, para termos paz devemos canalizar essa emoção que é a raiva de maneira saudável quando surge temos que trabalhar para que ela venha a desaparecer tenha em mente que a raiva é uma emoção mas a violência é uma questão de conduta.Vejamos em tão como vem a funcionar a raiva mal expressada dentro da ralação conjugal e as características daquele que maltrata lançando a outra pessoa uma hemorragia verbal1 – Homens que vivem menosprezando a mulher com palavras que machucam e que são cortantes para alma, “Vc é uma boba não serve para nada sem mim vc não existe...”2 – Mulheres que maltratam seus parceiros fazendo que se sintam insiguinificante desvalorizando tudo o que fazem e ferindo sua masculinidade.3 – Homens e mulheres que não sabem perguntar diante de um assunto só sabem resolver afirmando assim “foi vc, vc fez de propósito!”4 – Quando o eu da pessoa esta fraco o ferido fere, uma pessoa agressiva tem o eu tão fraco que se sente ameaçado e é sensível a ela a pessoa que tem o eu fraco tudo em comoda não tem tolerância a frustração é um a pessoa fraca ríspida e em segura5 – falta de empatia, é preciso saber se colocar no lugar do outro muitos casais discutem pq cada um acha que tem razão e a razão não existe, tudo que nos humanos vemos é construído com a menteFormas de resolver o problema: Temos de aprender a cuidar da atmosfera1 – Nunca agredir rebaixar ou desqualificar seu cônjuge2 – Nunca gritar 3 - Não falar a noite de problemas ou dificuldades4 – Não falar quando o outro ou vc mesmo esta nervoso 5 – Não envolver ninguém em seu conflito, a menos que seja um profissional que vc escolheu ajudar 6 – Tentar entender o outro7 – não existe a verdade no casamento, nos conflitos todos temos razão e o que adianta ter razão se o casamento esta afundando. Que essa pequena síntese possa le ajudar a controlar, canalizar e expressar sua raiva de maneira que não venha a machucar o outro...Eu quero agradecer de coração a todas as pessoas que tem acompanhado essas meditações muito obrigado sem vcs isto não estaria acontecendo.
terça-feira, agosto 19, 2014
AGREDIDA PELO JORNAL NACIONAL, DILMA SE DEFENDE
Foi inacreditável a ação eleitoral do Jornal Nacional contra a presidente Dilma Rousseff; William Bonner fez perguntas quilométricas; Patrícia Poeta chegou a fazer cara de nojo e a colocar o dedo em riste diante de Dilma em razão do "nada" que teria sido feito na área da saúde em 12 anos, ditos com ênfase pela apresentadora; Dilma mal teve a oportunidade de responder perguntas que eram acusações, como sua suposta incapacidade de se cercar de pessoas honestas e os números da economia; quando teve oportunidade falar, Dilma disse que seu governo "estruturou o combate à corrupção" e que "nenhum procurador foi chamado de engavetador-geral da República"; ela lembrou ainda o baixo desemprego e a inflação que se aproxima de zero nos últimos meses; não foi entrevista, foi agressão, fora de qualquer padrão civilizado de jornalismo; presidente conseguiu falar sobre o progama Mais Médicos e informar que a inflação está baixando, com zero de elevação em julho
18 DE AGOSTO DE 2014 ÀS 20:45
247 - Com posturas até então desconhecidas do grande público, os apresentadores William Bonner e Patrícia Poeta deixaram a elegância de lado e partiram para o ataque sobre a presidente Dilma Rousseff, na entrevista ao Jornal Nacional concedida no Palácio da Alvorada, em Brasília, nesta segunda-feira 18. Ambos estavam vestidos de preto, indicando luto pela morte do ex-governador Eduardo Campos, cujo último compromisso eleitoral foi a entrevista da quarta-feira 13. Eles não dirigiram nenhuma pergunta sobre o fato à presidente.
Bonner parecia o mais irritado, mas Patrícia não quis ficar atrás. Ela chegou a apontar, em riste, o dedo para a face próxima da presidente, insistindo que o governo dela e do ex-presidente Lula não fizeram "nada" na área da saúde. A presidente conseguiu dizer, entre interrupções da entrevistadora, que hoje, ao contrário do passado, o atendimento de saúde pública atinge 50 milhões de brasileiros.
No início da entrevista, Bonner perguntou, por mais de um minuto, sobre "corrupção e malfeitos", citando uma série de ministérios e também a Petrobras.
- Qual a dificuldade de formar uma equipe de governo com gente honesta?, questionou ele, mais ao estilo botequim de esquina do que o que emprega normalmente, todos os dias, à exceção dos domingos, na bancada do JN. O jogo de apertar a presidente ficou claro desde o primeiro momento.
A própria Dilma percebeu e não se intimidou com a postura da dupla. Procurou responder a todas as perguntas e manter a calma, mas não dando as respostas que Bonner e Patrícia esperavam. Dilma tinha argumentos na ponta da lingua.
- Fomos o governo que mais estruturou o combate à corrupção e aos malfeitos, respondeu ela.
- Nenhum procurador geral da República foi chamado no meu governo de engavetador geral da República", acrescentou, numa referência nada sutil a Geraldo Brindeiro, dos tempos do governo Fernando Henrique.
BONNER NUNCA FIZERA PERGUNTAS TÃO LONGAS E EM TOM TÃO DURO
O âncora do Jornal Nacional insistiu no tema da corrupção, usando cada vez mais ênfase sobre a presidente:
- Um grupo de elite do seu partido foi condenado por corrupção, são corruptos, posso dizer por que a Justiça já julgou, mas o seu partido protegeu essas pessoas. O que a sra. acha dessa postura do seu partido?
Dilma não respondeu diretamente, optando por lembrar sua posição institucional:
- Enquanto eu for presidente da República, não externarei opinião pessoal sobre decisões do Supremo Tribunal Federal. Eu tenho a minha opinião, mas não vou externá-la.
- Mas o que a sra. diz sobre a postuta do seu partido? A sra. não diz nada?
- Olha, Bonner, eu não vou entrar nisso de me manifestar contra a decisão de um poder constitucional. Isso é muito delicado, merece o meu maior respeito.
PATRÍCIA APONTOU O DEDO EM RISTE PARA A PRESIDENTE
Patrícia, que até então estava calada, perguntou sobre saúde, afirmando que "nada fora feito" nos governo Dilma e Lula, e que "as filas se multiplicam nos hospitais e postos de saúde". Dilma, outra vez, procurou responder sem aceitar a indagação como provocação.
Patrícia não gostou do que ouviu, e lá veio Bonner atacar de novo:
- A sra. considera justo culpar ora a crise econômica internacional, ora os pessimistas pelo baixíssimo crescimento da economia brasileira, pela inflação alta?
- A inflação cai desde abril, Bonner, agora mesmo saiu um dado oficial mostrando que houve zero por cento de aumento de preços em julho. Por outro lado, todos os dados antecedentes ao segundo semestre, aqueles que anunciam o que vai acontecer na economia, mostram que haverá crescimento em relação ao primeiro semestre.
Bonner não pareceu satisfeito com a resposta, mas em razão do tamanho das perguntas que havia feito antes, percebeu que o tempo de 15 minutos estava estourando. Foram, de fato, questionamentos quilométricos os que ele fez.
- Eu vou garantir um minuto para a sra. encerrar, disse ele, visivelmente insatisfeito.
- Obrigado, Bonner, eu quero dizer que acredito no Brasil, reiterou Dilma, que ainda foi mais duas vezes interrompida para que fosse cumprido o tempo estabelecido.
- Eu compreendo, vou suspender a minha fala, encerrou Dilma, com classe, diante dos entrevistadores que se mostraram em pleno ataque de nervos.
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