domingo, março 09, 2014

A poluição e a sujeira da lagoa da pampulha

Dia da mulher 8 de março

segunda-feira, março 03, 2014

Para Ricardo Melo, STF deve refazer julgamento para recuperar sua respeitabilidade

seg, 03/03/2014 - 09:33
Sugerido por João Sabóia
Da Folha
Começar de novo Admissão pelo presidente do STF de que penas foram elevadas artificialmente aumenta irregularidades Ricardo Melo Se o Supremo Tribunal Federal pretende recuperar sua respeitabilidade, só há uma saída: refazer, do começo ao fim, o julgamento do chamado mensalão petista. A admissão, pelo presidente do STF, de que penas foram aumentadas artificialmente em prejuízo dos réus fez transbordar o copo de irregularidades da Ação Penal 470. Relembrando algumas: a obrigatoriedade de foro privilegiado para acusados com direito a percorrer várias instâncias da Justiça; a adoção do princípio de que todos são culpados até prova em contrário, cerne da teoria do "domínio do fato"; o fatiamento de sentenças conforme conveniências da relatoria. E, talvez a mais espantosa das ilegalidades, a ocultação deliberada de investigações. A jabuticaba jurídica tem nome e número: inquérito 2474, conduzido paralelamente à investigação que originou a AP 470. Não é um documento qualquer. Por intermédio dos 78 volumes do inquérito 2474, repleto de laudos oficiais e baseado em investigações da Polícia Federal, réus poderiam rebater argumentos decisivos para sua condenação. A negativa do acesso ao inquérito foi justificada da seguinte forma: "razões de ordem prática demonstram que a manutenção, nos presente autos, das diligências relativas à continuidade das investigações [...], em relação aos fatos não constantes da denúncia oferecida, pode gerar confusão e ser prejudicial ao regular desenvolvimento das investigações." O autor do despacho, de outubro de 2006, foi ele mesmo, Joaquim Barbosa. Imagine a situação: o sujeito é acusado de homicídio, o julgamento do réu começa e, durante os trabalhos da corte, antes mesmo de qualquer decisão do júri, a suposta vítima aparece vivinha da silva. "Ah, mas outra investigação afirma que ele estava morto", argumenta o promotor. "Isto vai criar confusão". O julgamento continua. O vivo respira, mas nos autos está morto. E o réu, que não matou ninguém, é condenado por assassinato. O paralelo parece absurdo, mas absurdo é o que fez o STF. A existência do inquérito 2474 tornou-se pública em 2012, em reportagem desta Folha sobre o caso de um executivo do Banco do Brasil, Cláudio de Castro Vasconcelos. A conexão com a AP 470 era evidente, pois focava o mesmo Visanet apontado como irrigador do mensalão. O processo havia sido aberto seis anos antes, em 2006, portanto em tempo mais do que hábil para ser examinado. Nenhum desses fatos é propriamente novidade. Eles ressurgiram em janeiro deste ano, quando o ministro Ricardo Lewandovski liberou a papelada aos advogados de Henrique Pizzolato. Estranhamente, ou convenientemente, o assunto passou quase despercebido. É hora de acender a luz. O comportamento ao mesmo tempo espalhafatoso e indecoroso do presidente do STF tende a concentrar as atenções no desfecho da AP 470. Neste momento, por razões diversas, pode ser confortável jogar nas costas de Joaquim Barbosa o ônus, ou o bônus, do julgamento. É claro que seu papel é inapagável, mas ele tem razão ao lembrar que o fundamental foi decidido em plenário. No final das contas, há gente condenada e presa num processo que tem tudo para ser contestado. O país continua sem saber realmente se houve e, se houve, o que foi realmente o chamado mensalão. Conformar-se, ou não, com o veredicto da inexistência de formação de quadrilha é muito pouco diante das excentricidades jurídicas, para dizer o menos, que cercaram o julgamento e têm orientado a execução das penas. Embora desperte curiosidade justificada, o que menos importa é o futuro de Barbosa. Quem está na berlinda é o STF como um todo: importa saber se o país possui uma instância jurídica com credibilidade para fazer valer suas decisões.

For Ricardo Melo , STF should redo trial to regain her respectability

Mon, 03/03/2014 - 09:33
Proposed by John Savoie
Folha
Start again Admission by the Chief Justice that feathers were raised artificially increases irregularities Ricardo Melo If the Supreme Court intends to regain its respectability , there is only one way out : redo , from beginning to end , the trial of the so called PT monthly allowance . The admission by the chief justice , that feathers were artificially increased to the detriment of the defendants broke the camel irregularities of Criminal Case 470 . Recalling some : the obligation of privileged forum for defendants with the right to scroll through multiple instances of Justice , the adoption of the principle that everyone is guilty until proven otherwise , the core of the theory of " field of apparel " ; slicing sentences as conveniences of Rapporteur . And perhaps the most amazing of illegalities , the deliberate concealment of investigations . Legal blemish has a name and number: 2474 survey , conducted in parallel with the investigation that led to the AP 470 . Not any document . Through the 78 volumes of the survey in 2474 , packed with official reports and based on Federal Police investigations , defendants could rebut clinchers his conviction . The refusal of access to the investigation was justified as follows : " practical reasons demonstrate that maintenance, in this case, the investigations concerning the continuity of investigations [ ... ] in relation to facts not contained in the complaint offered , can confusion and harm to the regular progress of the investigations . " The author of the Order , October 2006 , himself , Joaquim Barbosa was . Imagine the situation : the subject is accused of murder , the defendant's trial begins , and during the proceedings of the court, even before any decision of the jury , the alleged victim appears Vivinha silva . " Ah , but other research states that he was dead," the prosecutor argued . " This will create confusion." The trial continues . Living breathes , but the cars are dead . And the defendant , who did not kill anyone , is convicted of murder . The parallel seems absurd , but absurdity is what made the STF . The existence of the investigation in 2474 became public in 2012 , in a report of this leaf on the case of an executive of the Bank of Brazil , Claudio de Castro Vasconcelos . The connection to the AP 470 was evident , because it focused VisaNet sprinkler appointed as the monthly allowance . The process had been open six years earlier , in 2006 , so in time more than apt to be examined. None of these facts is itself new. They resurfaced in January this year , when the minister Ricardo Lewandovski released the paperwork to lawyers Henrique Pizzolato . Strangely , or conveniently , it went almost unnoticed . It's time to turn on the light . The behavior at the same tawdry and unseemly time chief justice tends to focus attention on the outcome of AP 470 . At this time , for various reasons , can be comfortable playing in the back of the burden Joaquim Barbosa , or bonus, the trial . It is clear that their role is indelible , but he is right to remember that the key was decided in plenary. In the end , there convicted and imprisoned in a process that has challenged us all to be . The country remains without really knowing if there was and if there was , what was really called monthly allowance . Conform, or not , with the verdict of the absence of conspiracy is very little on the legal eccentricities , to say the least , that surrounded the trial and have guided the execution of sentences . Although justified awaken curiosity , what matters least is the future of Barbosa . Who is in the spotlight is the Supreme Court as a whole: matter whether the country has a credible legal proceedings to enforce its decisions .

リカルド·メロは、 STFは彼女の尊敬を取り戻すために裁判をやり直す必要があります

月、 2014年3月3日 - 9時33

ジョン·サヴォワによって提案された

Folha

再開する

羽を人工的に凹凸を増加提起されたことを裁判長による入院

リカルド·メロ

、最初から最後まで、いわゆるPT月額の裁判をやり直す:最高裁判所は、その尊敬を取り戻すためにしようとする場合、うち唯一の方法があります。羽は人工的に被告を犠牲にして増加したことを裁判長による入院は、刑事ケース470のラクダの凹凸を破った。

いくつかのリコール: ;の便利さなどの文章をスライス正義の複数のインスタンスをスクロールする権利を持つ被告のための特権フォーラムの義務を、誰もが有罪であるという原則の適用は、 「アパレルの分野」の理論の中核には、そうでないと証明されるまで報告者。そして、おそらく違法、調査の意図的な隠蔽の最も素晴らしい。

2474調査では、AP 470につながった調査と並行して実施さ:法的傷は名前と電話番号を持っています。

いない任意のドキュメント。 2474年の調査の78容積を通じて、公式報告を充填し、連邦警察の捜査に基づいて、被告はクリンチャーに彼の信念に反論できた。

以下のように調査へのアクセスの拒否は正当化された「実際的な理由は、メンテナンスが、この場合には、事実に関連した調査の継続性に関する調査が[...]提供苦情に含まれていないことを証明している、ことができます調査の定期的な進捗状況に混乱と被害。 "ご注文の著者、 2006年10月には、彼自身、ジョアキン·バルボサだった。

状況を想像:被写体が殺人で告発され、被告の裁判が開始され、裁判所の手続中であっても、陪審員のいずれかの決定をする前に、疑惑の被害者はVivinhaシルバ表示されます。 「ああ、彼は死んでいた他の研究の状態は、 「検察官は主張した。 "これは混乱を作成します。 "裁判は継続されます。生活が息づいたが、車が死んでいる。そして誰も殺していない被告は、殺人の有罪判決を受けている。

平行不条理ようだが、不条理は、STFを作ったものである。 2474での調査の存在は、ブラジルの銀行、クラウディオ·デ·カストロヴァスコンセロスのエグゼクティブ例で、この葉の報告書で、 2012年に公開された。

それは毎月の手当に任命VisaNetスプリンクラーを当てているため、AP 470への接続は、明らかであった。プロセスは6年前、 2006年にオープンしていたので、時間的傾向よりも多くを調べることができます。

これらの事実は、いずれも新しいそのものではありません。大臣リカルドLewandovski弁護士エンリケPizzolatoに書類をリリースしたとき、彼らは、今年1月に再浮上。不思議なことに、または都合の良いことに、それはほとんど見過ごされて行きました。

これは、ライトをオンにする時が来た。同じ安っぽいと見苦しい時間長官の行動は、AP 470の結果に注意を集中する傾向がある。このとき、様々な理由で、負担ジョアキン·バルボサ、またはボーナス、裁判の後ろで快適プレイすることができます。それは彼らの役割は消えないことは明らかであるが、彼は鍵が本会議で決定されたことを覚えておくことが正しい。

結局、そこに有罪判決を受け、私たちすべてがために挑戦したプロセスで投獄。国があったとあった場合、実際には月額何と呼ばれていた場合は、本当に知らずに残っている。

陰謀が存在しないことの評決で、適合しない、または裁判を囲まれており、文章の実行を案内しておりますこと、控えめに言っても、法律上の奇行にはほとんどです。

正当化目覚め好奇心が、どのような少なくとも重要なのはバルボサの未来である。誰が脚光を浴びていることは、全体として最高裁されています:国がその決定を実施する信頼できる法的手続きを持っているかどうかは問題。

UMA FARSA EDITORIAL CONHECIDA COMO REVISTA VEJA


Algum tempo atrás, meu amigo Sérgio Berezovski, então diretor da 4 Rodas, me contou uma história.A revista procurara o jornalista Flávio Gomes para ouvi-lo numa determinada reportagem.Flávio, polidamente, avisou que não falaria com uma empresa cujo carro-chefe é a Veja. Deixou claro não ter nada, especificamente, contra a 4 Rodas.Nesta semana, um episódio da mesma natureza – mas que ganhou ampla repercussão na internet – mostrou a deterioração da imagem da Veja como uma publicação séria.A socióloga Sílvia Viana, procurada para uma reportagem sobre o BBB 14, produziu uma resposta que a posteridade vai poder usar como medida do repúdio despertado pela Veja depois que se transformou num panfleto de baixo jornalismo, nos últimos dez anos.Disse Sílvia a quem pedira a entrevista:“Respondo seu e-mail pelo respeito que tenho por sua profissão, bem como pela compreensão das condições precárias às quais o trabalho do jornalista está submetido. Contudo, considero a ‘Veja’ uma revista muito mais que tendenciosa, considero-a torpe. Trata-se de uma publicação que estimula o reacionarismo ressentido, paranoico e feroz que temos visto se alastrar pela sociedade; uma revista que aplaude o estado de exceção permanente, cada vez mais escancarado em nossa “democracia”; uma revista que mente, distorce, inverte, omite, acusa, julga, condena e pune quem não compartilha de suas infâmias – e faz tudo isso descaradamente; por fim, uma revista que desestimula o próprio pensamento ao ignorar a argumentação, baseando suas suposições delirantes em meras ofensas.Sendo assim, qualquer forma de participação nessa publicação significa a eliminação do debate (nesse caso, nem se poderia falar em empobrecimento do debate, pois na ‘Veja’ a linguagem nasce morta) – e isso ainda que a revista respeitasse a integridade das palavras de seus entrevistados e opositores, coisa que não faz, exceto quando tais palavras já tem a forma do vírus.Dito isso, minha resposta é: Preferiria não.”Clap, clap, clap. De pé.Tal sentimento está amplamente espalhado pela sociedade. Descontados fanáticos conservadores, ou simplesmente analfabetos políticos cujos heróis são Diogo Mainardi ou Reinaldo Azevedo, a Veja é objeto de uma mistura de desprezo e ódio.O mérito da resposta de Sílvia é expressar um sentimento comum a tantos e tantos brasileiros.Em meus tempos de Abril, fazíamos às vezes um exercício. Se determinada revista fosse uma pessoa, qual seria?A Veja, hoje, por esse sistema, seria uma mistura de Olavo de Carvalho e Marco Feliciano.Olavo de Carvalho ocupou, por seus discípulos, a revista. E Marco Feliciano é alma gêmea de OC: conforme demos na seção Essencial, o pastor fez na Câmara dos Deputados, esta semana, uma defesa apaixonada do astrólogo que hoje é um ídolo dos reacionários do Brasil.A Veja teria já problemas extraordinários de sobrevivência caso fizesse bom jornalismo. Revista, na era digital, é um objeto de obsolescência espectral.São cada vez menos os leitores e os anunciantes.Fazendo o que faz, uma panfletagem abjeta, a Veja apenas apressará sua marcha rumo ao cemitério. E deixará não memórias agradáveis, mas a sensação de alívio por o horror que ela representa ter enfim acabado.Quem chorará a morte de uma revista que, para usar as palavras de Sílvia Viana, “mente, distorce, inverte, omite, acusa, julga, condena e pune quem não compartilha de suas infâmias”?Fonte; Paulo Nogueira.   site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

domingo, março 02, 2014

POPULAÇÃO DE UMA BAIRRO DA PERIFERIA DE VILA VELHA,NO ESPIRITO SANTA MATA UM HOMEM POR UM ESTUPRO QUE ELE NAO COMETEU

Moradores do bairro fizeram justiça com as próprias mãos, mas exame comprovou que não houve abuso


A acusação não comprovada de estupro de três enteadas pode ter custado a vida do auxiliar de serviços gerais Marcelo Pereira da Silva, de 31 anos. Ele foi morto a tiros, na manhã de ontem, no bairro Ilha dos Aires, em Vila Velha, um dia depois de ter sido acusado de abusar das crianças. 
Esse fato, segundo a polícia, pode ter motivado o assassinato. No entanto, de acordo com a polícia civil, as meninas - de 11, 10 e três anos - foram submetidas a exame no Departamento Médico Legal (DML), que não comprovou o estupro. 
Marcelo já havia sido agredido por moradores do bairro na quarta-feira, quando sua ex-namorada, mãe das crianças, denunciou o abuso. Na ocasião, foi socorrido pela polícia militar e liberado depois que o laudo não comprovou o estupro. 
No entanto, na manhã de ontem, homens armados quebraram o portão da casa da atual namorada da vítima, subiram até o segundo andar da residência, invadiram o local e executaram Marcelo com mais de 20 tiros. Em seguida, eles saíram do local correndo.

Familiares afirmam que o auxiliar era inocente da acusação de abuso. De acordo com a mãe da vítima, a dona de casa Rosalina da Silva, a ex-namorada do filho o procurou na manhã de quarta pedindo para ele tomar conta das enteadas de 11, 10 e três anos, enquanto ela trabalhava.
O auxiliar de serviços gerais teria chamado a atenção da menina mais velha, que não teria gostado. Ele levou as crianças até a escola e depois foi para a casa da mãe, no mesmo bairro. Na escola, a garota disse aos colegas de turma que o padrasto havia estuprado ela e as irmãs, enquanto a mãe estava fora.
As crianças foram até a professora e contaram o que tinham ouvido. A mulher então, avisou a diretora da escola, que acionou o Conselho Tutelar. “Depois disso, a fofoca se espalhou pelo ar e todo mundo do bairro já estava sabendo”, contou a mãe de Marcelo.
As meninas foram levadas para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha, e de lá, encaminhadas para exames de conjunção carnal, no Departamento Médico Legal.
Depois de medicado - após ser agredido por populares - Marcelo também foi para o DPJ. Segundo a Polícia Civil, ele permaneceu no local até de madrugada, quando por volta das 4 horas foi liberado, após o resultado do exame médico comprovar que as meninas não haviam sofrido abuso.


 A  ANALISE DO FATO 


             Bom vejo aqui uma discussão interessante para se fazer.  Os chamados órgãos públicos agem sempre com pessoas que tem teto, condições (mesmo que precárias), mas mínimas de tutela. Nunca vi o conselho tutelar defender um menor de rua que está cheio de crack e cheirando cola ou tinner. Nunca vi uma diretora de escola visitar um aluno que está com problemas de aprendizado para ver como está sua vida familiar. Porem os conselheiros tutelares, que são eleitos politicamente e apoiados por vereadores e deputados da região, agem assim, politicamente. E agindo assim tenho visto muita mãe perdendo a guarda de criança por causa de vizinhos que se desentendem e como vingança fazem denúncias anônimas, que são aceitas sem vacilar pelas conselheiras politicas tutelares.  E ai bagunçam   a vida inteira de uma família, tomando filhos de mãe, impondo disciplina entre os pais e começam a dar pitaco na criação das crianças sem dar um centavo sequer para a alimentação. Já vi conselheiros proibirem mães solteiras de trabalharem para sustentar filhos.  E posteriormente os filhos vão pro crime.     Todo mundo lembra do caso recente das crianças, que foram mortas pela madrasta em Goiânia depois de terem sido obrigadas a conviver com a madrasta por determinação do conselho tutelar da cidade. Mesmo as crianças de treze a catorze anos afirmarem que estavam sofrendo ameaças de morte.         Quanto a Diretora da escola, essa não merece ser chamada de diretora. Pois uma pessoa que toma uma atitude dessa contribui para um desfecho não esperado. Onde estava a equipe pedagógica dessa escola que não ouviu essa criança?  Por que não chamou os pais na escola? Não, na incompetência e nesse ódio insensato pelo ser masculino, veio imediatamente fazendo o espetáculo político pedagógico, tirando da escola sua principal função, a de educar. A criança é fruto do meio, aprendeu a vingar nas novelas, seriados, filmes e etc. obviamente ela sabia o que estava fazendo quando fez essa denúncia, porém não imaginava que com essa denúncia mentirosa ela seria com autora de um linchamento moral e físico seguido de um assassinato.  Com isso devemos sim, cobrar dos governantes uma melhor postura em relação as leis, que mais prejudicam do que ajudam. E a TV como é hoje pode ser parceira de vários delitos.
Vi nos comentários anteriores o caso da Jornalista, cujo nome não vou falar pra não dar mais publicidade a quem não merece. Mas não é só os apresentadores desses circos chamados de programas da tarde, cidade alerta, o povo na TV, polícia e etc., que ridicularizam os crimes e trazem pra dentro de nossas casas o submundo do crime organizado ensinando   nossas crianças a cometerem crimes quase perfeitos.  Tem também os programas de entretenimento, as novelas em qualquer horário, que nos ensinam como discriminar por cor (Carrossel SBT), como sacanear e inventar uma forma de trair amigos jovens (malhação Globo), como viver com vários parceiros ou parceiras em uma só casa (casos de família SBT) como se machucar, se violentar e colocar a culpa em outra pessoa (joia rara globo) como se livrar de uma criança recém nascida em uma caçamba de lixo (amor a vida Globo).
Eu já vi casos de muitas mulheres se violentarem e denunciar o namorado na lei Maria da penha só porque os namorados estão terminando uma relação problemática. O caso dessa menina, não é novo, já aconteceu na década passada um caso famoso em uma escola que fizeram uma mesma denuncia desse tipo e os proprietários foram presos tiveram a casa destruída e seu patrimônio dilapidado. Depois foi provado que era mentira, mas tarde demais. Porém o que mais me deixou intriga foi que a mesma imprensa que fez o linchamento moral dos donos da escolinha, não deram uma linha de arrependimento ou ressarcimento moral deles depois que foi provado ser mentira.
Nesse caso também existe a heroização da bandidagem, onde o bandido (justiceiro) vale mais que o policial. Quando o povo se identifica e acredita mais no bandido que na polícia O estado perde sua função, que é de promover paz. Eu recomendo a exoneração da "diretora" da escola, da “conselheira tutelar”, e o indiciamento delas e da mãe, todas, por comunicação de falso crime. A menor mentirosa precisa de tratamento, pois o remorso que ela vai carregar é pesado demais. Defendo uma investigação minuciosa para descobrir os justiceiros e os linchadores, pois a lei não dá poder de polícia a nenhum deles.  E aproveito pra comunicar minha solidariedade à família enlutada. Quanto a culpa, essa é de todos nós, a sociedade que temos sede de sangue e de “justiça “contra negros e pobres”, acostuma-nos vingar nos mais fracos o que o estado, mais forte faz conosco, os desafortunados de tudo, inclusive da razoabilidade humana. Pau de dá em Francisco deveria dar em Chico, mas do somente em Josés. Na alta sociedade existe o corporativismo social na baixa sociedade eles matam a se próprios e se enfraquecem a cada dia como lobos, leões, chacais e hienas disputando uma carcaça de carniça



sábado, fevereiro 08, 2014

A VISÃO DA VEJA, SOBRE A BARBÁRIE. - DEUS TOMA CONTA

“Veja” é a barbárie: jornalismo justiceiro

publicada sexta-feira, 07/02/2014 às 23:47 e atualizada sexta-feira, 07/02/2014 às 23:34


“A “Veja” é a barbárie. A “Veja” – se pudesse – prenderia o pescoço do povo brasileiro no poste. Mas não vai conseguir. Vai perder – de novo.”
por Rodrigo Vianna
Nas redes sociais, tarde da noite de sexta-feira, jornalistas afinados com o tucanato e militantes da esquerda extremada se esparramavam em elogios à capa da “Veja”. Eu, que procuro manter distância sanitária da revista, aproximei-me da capa. E só consegui enxergar um gesto de oportunismo barato.
A “Veja” expõe a imagem – chocante, lamentável, triste – do rapaz preso pelo pescoço num poste na zona sul carioca, e aproveita a cena não para refletir sobre a tradição oligárquica brasileira, não para pensar sobre nossa história de 300 anos de escravidão, ou sobre nossa elite que reclama de pobres nos aviões e clama sempre pela resposta fácil do liberalismo de araque e da violência de capatazes. Não. “Veja” usa a foto terrível em mais uma tentativa para desgastar a imagem do Brasil; e também – que surpresa – para culpar o “governo”. Que governo? Ah, não é preciso ser muito esperto pra descobrir…
Emoldurando a foto triste, “Veja” berra em letras garrafais: “Civilização” e “Barbárie”. E depois acrescenta a legenda malandra, velhaca: “A volta dos justiceiros, criminosos impunes, colapso no transporte, caos aéreo. Onde está o Brasil equilibrado, rico em petróleo, educado e viável que só o governo enxerga”.
Certamente, o Brasil “equilibrado” não está nessa revista. “Veja” pratica o jornalismo da barbárie, um jornalismo que escreve “estado” assim – com “E” minúsculo – numa espécie de bravata liberal fora de época. “Veja” envenena o país todos os dias, com blogueiros  obtusos, asquerosos, que falam para um Brasil pretensamente senhorial, como se ainda estivéssemos antes da Revolução de 30.
Curioso, também, ver a “Veja” falar em “barbárie” e em “criminosos impunes”. Logo essa revista, tão próxima do bicheiro Cachoeira, pautada pelo bicheiro, amiga do bicheiro. A tabelinha com Cachoeira é – sim – um exemplo perfeito desse Brasil de criminosos impunes.
A “Veja”, que tenta pegar carona na imagem do rapaz preso pelo pescoço, pratica um jornalismo justiceiro – que invade quartos de hotel, “julga” e “condena” sem provas, inventa fatos, publica grampos sem áudio, alardeia contas no exterior e dólares em caixa de whisky. Tudo falso, falsificado. Um jornalismo que acredita em boimate e Gilmar Mendes.
A revista não tem moral para falar contra a “barbárie”, nem contra os “justiceiros”. E não tem, precisamente, por praticar um jornalismo que é a própria encarnação da barbárie, da falta de escrúpulos, um jornalismo justiceiro.
O Brasil do lulismo tem muitos problemas. Isso é evidente. Mas não venha a “Veja” querer apresentar a receita de “Civilização” ao Brasil. A receita da “Veja” é a mesma que os EUA oferecem à Ucrânia.
Está claro, por essa capa oportunista e velhaca, qual é a pauta dos setores que não aceitam o Brasil um pouquinho mais avançado dos últimos anos: é jogar tudo no “caos”, na “barbárie”, na insegurança. O Brasil é a jóia da coroa na América Latina em 2014. Tão importante quanto a Ucrânia no leste europeu, tão estratégico quanto a Síria no Oriente Médio.
Não sejamos ingênuos. A velha imprensa brasileira – que se reúne com embaixadores dos EUA às escondidas (isso desde 64, mas também em 2010 – como nos revelou o Wikileaks) – é parte decisiva no jogo pesado que veremos em 2014.
A oposição brasileira não tem programa. A economia não afunda como gostariam os urubulinos. Portanto, é preciso produzir a pauta do caos. Esse é o caldo de cultura em que podem prosperar candidaturas “justiceiras” que a “Veja”, os mervais e outros quetais estão prontos a lançar.
Para retomar o Estado brasileiro, eles pouco se lixam se o preço a pagar for a ebulição social. Aécio e Eduardo não darão conta dessa pauta da “ordem contra a barbárie”. A pauta do caos e do Brasil “inviável” (que está na capa da “Veja”) é boa para aventuras autoritárias – semelhantes ao janismo de 1960.
Quem pode encarnar esse figurino? Quem? O terreno vai sendo preparado…
 Não creio que o povo brasileiro – equilibrado, sim! E que trabalha duro para construir um país “viável”, sim – não creio que a maioria de nosso povo embarque na aventura da “ordem contra a barbárie” – proposta pela revista. Mas a direita asquerosa e velhaca vai tentar.  
O roteiro está claro. É preciso estar atento. E não cair na esparrela de acreditar que a “Veja” – de repente – converteu-se à “Civilização”.
 A “Veja” é a barbárie. No jornalismo, na política, na vida do brasileiro comum.
A “Veja” – se pudesse – prenderia o pescoço do povo brasileiro no poste. Mas não vai conseguir. Vai perder – de novo.

JUSTIÇA AINDA QUE TARDIA Janot pede 22 anos de prisão para ex-presidente do PSDB por mensalão tucano, que a mídia chama de MENSALAO MIENIRO

publicado em 7 de fevereiro de 2014 às 18:01Zezé Perrela, Aécio Neves e Eduardo Azeredo, em evento políticoJanot pede 22 anos de prisão para Azeredo por crimes do mensalão mineiroPor iG São Paulo e iG Brasília | 07/02/2014 17:41 – Atualizada às 07/02/2014 17:54PGR recomenda condenação de deputado tucano pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro em sua campanha de reeleição ao governo de Minas em 1998O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recomendou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Os crimes teriam sido cometidos no mensalão mineiro, esquema de desvio de dinheiro público durante a campanha de Azeredo à reeleição como governador de Minas Gerais, em 1998.Janot recomenda a pena de 22 anos de reclusão e 623 dias-multa, no valor unitário de cinco salários mínimos, por haver provas suficientes de que Azeredo “participou decisivamente da operação que culminou no desvio de R$ 3,5 milhões, aproximadamente, R$ 9,3 milhões em valores atuais.”As alegações finais do Ministério Público foram entregues uma semana antes do término do prazo determinado pelo relator do caso no STF, o ministro Luís Roberto Barroso, que terá condições de pedir as alegações finais para a defesa de Azeredo na próxima semana.Em seguida, o caso segue para o ministro revisor Celso de Mello. A tendência é que o julgamento do mensalão mineiro ocorra em abril. Ao iG, a defesa de Azeredo disse que ainda não teve acesso às alegações finais, e que só se posicionará após analisar o documento.Segundo o Ministério Público, o tucano montou um esquema abastecido com recursos desviados da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), da Companhia Mineradora de Minas Gerais (Comig) e do Grupo Financeiro Banco do Estado de Minas Gerais (BEMGE). A denúncia diz que o dinheiro era desviado para a agência de publicidade SMP&B, do publicitário Marcos Valério, em um esquema parecido com o mensalão petista, que aconteceu em 2004.“A prática dos crimes descritos na denúncia só foi possível com a utlização do esquema criminoso montado por Marcos Valério Fernandes de Souza, mais tarde reproduzido, com algumas diferenças, no caso conhecido como ‘Mensalão’”, diz Janot.PS do Viomundo: E a rádio CBN, obviamente, falou em “mensalão mineiro”, assim como o próprio IG, que chama o mensalão petista de “mensalão petista”.


CRÔNICA DE MARISTELA, UMA EDUCADORA REALIZADA


RECEBI ESSA CRONICA  NO FACEBOOK  DE UMA EDUCADORA GESTORA EXEMPLAR, ALGUEMA QUEM TENHO UMA ENORME AFEIÇÃO E RESPEITO. GOSTEI TANTO  DO QUE ELA ESCREVEU QUE RESOLVI PUBLICAR. COM VOCÊS  O TEXTO DE MARISTELA  CAJAIBA.

 

 

Hoje fui à missa agradecer ao nosso Deus pelos 5 anos que estive na equipe gestora da Escola Ranulfo Santos Cajaíba, dois anos como vice e três anos como diretora.. e que longos e intensos 5 anos. Agradeço a Deus primeiramente por ter estado comigo a todos os momentos, por ter me proporcionado alcançar graças, por bater sempre em meu ombro e dizer: "Não temas, Eu estou contigo" e também ao prefeito Alan, que me deu a oportunidade de estar na direção de uma escola tao pequena de espaço mas tao grande de pessoas tao maravilhosas. Durante este tempo vivi, revivi, me emocionei, chorei, sorrir, fiquei tensa, senti medo, aprendi a nao ter mais medo de algumas coisas mais, preocupada, com vontade deixar tudo e seguir outro rumo, fiquei surpresa, fiquei alegre, feliz, felicíssima.. ahh tantos sentimentos tomaram conta de mim. Hoje me sinto vitoriosa, mas a vitória não conquistei sozinha, ao meu lado estavam pessoas que sonharam junto comigo e fizeram acontecer.. Professores, gestoras, coordenadora, funcionários tanto da escola quanto da Secretaria de Educação de Brejões, pais, alunos, parceiros comerciantes outras Instuituiçoes de Ensino e religiosas, e tantas e tantas pessoas me ajudaram, fizeram do meu sonho uma realidade. Como foi bom, como foi stressante, como foi significativo, como foi de grande valia p mim, tanto na vida pessoal quanto na profissional. como cresci, como amadureci, como aprendi junto a todas as pessoas que ali estavam quanto com as diversas e inúmeras situações que surgiam... aprender resolver problemas, aprender a desvendar casos e acasos srsr meu Deus quanto aprendizado! E nessa jornada que se encerra hoje, eu quero agradecer também a todas as pessoas que compunham esse time vencedor. A familia Ranulfo meu muito obrigada por tudo, pelas risadas, pelas farofas, pelas amizades, pelos desentendimentos, pelos erros, pelos acertos, pelas pinturas e artes que fizemos (parimos um circo.. veja só! rsrs) pelos projetos produzidos e realizados, pelas festas, pelos presentes, pelas lágrimas, pelos apertos de mãos, pelas reuniões, pela presença, pelo socorro, hunn por tudo mesmo.. em tudo que vivi aprendi q as situações vêm para nos dizer algo.. as pessoas q estão sao significativas... tudo tem um porquê.. E nessa escola de vida aprendi a ser uma pessoa melhor, uma pessoa mais humana. pude me sentir útil em situações que antes nem tinha conhecimento... Como sentirei saudades.. de cada sorriso estampado no rostinho dos meus pequeninos, quantos abraços eu recebia por dia.. muitos e muitos, tão sinceros, tão ingênuos, tímidos, extrovertidos.. ahh meus alunos.. como vcs me fizeram enxergar que a vida tem um sabor especial quando nos permitimos ser criança! Não esquecerei as travessuras, as brigas, as fofocas que levavam vocês à sala da direção para conversarmos. rs cada história, umas engraçadas, outras bobas, outras tristes, mas todas eu ouvia com maior atenção e tentava resolver da melhora maneira.. paciência, essa é a palavra, que tem q ser exercitada todos os dias num cargo com esse. sabedoria e amor tb nao podem faltar, são ingredientes necessários. Aos pais que aprovaram meu trabalho e que pediram que eu ficasse, meu muitoo brigada, fizemos um bom trabalho porque vocês estavam lá também, nao esqueçam de que seus filhos precisam de vcs na escola tb! Aos funcionários que me compreenderam e ficaram do meu lado em todos os momentos, e aos que nao ficaram também, muito obrigada, assim aprendi que temos que aprender sempre! Aos alunos meus lindos quando passar na rua quero ainda aquele abraço sincero, obrigada pela companhia maravilhosa e a té mesmo pelos stress que me causaram rsrss! às coordenadoras amigas meu muito obrigada por ficaram sempre comigo, a aceitarem meu jeito e seguirem comigo sem dizer NAO. às amigas gestoras um carinho enorme que ficaram comigo mais tempo que todos obrigada por suportarem esse jeito meus TPM de ser, por abraçarem a causa com amor com parceria e com muito companheirismo. Aos funcionários da secretaria de Educação obrigada por sempre me atenderem com carinho e me ajudar. Aos amigos gestores, quanta farra nas reunioes e nas idas e vindas para Brejoes, obrigada pela parceria! Aos motoristas da Educação, obrigada pelas viagens divertidas As professoras formadoras dos programas Progestão,Pacto e Pro letramento obrigada. Aos amigos da Saúde, obrigada! À coordenação geral. A todas as instituições que me ajudaram, escolas parcerias, guarda municipal, comerciantes, igrejas, enfim a todos os parceiros que estiveram comigo e sonharam e acreditaram que a educação poderia ser diferente como de fato está sendo a cada dia. A minha família, minha mãe, irmãos, sobrinhos, cunhados e filhos que tanto amo, obrigada pela paciência e pelo apoio, sem vcs nao teria conseguido! à Secretária de Educação e aos ex secretários de Educação obrigada pela confiança! Aos amigos da Prefeitura Municipal, obrigada ! Amigos de verdade, também meu muito obrigada! Gente fizemos tanta coisa naquela escola rsrsr mas tanta coisa,, que essa página seria pequena para relatar tudo, mas não posso deixar de mencionar o Projeto Circo, Desfile Meio ambiente, Primavera, Semana folclórica, Feira Afro, Festejos juninos, Festas das Mães, funcionários e encerramento, Palestras, Viagem ao Zoo, Feira de Cultura Regional, Café com pais e Chá com as Mães, Gincana, gente foi tanta coisa.. e os programas.. foram tantas realizações, tantas tantas... que me sinto realizada e com a sensação de dever cumprido. Obrigada a todos mesmo, não citei nomes para não correr o risco de esquecer de alguém e se esqueci de mencionar algum setor, me desculpe, assim como também peço desculpas se fiz algo que magoou o coração de Deus. Me sinto Ranulfo e sentirei sempre, é a escola que tenho carinho especial, ali dei meus primeiros passos como aluna, como professora, como tutora, como vice e como diretora.. Amo a escola que me acolheu e que fez da minha vida uma vida feliz! E finalizo com as palavras do apóstolo Paulo: "Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé". Assim me sinto hoje, com a sensação que terminei esse ciclo e Deus está provendo outro que irá se abrir! De coração aberto e meio q partido me despeço de todos vcs! um forte abraço, Maristela Cajaíba. Foi mt bom! rs