Prof. Paulo Jorge dos Santos.Jorn., Grafólogo,Prof. e Ambientalista, Pós Graduado em Adm.Legisl.P.UNISUL, Membro do Col. Est. e Nac.de meio Ambiente do PT, F. Mineiro de Agenda 21, Membro da Coord.Est.de Comb.ao Racismo do PTMG, Coord. Reg. Met.de Comb.ao Racismo da RMBH do PTMG. Membro dos Comitês de Bacias dos Rios Pará e São Francisco. Palestrante Em Faculdades e Órgãos Públicos Com Ações e Consultorias Em Dir. Humanos Étnicos e Ambientais.
segunda-feira, março 31, 2014
Ciclo de debates mostra as várias faces do mal na ditadura
Militantes e artistas contam suas experiências de resistência à repressão durante o regime militar.
domingo, março 30, 2014
quinta-feira, março 27, 2014
Jornalista Global César Tralli é investigado pela polícia por encontro com delegado e uso de bem publico para seu favorecimento
li é investigado
pela polícia (Divulgação/Globo)
A Corregedoria da Polícia Civil de São
Paulo abriu uma averiguação preliminar para apurar melhor o encontro que
um delegado Antonio de Olim teve com o apresentador do SPTVCésar
Tralli, 43.
Segundo o site
"Notícias da TV", a suspeita é de que o delegado tenha usado um carro
do patrimônio público para favorecimento do jornalista da Globo. A
denúncia foi feita a partir de um post no Facebook, de uma imagem que
mostra Tralli, Olim e Robinson Cerântula, produtor especial do Jornal
Nacional, em um restaurante, com um carro oficial parado em frente a uma placa
de trânsito. "Brasil, o país onde todos fazem o que querem! Estava tomando
café na [Casa] Bauducco da rua Haddock Lobo, esperando a chuva passar, para eu
conseguir atravessar a rua (já que os bueiros não dão conta e desce um rio),
quando chegou um carro, parou embaixo de uma placa 'proibido estacionar' e
subiu as duas rodas na calçada. Desceram três homens para tomarem o
cafezinho da tarde deles. Se um cadeirante quisesse passar, não dava, porque o
carro do fofo estava na calçada. Um deles é o jornalista Cesar
Tralli", dizia a legenda da foto, compartilhada por mais de 1400 usuários.
No Twitter, quando questionado por um telespectador, Tralli negou que estivesse
no carro. "Não tenho nada a ver com o carro. Eu estava a pé, meu amigo. E
fui embora a pé", declarou. Porém, a pessoa que publicou a foto desmente a
versão dele. "Era impossível andar na Haddock Lobo. Nem calçada tinha quando
ele chegou [à Casa Bauducco]. Vai ver ele anda sobre água, abre mares e eu é
que estou doida e o vi saindo de um carro sequinho!", disse ela. A Globo
afirmou que seus funcionários não estavam mesmo no carro da polícia. "Eles
estavam trabalhando e chegaram ao local a pé e não usando a viatura da
polícia", informou. O delegado contou que combinou com os jornalistas um
encontro para tomar um café."Tenho amizade com ele [Tralli]", disse,
alegando que estava na região investigando uma quadrilha de ladrões de relógios
de grife (da qual um diretor da Globo havia sido vítima). Olim admite que errou
ao estacionar o carro em local proibido, mas se justifica: "Não dava para
descer do carro, a enxurrada era muito forte. E foi só a roda da frente que
ficou sobre a calçada". A averiguação preliminar é o início de uma
investigação. Dependendo do caso, pode se tornar processo administrativo, tendo
como consequência advertência ou até mesmo demissão.
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL COLOCA 88 MIL SERVIDORES MINEIROS NA RUA, SENDO QUE 57 MIL SAO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO.
SUPREMO DERRUBA A LEI COMPEMENTAR 100 QUE CORRIGIA UMA INJUSTIÇA CONTRA OS SERVIDORES MINEIROS SOBRETUDO OS DA EDUCAÇÃO.
Infelizmente quem já está com a vida feita não pensa em quem luta pra sobreviver. em um pais onde existe um abismo entre ricos e pobres uma atitude dessa do supremo é mesmo uma coisa não se estranhar. eu lamento que um poder desse seja tao intolerante com os educadores mineiros. Mas é normal, já que eles não dependem da educação e nem da saúde publica tem. Os reis decretaram e que se danem os pobres alunos e professores.
Pelo menos 57 mil servidores da educação deverão fazer concurso público no Estado. A informação foi divulgada durante uma coletiva de imprensa com a secretária de Educação de Minas Gerais, Ana Lúcia Gazzola. O pronunciamento aconteceu após a Lei Complementar 100, que efetivou, em 2007, cerca de 96 mil servidores do Estado sem concurso público, ser considerada, por unanimidade, inconstitucional.
Infelizmente quem já está com a vida feita não pensa em quem luta pra sobreviver. em um pais onde existe um abismo entre ricos e pobres uma atitude dessa do supremo é mesmo uma coisa não se estranhar. eu lamento que um poder desse seja tao intolerante com os educadores mineiros. Mas é normal, já que eles não dependem da educação e nem da saúde publica tem. Os reis decretaram e que se danem os pobres alunos e professores.
Pelo menos 57 mil servidores da educação deverão fazer concurso público no Estado. A informação foi divulgada durante uma coletiva de imprensa com a secretária de Educação de Minas Gerais, Ana Lúcia Gazzola. O pronunciamento aconteceu após a Lei Complementar 100, que efetivou, em 2007, cerca de 96 mil servidores do Estado sem concurso público, ser considerada, por unanimidade, inconstitucional.
De acordo com dados do governo, os servidores
voltarão a ser designados. Ainda conforme dados apresentados pela secretaria,
dos 88 mil servidores nomeados, aproximadamente 20 mil já fizeram concurso
público ou estão em processo de aposentadoria.
Ainda segundo Ana Lúcia, o governo vai levantar a
situação previdenciária de todos os servidores. Além disso, um novo concurso
será realizado. No entanto, a data não foi estipulada. Quem não passar nas
provas poderá continuar como designado.
A princípio, o Estado não confirmou
nenhuma exoneração, ate porque em ano eleitoral muita coisa é colocada debaixo do tapete, mas no inicio do ano que vem iremos continuar com aquela novela de pessoas dormindo ao redor de escolas tentando encontrar uma escola que tenha professor.
terça-feira, março 18, 2014
Mayala Morenna: Do jeito mais difícil
Mayala Morenna: Do jeito mais difícil: Certa vez, uma senhora resolveu observar o estranho comportamento do filho e nada entendia, ele comia desesperadamente faminto, como se ...
Mayala Morenna: Ligeira resposta
Mayala Morenna: Ligeira resposta: Uma noite abri meu coração e meus olhos pra Deus, desabafando... Não conseguia entender porque me permitia fazer tanta coisa que ...
Uma vitoria do Professor Paulo e uma vitoria dos portadores de deficiencia de BH e MG. permite que a Acessibilidade fosse ampliada na Assembleia Legislativa
Audiência marca abertura de rampa para facilitar acesso de pessoas com deficiência ao Palácio da Inconfidência.

Após
audiência pública na ALMG, o Professor Paulo, o senhor Hélio e o presidente Dinis Pinheiro acompanharam os convidados
até a nova rampa de acesso ao Palácio da Inconfidência - Foto:
Guilherme Dardanhan
Uma reunião da Comissão de Defesa dos Direitos da
Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG)
realizada nesta terça-feira (18/3/14) marcou a liberação ao público da nova
rampa de acesso ao Palácio da Inconfidência, edifício sede do Poder Legislativo
estadual. A audiência contou com a presença do presidente da ALMG, deputado
Dinis Pinheiro (PP), da presidente da comissão, deputada Liza Prado (Pros), e de
vários representantes de movimentos de defesa desse segmento da população.Ao final da reunião, o presidente Dinis Pinheiro
acompanhou os convidados até a rampa. Ele lembrou a importância de se garantir
a todos os cidadãos as mesmas condições de acesso a todos os espaços, sejam
públicos ou privados. E aproveitou para saudar o trabalho da comissão e lembrar
que a ALMG tem se empenhado para garantir o direito à acessibilidade.Por sua vez, a presidente da Comissão de Defesa dos
Direitos da Pessoa com Deficiência, deputada Liza Prado, declarou a sua
satisfação em relação à ampliação de ações que visam a facilitar a
acessibilidade de todos os públicos ao Palácio da Inconfidência.Localizada próxima ao Espaço Democrático José
Aparecido de Oliveira (Hall das Bandeiras), a rampa é um dos resultados do
processo de adaptação da Casa às demandas das pessoas com deficiência, previsto
no projeto Assembleia de Todos, que compôs a carteira do Direcionamento Estratégico para
o biênio 2011-2013. Com a novidade, as pessoas com deficiência poderão entrar e
sair do Palácio da Inconfidência sem a interferência humana ou o auxílio de
qualquer outro equipamento. Anteriormente, só existia a opção do elevador de
acesso, que precisa ser acionado eletricamente.Demonstração de respeito - Para a presidente do Conselho Estadual de
Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Kátia Ferraz, garantir a toda a
sociedade as mesmas condições de acesso é uma demonstração de respeito. “Sem isso,
fomenta-se uma politica de intolerância. Por isso, a abertura desta nova rampa
da ALMG deve ter um significado de mensagem para a sociedade: uma demonstração
de que as pessoas com deficiência não são um segmento à parte, de que é muito
mais fácil ser uma sociedade inclusiva”, concluiu.
O vereador de Belo Horizonte Leonardo Mattos (PV)
elogiou o trabalho da comissão e o pioneirismo da ALMG em diversas ações de
acessibilidade. Para ele, qualquer iniciativa nesse sentido mostra boa vontade.
“Isso demonstra que a Casa está de braços abertos para receber igualmente a
todos, e bons exemplos assim devem ser seguidos por todos os demais poderes”,
afirmou.Respeitar e fazer valer a leiMovimento de defesa dos direitos das
pessoas com deficiência debatem avanços da acessibilidade
Na audiência pública, foram abordadas as
dificuldades de acesso que as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida
encontram, em razão de uma série de obstáculos comumente encontrados nas ruas e
edifícios. A deputada Liza Prado, que solicitou a reunião, voltou a questionar
falhas em obras, como inadequações no Move (sistema de ônibus rápido de Belo
Horizonte). “Toda pessoa quer autonomia e só a tem se não houver obstáculos.
Mas não basta a lei, é preciso vontade política”, defendeu.A deputada informou que já acionou a Justiça e
outros órgãos públicos para corrigir os problemas detectados no Move. Além
disso, solicitou ao vereador Leonardo Mattos que a Câmara Municipal também tome
providências. A parlamentar ainda defendeu fiscalizações mais rígidas no planejamento
das obras no que tange à questão da acessibilidade.Representando a BHTrans, Marcos Fontana de Oliveira
lamentou as dificuldades em se concretizar o direito à acessibilidade. “A
condição para ser acessível é o uso com autonomia e segurança para todos. Em
Belo Horizonte a legislação é muito boa, pois também exige conforto, o chamado
desenho universal (que são padrões ótimos) no projeto, e não um 'remendo'
depois. Mas é preciso fazer valer a lei. A sociedade deve se mobilizar, exigir
obra com desenho universal, não aceitar o padrão mínimo”, afirmou.Agostinho Santos, integrante do grupo técnico
intersetorial de acessibilidade da Prefeitura de Belo Horizonte, concordou com
a importância da mobilização da sociedade. "Mas para que os direitos saiam
do papel, é necessário também que os gestores públicos executem a lei”,
afirmou.
x
"Acharam que minha mãe era bandida", diz filha de mulher arrastada por PMs
Em entrevista ao 'Bom Dia Rio', da TV Globo, Thaís Lima, filha de Claúdia Ferreira da Silva, morta após ser arrastada por um carro da PM, afirmou que os oficiais acreditavam que sua mãe tinha envolvimento com o tráfico.Vídeo mostra PMs arrastando mulher com viatura; envolvidos estão presos
"Ao virar a rua minha mãe deu de frente com os policiais. Eles deram dois tiros nela, um no peito, que atravessou, e o outro, não sei se foi na cabeça ou no pescoço, que falaram. E caiu no chão. Aí falaram [os policiais] que se assustaram com o copo de café que estava na mão dela. Eles estavam achando que ela era bandida, que ela estava dando café para os bandidos", contou a jovem.
Revoltada com a situação, Tahís afirmou que outro corpo foi deixado para a perícia no mesmo local. de acordo com ela, as trocas de tiros são bastante comuns no Morro do Congonha, local onde a família vive. A jovem ainda relatou a negligência dos PMs na retirada do corpo de sua mãe.
"Um pegou ela pela calça e outro pela perna e jogou dentro da Blazer, lá dentro, de qualquer jeito. Ficou toda torta lá dentro. Depois desceram com ela e a mala estava aberta. Ela ainda caiu na Buriti [rua, em Madureira], no meio do caminho, e eles pegaram e botaram ela para dentro de novo. Se eles viram que estava ruim porque eles não endireitaram (sic) e não bateram a porta de novo direito?", indagou Thaís.
Alexandre Fernandes, marido de Cláudia, também se impressionou com o corpo da mulher. Ao ser chamado para reconhecer a esposa, ele se impressionou com a quantidade de machucados.
"Nem o pior traficante do mundo merecia um tratamento desses. Se eles arrastassem mais um pouco, só aparecia o osso dela", afirmou em entrevista ao jornal Extra.
Policiais já responderam por homicídioOs subtenentes Rodney Miguel Arcanjo e Adir Serrano Machado, envolvidos na morte de Cláudia, já responderam a inquéritos por homicídio.
Rodney respondeu a dois processos por homicídio quando estava no batalhão de Magé, na Baixada Fluminense, enquanto Adir Machado também foi processado por homicídio e teve o inquérito arquivado em 2005.
EM PLENO MES DAS MULHERES O BRASIL SE PERPLEXA COM ESSA BARBÁRIE POLICIAL. E esses bandidos ainda fazem movimentos querendo ganhar mais, para poderem matar mais e torturarem cada vez mais. Fora PEC 300
Baleada em troca de tiros entre policiais e bandidos, na zona norte, Claudia Silva Ferreira, de 38 anos, foi colocada no porta-malas de viatura, mas compartimento abriu e ela ficou presa ao parachoque Reprodução TV Globo Claudia Silva Ferreira, de 38 anos, era casada e tinha quatro filhos RIO - A Polícia Militar do Rio determinou a imediata prisão administrativa de três PMs do 9º Batalhão (Rocha Miranda) que estavam na viatura que arrastou a auxiliar de serviços gerais Claudia Silva Ferreira, de 38 anos, por diversas ruas da zona norte do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo, 16. Dois subtenentes e um soldado estão presos. A corporação não divulgou os nomes dos policiais. Também foi instaurado um inquérito policial militar (IPM) para investigar o caso. Moradora do Morro da Congonha, em Madureira, zona norte, a mulher havia sido baleada momentos antes, durante uma troca de tiros entre PMs e traficantes na favela. Os PMs, então, colocaram Claudia no porta-malas de uma Blazer da corporação para levá-la ao Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, zona norte. No meio do caminho, a porta do compartimento abriu. Desacordada, Claudia caiu de dentro do porta-malas, mas ficou presa ao parachoque da viatura por um pedaço de roupa. Ela foi arrastada por cerca de 250 metros, batendo contra o asfalto. A mulher ficou ainda mais ferida, com o corpo em carne viva. A cena foi filmada por um cinegrafista amador, na altura da Estrada Intendente Magalhães, por volta das 9h. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, Claudia chegou morta ao hospital. A mulher foi baleada no pescoço e nas costas. Em nota, a Polícia Militar informou que "este tipo de conduta não condiz com um dos principais valores da corporação, que é a preservação da vida e dignidade humana". A Polícia Civil também investiga o caso. Além de Claudia, um suspeito de envolvimento com o tráfico também foi baleado na operação. Policiais da 29ª Delegacia de Polícia (Madureira) estiveram na favela e realizaram uma perícia. Dois fuzis utilizados pelos PMs durante a incursão no Morro da Congonha foram apreendidos. Claudia era casada e tinha quatro filhos. Revoltados com a morte dela, moradores do Morro da Congonha atearam fogo em dois ônibus e apedrejaram uma viatura da PM, na noite de domingo, na Avenida Ministro Edgard Romero, a principal de Madureira. A via já havia sido interditada de manhã pelos moradores. Outro caso. Em 7 de fevereiro de 2007, o menino João Hélio Fernandes Vieites, de 6 anos, morreu após ter sido arrastado por sete quilômetros, preso ao cinto de segurança do lado de foram do carro da mãe, depois que a família sofreu um assalto num sinal de trânsito no bairro de Oswaldo Cruz, na zona norte do Rio. Quatro homens que participaram do crime foram condenados pela Justiça. Também fazia parte do bando um jovem que na época do crime tinha 16 anos. Ele ficou três anos internado numa instituição para menores infratores, e obteve a liberdade assistida em 2011. Um ano depois, voltou a ser preso: desta vez, por tráfico de drogas.
Tranca de porta-malas da Blazer da PM que arrastou mulher não tinha defeito
Apesar de laudo da perícia, oficial da Polícia Militar do Rio disse que dobradiça foi danificada em protesto de moradores; eles se revoltaram com a morte de Claudia Silva Ferreira, de 38 anos, baleada no domingo ________________________________________ ________________________________________ RIO - Perícia realizada nessa segunda-fe







ira, 17, pelo Centro de Criminalística da Polícia Militar na Blazer que arrastou Claudia Silva Ferreira, de 38 anos, por ruas da zona norte do Rio, no domingo, 16, constatou que a tranca da porta traseira não estava danificada. Entretanto, segundo o comandante do 9º Batalhão da PM, tenente-coronel Wagner Moretzsohn, os peritos verificaram que a dobradiça da tampa do porta-malas (onde Claudia foi colocada pelos policiais para ser levada ao hospital depois de ter sido baleada) foi amassada por moradores do Morro da Congonha, em Madureira. Eles se revoltaram ao descobrir que a mulher havia sido ferida durante a operação policial na comunidade realizada na manhã de domingo. "A tranca do porta-malas não estava danificada, apenas a dobradiça, que ficou amassada. Os policiais me disseram que os moradores atacaram a viatura e amassaram as portas laterais e traseira. E como a vítima estava baleada, tiveram que socorrê-la o mais rápido possível. Na pressa, talvez não tenham fechado a porta traseira corretamente. Ou então, com o dano na dobradiça, pode ser que a porta tenha aberto sozinha, com o carro em movimento. De qualquer maneira, decidi prendê-los em flagrante porque considerei inadequada e desumana a forma que eles socorreram a vítima. Agora só sairão da prisão por ordem de um juiz", disse Moretzsohn ao Estado. Foi o oficial quem determinou a prisão em flagrante dos 3 PMs do 9º Batalhão que participaram do socorro a Claudia. Os policiais foram identificados como subtenentes Adir Serrano Machado e Rodney Miguel Archanjo, e sargento Alex Sandro da Silva Alves. Os três foram enquadrados no crime de "deixar, no exercício de função, de observar lei, regulamento ou instrução, dando causa direta à prática de ato prejudicial à administração militar", previsto no artigo 324 do Código Penal Militar. A pena prevista para o crime é de até um ano de detenção. Os três só sairão da cadeia por ordem de um juiz da Auditoria Militar. Após prestarem depoimento à Corregedoria da Polícia Militar nesta segunda-feira, os três policiais foram encaminhados ao presídio Bangu 8, na zona oeste da cidade. Isso porque o Batalhão Especial Prisional (BEP) da PM, em Benfica, na zona norte, foi interditado pela Vara de Execuções Penais (VEP), depois que uma operação do Ministério Público encontrou uma série de "regalias" no local, como aparelhos de ar condicionado, computadores e até latas de cerveja. A inspeção foi realizada na segunda-feira de Carnaval. Em comunicado divulgado na noite desta segunda-feira, a PM disse que repudia a forma como Claudia foi socorrida, ou seja, no porta-malas da viatura. Segundo a corporação, o procedimento correto é colocar a vítima no banco traseiro. "Com relação à conduta dos policiais ao levarem a vítima no porta-malas, cabe esclarecer que esta prática não condiz com o processo de formação empregado nos Centros de Ensino da corporação. O Comando da Polícia Militar repudia totalmente este procedimento. Nos casos em que, conforme a avaliação do policial, há possibilidade de socorro para pessoas baleadas, o procedimento adequado é o socorro da vítima no banco traseiro da viatura. Desta forma, é possível dar amparo à vítima até a chegada a uma unidade de saúde. No entendimento dos policiais da ocorrência, havia dificuldades de atendimento para uma ambulância devido ao confronto com traficantes, então em andamento, o que os levou a socorrer Cláudia". O texto diz ainda que "o Comando da Corporação reitera seu compromisso de ser uma Polícia Militar ao serviço ao cidadão e mais uma vez afirma que não compactua com a conduta destes policiais, que serão rigorosamente investigados". Numa nota de três linhas, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, repudiou a atitude dos policiais.








ira, 17, pelo Centro de Criminalística da Polícia Militar na Blazer que arrastou Claudia Silva Ferreira, de 38 anos, por ruas da zona norte do Rio, no domingo, 16, constatou que a tranca da porta traseira não estava danificada. Entretanto, segundo o comandante do 9º Batalhão da PM, tenente-coronel Wagner Moretzsohn, os peritos verificaram que a dobradiça da tampa do porta-malas (onde Claudia foi colocada pelos policiais para ser levada ao hospital depois de ter sido baleada) foi amassada por moradores do Morro da Congonha, em Madureira. Eles se revoltaram ao descobrir que a mulher havia sido ferida durante a operação policial na comunidade realizada na manhã de domingo. "A tranca do porta-malas não estava danificada, apenas a dobradiça, que ficou amassada. Os policiais me disseram que os moradores atacaram a viatura e amassaram as portas laterais e traseira. E como a vítima estava baleada, tiveram que socorrê-la o mais rápido possível. Na pressa, talvez não tenham fechado a porta traseira corretamente. Ou então, com o dano na dobradiça, pode ser que a porta tenha aberto sozinha, com o carro em movimento. De qualquer maneira, decidi prendê-los em flagrante porque considerei inadequada e desumana a forma que eles socorreram a vítima. Agora só sairão da prisão por ordem de um juiz", disse Moretzsohn ao Estado. Foi o oficial quem determinou a prisão em flagrante dos 3 PMs do 9º Batalhão que participaram do socorro a Claudia. Os policiais foram identificados como subtenentes Adir Serrano Machado e Rodney Miguel Archanjo, e sargento Alex Sandro da Silva Alves. Os três foram enquadrados no crime de "deixar, no exercício de função, de observar lei, regulamento ou instrução, dando causa direta à prática de ato prejudicial à administração militar", previsto no artigo 324 do Código Penal Militar. A pena prevista para o crime é de até um ano de detenção. Os três só sairão da cadeia por ordem de um juiz da Auditoria Militar. Após prestarem depoimento à Corregedoria da Polícia Militar nesta segunda-feira, os três policiais foram encaminhados ao presídio Bangu 8, na zona oeste da cidade. Isso porque o Batalhão Especial Prisional (BEP) da PM, em Benfica, na zona norte, foi interditado pela Vara de Execuções Penais (VEP), depois que uma operação do Ministério Público encontrou uma série de "regalias" no local, como aparelhos de ar condicionado, computadores e até latas de cerveja. A inspeção foi realizada na segunda-feira de Carnaval. Em comunicado divulgado na noite desta segunda-feira, a PM disse que repudia a forma como Claudia foi socorrida, ou seja, no porta-malas da viatura. Segundo a corporação, o procedimento correto é colocar a vítima no banco traseiro. "Com relação à conduta dos policiais ao levarem a vítima no porta-malas, cabe esclarecer que esta prática não condiz com o processo de formação empregado nos Centros de Ensino da corporação. O Comando da Polícia Militar repudia totalmente este procedimento. Nos casos em que, conforme a avaliação do policial, há possibilidade de socorro para pessoas baleadas, o procedimento adequado é o socorro da vítima no banco traseiro da viatura. Desta forma, é possível dar amparo à vítima até a chegada a uma unidade de saúde. No entendimento dos policiais da ocorrência, havia dificuldades de atendimento para uma ambulância devido ao confronto com traficantes, então em andamento, o que os levou a socorrer Cláudia". O texto diz ainda que "o Comando da Corporação reitera seu compromisso de ser uma Polícia Militar ao serviço ao cidadão e mais uma vez afirma que não compactua com a conduta destes policiais, que serão rigorosamente investigados". Numa nota de três linhas, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, repudiou a atitude dos policiais.
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