sexta-feira, maio 15, 2015

OS JEGUES DE SALGUEIRO

                A história do nordeste está sempre ligada a historia do jegue.  Não se pode e nem se deve falar em nordeste sem falar em jegue. Jegue e jumento são a mesma coisa, ou seja, jumento.               É um tipo de animal parente do cavalo e a meu ver, um dos tipos de animais mais antigos da historia.  Geralmente quando se quer desqualificar uma pessoa do ponto de vista intelectual costumam dizer: fulano ou beltrano é um jumento e consequentemente não raciocina. Pois bem, quero usar dessa figura de linguagem pra denunciar o caso dos jegues que habitam o sertão nordestino entre a cidade de serrinha na Bahia e salgueiro já em Pernambuco. Existem muitos jumentos por lá andando pelas ruas sem dono e causando sérios acidentes e alguns inclusive com vitimas fatais. A região é uma estrada, creio que federal, e sem fiscalização alguma. Viajei a noite toda pela estrada e não vi um caminhão sequer de recolhimento de animais. E sendo essa estrada muito mal cuidada e, sobretudo sem sinalização alguma, (nem sequer o aviso de cuidado animais em seu entorno) acontecem muitos acidentes fatais. Pois os animais atravessam as estradas de um lado para outro saindo assim do nada. A estrada  é como se fosse um desfiladeiro de filme ou uma caminhada rumo ao inferno em se tratando de uma rua imensa e sem iluminação Uma reta imensa que da pra ver quilômetros à frente onde  às luzes dos faróis dos carros que vem no sentido contrario começam simples e tímidas porem vão se agigantando com a aproximação. Logo assim que se chega a cidade de salgueiro já tem uma infinidade de empresas que reboques de veículos, já que, o negocio da cidade gera em torno de consertar carros que abalroam nos jumentos.                       Existem pessoas que relatam casos de famílias inteiras quer morreram após baterem e ou se acidentarem nos jegues.  Quando se para o veiculo  por algum motivo ou se diminuem a velocidade, por causa dos animais, corre se serio risco de ser assaltado,  já que, é uma estrada erma e sem uma pessoa viva sequer, como os filmes de faroeste norte americanos. Na verdade, é  um verdadeiro corredor da morte.                                                                                                                                           Não sei se o jegue é colocado na rua pra fazer os viajantes parar ou se estão lá inadvertidamente, porem o efeito é o mesmo, ao parar ou reduzir a velocidade em decorrência do perigo dos animais acontecem os assaltos.                                              Na verdade os animais acabaram virando animais silvestres tais como; onça, leão cobras ou pássaros, que são de todos, mas de ninguém e ao contrario dos chamados animais silvestres, esses não tem a proteção do estado e nem são da população, portanto os animais ficam lá ao Deus dará.                                                   As informações são desencontradas, mas muitos dizem que os animais não possuem donos e foram abandonados por estarem velhos ou sem uso.Um adolescente que passava pelo local e estava acompanhando uma ocorrência de acidente de carro com animais eu a perguntei se podia pegar um daqueles animais pra criar em casa ou etc. e ele respondeu; Oxi, homi se pega um jegue desses para ser cuidado em casa você corre o risco de ser preso.  Todas e quaisquer pessoas que são perguntadas sobre o assunto jegue , são unanimes em dizer que atrapalham ,trazem problemas, não e bom tê-los, mas ninguém toma atitude nenhuma em relação a esse “problema” que em certas situações são ate fonte de renda, pois trazem dinheiro as empresas de reboque e oficinas mecânicas.  Creio que cidade de salgueiro, no ponto de vista comercial lucra e muito.  O que tem de oficinas de pequenos reparos na cidade e na região não esta no gibi e essa renda vem dos acidentes envolvendo carros e jegues.                                                     Pois bem, comecei esse artigo falando da importância do jegue na historia cultural nordestina. Esse animal já foi essencialmente importante para a economia do Nordeste. Já foi usada como transporte, como luxo, como animal de estimação e ate como letra de musica dos repentistas nordestinos e ate o Luiz Gonzaga o rei do baião. Mas hoje com o advento das motocicletas ninguém mais anda de jegue.                                                                                                                                             Na cidade de juazeiro do norte, no Ceara, existem pequenas ruelas e tem 20 motocicletas pra um carro e pude ver que assim como nos anos sessenta antes do fusquinha as grandes cidades tinha muitas lambretas e algumas motos, no Juazeiro estão na era da moto. E com isso o jumento virou historia e retrato na parede. Ninguém sabe mais o que é. As motos andam com duas três e ate quatro pessoas, existem motocicletas pequenas medias e grandes potentes impotentes, barulhentas, silenciosas, enfeitadas e sem enfeites e, ou seja, estamos no nordeste hoje como são Paulo era nos anos sessenta, só moto. Com esse aumento do uso das motocicletas os jegues perderam o valor e como se alimentam de tudo eles são expulsos das casas e são colocados na rua já que de meio de transporte.                                                                                                                                             Quero agora aproveitar o ensejo e sugerir às autoridades a criação de um parque ou fundação de proteção aos jumentos, assim pode se preservar e salvar as vidas nas estradas do Sertão e proteger animais como o jumento, da extinção sendo assim virando alvo de estudos acadêmicos das Universidades Federais do nordeste sendo Pernambuco, ceara e etc.            A intenção é evitar muitos acidentes desde que o cidadão nordestino através de seus representantes iniciem um projeto que visa compra de áreas nas zonas rurais e transfiram esses animais para esse local cuidando e preservando, além de cobrarem visitações, mostrando assim às próximas gerações a importância do jumento para o nordeste e seu povo tenho certeza que com isso reduziremos os acidentes em no mínimo 80% e essas seria uma vitória para todos nós, que temos lutado e por isso estou cobrando as autoridades para que medidas sejam tomadas, visando evitar que pessoas e animais continuem morrendo nas rodovias de nossa região.Pode se também colocar nessa parceria médicos veterinários e fazendo da área, além de protetora das espécies, um local de preservação da raça e de melhoria genética dos animais.O ideal e fazer do Parque um atrativo turístico no futuro também. Desenvolvendo esse trabalho em parceria com o poder público, as universidades, ONGs que podem se interessar pelo projeto que pode colocar o nordeste como um polo de preservação da espécie equina Pois bem, no meu ver é uma iniciativa bastante salutar, porque salva vidas, acima de tudo e é uma iniciativa de grande alcance ambiental. Além de que é projeto é importante por garantir espaço para esses animais ficarem sem correrem riscos. Pois quando se protege o animal, todos ganham,                                                                                                           Precisamos criar um local que poderá ser o centro de treino não só para os estudantes, mas tornar o Parque interessante para receber visitas e se sustentar. Na Europa, Ásia e África as pessoas adoram ver como se tratam os animais. Gostam de ver as pessoas tendo o cuidado com os animais e ai toda a gente ganha, as pessoas e os animais.Faz se urgência em aproveitar essa discussão e realmente fazer algo em favor da população, dos turistas que visitam o nordeste e além dos próprios animais, que estão sendo dizimados.     
























quinta-feira, abril 30, 2015

O MEIO AMBIENTE, O PROGRESSO E A MISÉRIA.


Para começo de conversa a sociedade e que vivemos e realmente plurisocial e vive da miséria do ser humano, ou seja, quanto mais miseráveis, mais ela se prolifera.
Esta sociedade é como se fosse uma maquina que tem como seu maior e mais importante combustível, a miséria alheia.  Ilustrando minhas palavras vou dizer o seguinte: nos, que temos o privilegio de conhecer as letras, a constituição e a lei somos também os que estudam uma forma de burla lãs em proveito de nosso cliente, que na maioria das vezes não esta nem ai pra natureza ou o ser humano, que esta lá dando o sangue e a saúde por um trocadinho e viabilizando o progresso financeiro do chamado patrão. Como juiz finge não ver o pênalti claro de um time contra o outro somente por ser simpático ao time adversário ou ter sido muito bem pago pra isso, fingimos não ver o prejuízo ambiental ou social que nossos clientes possam fazer a sociedade, mas pelo bem da empregabilidade estamos firmes em nosso posto de defensores dos que não precisam de defesa ou pode nos pagar muito bem por ela. Todos os grandes poluidores possuem fazendas e áreas de preservação para garantirem o futuro de seus familiares com tranquilidade. Onde estão os grandes poluidores? Na fabrica é que não. Durante a semana respiram o ar condicionado e tomam agua mineral, além de café descafeinado. O açúcar e de primeira, ou mesmo o adoçante, na verdade eles não se partam, pois quem tem dinheiro tem poder. Isso tudo pra garantir a saúde daqueles futuramente vão gerir os negócios de quem hoje manda. Mas vamos ao que interessa. Todos nos somos unanimes em dizer que precisa isso ou aquilo e somos ótimos oradores em dizer que desenvolvimento sustentável é a solução. Tudo bem, vamos perguntar o seguinte: quem de nos tem uma horta de produtos orgânicos em casa? Quem de nos tem carro a álcool? Quem de nos devolve as baterias de celulares e as pilhas para reciclagem? Quem de nos vai a supermercado e leva a própria sacola evitando assim que as malfadadas sacolas plásticas se proliferem no s lixões por mais de quatrocentos anos? Quem do nos deixa de usar fraldas descartáveis e usa as de pano em nossos filhos? Quem de nos evita fazer um churrasquinho no fim de semana pra não poluir o ambiente e não usar de carvão que gera o trabalho infantil, a exploração de menores e muitas das vezes o trabalho escravo em carvoeiro Brasil afora? Pois e, temos uma capacidade de dizer o que os outros precisam fazer. Mas o melhor de tudo e que precisamos colocar em pratica soluções simples, tais como, evitar lavar calçadas com mangueiras, desligar o chuveiro quando estamos nos esfregando, deixar de consumir enlatados para não aumentar o lixo em nossos aterros, pois a questão das latas nos trazem muitos ratos tétanos, não em nos, mas nos miseráveis que vivem do lixo.
Vi recentemente em uma reportagem que o Brasil e os pais que mais recicla latinhas de cerveja e refrigerantes. Isso e péssimo, pois a reciclagem de latinhas não se da por conscientização ambiental, mas pelo uso que fazem da miséria, da necessidade dos miseráveis de ganhar um trocado e garantir o pão e a aguardente. Pois a miséria de muitos alimenta a fartura e o desperdício de poucos. Mas o desenvolvimento que existe sempre exclui.  O pobre só é chamado pra dar a sua força de trabalho enquanto o rico usufrui. A conscientização precisa vir de cima. Pois o pequeno produtor sempre tem terra fértil, sempre come , vende e sempre cuida de sua propriedade, ao passo que o grande produtor mecaniza sua propriedade, faz da roça uma grande estrada onde desfilam tratores e agrotóxicos distribuindo as doenças, mas em outra ponta do desenvolvimento manda seus filhos pra cidade estudar medicina pra ganhar dinheiro com doentes que os seus alimentos geram. É um ciclo vicioso. O pai adoece o povo e os filhos ganham dinheiro com os doentes, frutos da cobiça desenvolvimentista dos produtos gerados pela mecanização agrícola. Aterra também adoece e posteriormente fica pobre. Com a escassez da terra plantam se capim pra criar gado, que compacta a terra, gera erosão e soltam os gases que aumentam o efeito estufa. Todos sabem que o rebanho bovino brasileiro e o maior responsável, juntamente como desmatamento, do aumento do efeito estufa. Os veterinários e zoólogos estudam uma forma de aumentar o tamanho do boi usando de coisas gene ricas e hormônios de toda espécie sem imaginar que isso pode influenciar em quem ingere as carnes. Isso explica o porquê de a população brasileira estar sempre obesa, as mulheres com desequilíbrio hormonosexual, depressões, homens e mulheres que não sabem verdadeiramente de que sexo é. Os miomas, as endometrioses, as enxaquecas, os derrames cerebrais, que no rico se chama AVC, (Acidente Vascular Cerebral).
O progresso faz um frango ficar adulto em um mês, graças também aos hormônios e os canceres agradecem. Na questão ambiental temos em nossas casas moveis lindos com madeira de lei, cada um mais lindo que o outro. Mas de onde veio à madeira? Ela é certificada? Pois e, se não e certificada não e de boa origem. Todos sabem o que trafico de aves e animais silvestres, mas o de madeira e pior ainda. Quanta arvore centenárias são derrubadas exportadas ou mesmo usadas aqui em nossas casas mesmo. Quando reformamos um móvel ou um simples sofá estamos evitando que muitas mais arvores sejam derrubadas. E o papel? A reciclagem do papel pode ser uma atividade interessante, pois além de fazer coisas maravilhosas com o produto do papel reciclado temos uma economia de varias florestas. Quando consumimos madeiras não certificadas estamos alimentando o comercio d e madeiras. Todos nos lembramos da freira norte americana a irmã Dorothy, que morreu por defender um projeto de desenvolvimento sustentável na prática lá no Pará.
Chico Mendes morto por fazendeiros madeireiros no acre, também defendia as arvores, onde eles retiravam a borracha, enquanto os madeireiros queriam cortar as arvores. Mataram o Chico e a floresta esta agonizante. Chico Mendes e irmã Dorothy, são exemplos vivos, digo mortos, de como se faz o desenvolvimento sustentável. Os madeireiros, aqueles que nos vendem as madeiras que fazem nosso moveis e acendem nossas churrasqueiras mataram a freira porque o desenvolvimento sustentável era uma coisa que estava trazendo progresso, educação e alimento para os mais pobres da região e assim ninguém mais queria ser escravizado por eles.
Para que o desenvolvimento seja uma coisa realmente sustentável é necessária uma distribuição verdadeira de renda, ou seja, precisamos remunerar melhor as pessoas, dar a ela s pelo menos o mínimo e dar a oportunidade de elas estudarem, nem que seja sobre o habitat delas, para que conscientizadas deixem de destruir. E a sociedade precisa mudar a mentalidade. Veja só, o “GRANDE GIVERNANTE” ganha muito voto quando ele permite que uma indústria seja instalada em um local pra explorar a mão de obra e os recursos  do solo,  as nascentes com os resíduos ácidos derrubando arvores e destruindo áreas verdes para a sua instalação e a desculpa é que trazem  o emprego, ou seja  a empregabilidade é mais importante do que o próprio planeta. Quem defende  o meio ambiente, na maioria das vezes perder eleição. Porem somos ladroes e estamos roubando descarada e vergonhosamente  a chance de nossos netos respirarem e conviver como que achamos quando nascemos.
Os loteamentos  clandestinos  são também  uma desgraça  ambiental, pois esses  trazem pessoas  totalmente ignorantes que acabam com tudo  o que é de  fauna e flora para fazer  barracões, muitas vezes  de madeiras e ou de  adobes. Quando o desmatamento já aconteceu  e o progresso chegou substituindo as matas e  nascentes , eles  vendem seu barracos  por uma ninharia deixando o local para os ricos morarem e começarem tudo de novo desmatando em outro local.
Pois e , como  aumento do efeito estufa  todos  estão  se preocupando   com o meio ambiente. ONGs, alguns governos e a te algumas empresas, que visam lucro no negocio ambiental. Pois bem, é uma preocupação pertinente, pois quando o tsunami veio, ele matou muita gente rica lá na Indonésia, aqueles que eu disse anteriormente, os que poluem aqui e vão curtir férias em locais com abundancia de natureza, muita agua e pessoas bonitas e bem nutridas como as indonésias são. Mas fazendo um parêntese, a Indonésia (essa mesma que fuzila quem entra com drogas em qualquer quantidade nos pais) é os ais que tem o maior índice de turismo sexual do mundo.  Pois no paraíso do turismo sexual o Tsunami chegou e levou muita gente rica. Posteriormente vimos o caso do furacão  Katrina. Onde foi mesmo? La nos estados Unidos, onde seu presidente destruiu o Iraque, o Afeganistão e as imediações, pensando que os Estados unidos não faziam parte do mundo onde em que eles destroem por prazer. Já que a terra é redonda, quando batemos de um lado, treme do outro. Assim diz a física. E sem bomba nenhuma o Katrina detonou a terra do Jazz. No polo norte s geleiras está derretendo e como o mundo é um so, as cidades litorâneas estão sendo inundadas aos poucos. Ate no sul do Brasil, que não tinha furacões, nos já tivemos em 2005. Então os grandes decidiram que precisam mudar. Ai vem às empresas com a ideia das ISO isso ou aquilo e a sociedade tem se preocupado, (isso não implica conscientização) e o comercio encontrou um filão importante, a questão ambiental. Isso quer dizer que, estamos aqui em busca de um novo mercado. É ou não é? Se não desse dinheiro ninguém aqui estaria nem a faculdade, que cobra, o professor que recebe e o aluno que se forma. Mas precisamos educar a nos mesmos e as outras pessoas.
Educação ambiental não e só colocar em currículo mais matéria sobre ecologia, desenvolvimento sustentável, reciclagem e etc.. Neste pais de hipócritas somos acostumados a deixar todas as nossas responsabilidades ao cargo do mestre ou das professoras como acostumamos a dizer. Já começamos inclusive a chama- las de tias. Mas chamamos aqui em BH, as prostitutas de tias também. E a sociedade por outro lado, trata mesmo a s professoras como prostitutas. Ou seja, usam na s quando precisam e depois as maltratam pagando um salario de domestica, ou de faxineira (com todo o respeito que elas merecem) para aquela que promove o conhecimento e os faz homens e mulheres formados. Qual a professora primaria ou de curso fundamental possui uma casa própria?  Qual dela s pode ter um cheque especial? Poucas. Como vamos exigir que elas ensinem educação ambiental aos alunos se elas próprias não possuem nem mesmo o próprio ambiente doméstico decente? Qual o prazer tem uma professora além da obrigação de cumprir sua jornada cheia de problemas com diretoras escolares e não poder comprar sequer coisas básicas. Assim sendo, é muito fácil falar em educação ambiental do ponto de vista burocrático.
 Mas a melhor educação ambiental deve ser a do exemplo.  Uma empresa precisa colocar no rótulo de seus produtos o custo ambiental deste. Quanto se usa d e agua em sua confecção, quando de resíduos jogam na natureza e onde deposita, como tratam seus resíduos, qual o retorno esta dando ao município onde estão instaladas. Quanto paga de impostos e os pros e contras dela estar ali. Muitas dessas empresas dão contribuições vultosas aos políticos e quando estão agindo fora d alei não tem como os políticos multarem com rigor, j que eles têm culpa no cartório. Muitas vezes permite a instalação de indústria sem o licenciamento ou mesmo a compensação ambiental ao município onde estão instaladas. Isso precisa ser mostrado à população. Então, prestar contas à sociedade à transparência. Já e um instrumento importante de educação ambiental. Precisam colocar no rotulo do leite, quanto tempo demora em serem absorvido pela natureza os rótulos as garrafas pets e outras.  O povo não sabe disso os resíduos sólidos também é uma ameaça muito grande ao povo e é diretamente ligada ao progresso. Porque não falar disso nas escolas?
 Nos rótulos dos produtos? Isso não, pois quando o consumidor se conscientiza ele passa a cobrar ou mudar s forma de consumir.
 A forma com que as empresas tratam o assunto meio ambiente é puramente comercial. Estão embarcando em um momento pós-eco 92 e rio mais 20, agenda 21 e protocolo de Kyôto e vendendo, agora a conscientização ambiental, que e uma coisa que eles conhecem, mas não da dinheiro. Isso aconteceu na época dos hippies. Tudo que e moda eles absorvem. Usam do marketing de empresa verde com uma simples embalagem que o mercado os da, embora façam tudo o que não devem fazer.
Para desenvolver com qualidade, é preciso tudo o que já disse anteriormente e mais, deixar uma indústria ou empreendimento responsável pela população gerada em torno dela. Ações sociais, trabalho, escola gratuita e com recurso do empreendimento.  Por que não uma faculdade Fiat em Betim para os funcionários e os moradores das vilas e favelas daquele município? Politica fiscal acirrada e agressiva contra os desmandos trabalhistas e ambientais dessas indústrias. Cumprir a risca as leis que já existem e dar mais oportunidades para o povo não mais ser preciso depredar o ambiente onde vive como o cupim que come a casa onde mora e o verme que mata seu hospedeiro. Ser proibido de receber auxilio de campanha de empresas diretamente ligadas à depredação ambiental tais como as indústrias moveleiras, madeireiras e etc. trabalhar com uma politica fiscal muito apertada e bastante rigorosa. Fiscalizar mesmo a rotina de produção dessas empresas e exigir visitas de escolas na produção pra conscientizar a população de como se faz a produção do bem de consumo oferecido pela empresa. Enfim uma politica sócio ambiental é muito importante para construir um desenvolvimento sustentável, mas com transparência e compromisso politico ético sócio fiscal.


AS CHAMADAS MANIFESTAÇÕES POPULARES E O EVANGELHO


O Brasil vive momentos delicados e complexos com a essa avalanche de manifestações conservadoras chamadas pelos ricos e grupos de ultra direita  do País, baseado nas manifestações internacionais e incentivados pela imprensa que vive de vender o caus., do quanto pior melhor e o grupo politico que perdeu as ultimas eleições e aposta sempre na manifestação popular pra dar um golpe na presidente que foi Democraticamente leita e empossada, para tristeza daqueles que queriam estar agora onde ela esta. E com esse caráter golpista que colocam essas manifestações, que tem forte conotação politico partidária (PSDB) tentando trazer pras manifestações do mundo os escolhidos e amados do senhor, que ao invés de buscar mudança na bíblia vão se juntar com pessoas de má índole e uma juventude drogada e baderneira, além de que essas pessoas buscam objetivos que não são os de Deus, mas a busca do domínio do mundo pela visão de Cesar, aquele mesmo que Jesus disse , dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Há um descontentamento de parte da população por conta do aumento de taxas, preços e custo além de uma constante relação do Brasil com a corrupção na administração publica em todas as camadas, seja federal, estadual e ou municipal.   “Já vivemos no passado atos pacíficos e ou violentos entre manifestantes e policiais, resultando no vandalismo de varias cidades”, vale a pena mencionar uma citação inspirada na escritora Elen White, que esclarece alguns pontos: o governo sob que Jesus viveu era corrupto e opressivo: clamavam de todo o os abusos – extorsões, intolerância e abusiva crueldade. Não obstante, o salvador  não tentou nenhuma reforma civil, não atacou  nenhum abuso nacional, nem condenou os inimigos da nação. Não interferiu com a autoridade nem coma a administração dos que se achavam no poder.  Aquele  que foi nosso exemplo conservou  se  afastado dos governos terrestres. Será que  jesus era covarde?  Será  era alienado? Pois bem , não  porque jesus era  indiferente as misérias do homem, mas  porque o remédio não residia  em medidas meramente humanas e externas.  Não  é errado defender ideias e ideais e todos tem o direito de se manifestar livremente, conforme apropria constituição prevê. Como igreja, contudo alertamos  que nessa manifestações existem pessoas com intenções equivocadas que não combinam com os nossos pensamentos e princípios cristãos. E  muitos mais do que reivindicar, nossa missão  é proclamar. “como cristãos somos chamados para influenciar o mundo e devemos continuar fazendo isso através do amor cristão, doando se e desgastando se pelo bem da comunidade.” Na continuação, Helen White diz: não pelas decisões dos tribunais e conselhos, nem pelas assembleias legislativas, nem pelo patrocínio dos grandes do mundo, onde estabelecer se o reino de cristo, mas pela implantação de sua natureza na humanidade, mediante o operar do espirito santo”. “o sonho do Sul Americanos, o sonho dos Brasileiros, dos europeus, asiáticos e outros. Todos querem uma pátria melhor. E ela existe. A cidade de Deus, a pátria celestial. “Enquanto não estamos nela, segundo Romanos13, dedique tempo para orar pelas autoridades e para que o evangelho continue sendo anunciado com toda a força” “lembrem se sempre: creia no senhor vosso Deus e estareis seguros”.  E  “Ate aqui nos ajudou o senhor”

domingo, abril 26, 2015

Quem é o criador do site de difamação Folha Política e por que ele se esconde



O site de direita Folha Política é um dos maiores propagadores de boatos e desinformação da internet. Seus artigos ou são anônimos ou assinados por uma certa Lígia Ferreira. O idealizador daquilo se chama Ernani Fernandes. Ele era estudante de Direito em maio de 2013, quando escreveu alguns textos atacando o número de ministérios da gestão de Dilma Rousseff.Fernandes é um dos fundadores do Movimento Contra Corrupção, o MCC, e deu uma entrevista na mesma época, há quase dois anos, defendendo a criação de um veículo de comunicação novo. “[Existe o] caráter tendencioso dos meios de comunicação, aventando a necessidade de uma forma de divulgação de informações isenta”, disse.O MCC foi criado na época das eleições municipais de São Paulo em 2012 e não apoiou nenhum candidato, criticando inclusive José Serra e Celso Russomanno. No entanto, a partir do ano seguinte, passou a centrar fogo nos petistas.No site do MCC, há um link de recomendação para a Folha Política. Já na Folha Política, não há nenhum link mencionando o Movimento Contra a Corrupção que a apoia.Uma leitora do DCM trouxe dados interessantes do site Who.is, que mostra informações sobre registros dos endereços na internet através de dados da instituição americana ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers). Os dados da Folha Política estão ocultos e foram registrados no dia 7 de maio de 2013, na mesma época da entrevista do MCC. O domínio é de Queensland, na Austrália.Por que um endereço de internet fora do Brasil? Gravataí Merengue, do blog Implicante, diz que faz isso por causa da “exposição indevida que domínios no Brasil (.br) apresentam”. O mesmo blogueiro acusado de receber 70 mil reais do governo Alckmin alega que a opção pelo .org é para obter com mais facilidade a privacidade dentro de solo americano e reduzir custos.É realmente mais barato lá fora, mas estes sites buscam registros no exterior para não ter que se explicar na Justiça brasileira ou segundo os preceitos do Marco Civil da Internet aprovado no país. A Folha Política parece adotar o mesmo procedimento do Implicante nesse aspecto.Se você digitar o endereço do site do Movimento Contra Corrupção, o mesmo domínio de Nobby Beach, em Queensland, aparece sem um dono do registro ocultado a pedido dos proprietários. No entanto, o LinkedIn de Ernani Fernandes o liga aos dois sites.Ele seria administrador de um grupo empresarial chamado Raposo Fernandes. Essa companhia teria uma “escola filosófica” para ensino de humanidades com site próprio. Se você acessar a fanpage no Facebook desta instituição, o que encontra? Textos da Folha Política.Procurando pelo Who.is da escola filosófica, encontramos como proprietário o nome de Ernani Fernandes Barbosa Neto com um domínio em São Paulo.Outro autor apareceu em maio de 2013. Seu nome é Allan Carvalho e ele se define como estudante de administração e coordenador nacional do Movimento Contra Corrupção.O DCM tentou falar com Ernani Fernandes. Por email, perguntamos se a Folha serve como veículo de informação do MCC, se ele realmente é o fundador, quem é o editor, por que não há autores identificados na maioria dos artigos e se eles temem processos. Até o momento da publicação deste texto, ele não nos respondeu.Em mais de dois anos no ar, o site Folha Política pratica antijornalismo a serviço de uma milícia política. O MCC não tem coragem de se assumir tucano ou pró-PSDB, mesmo fazendo apenas críticas antipetistas. A estrutura desta rede de difamações é um mistério, mas está serviço de alimentar o ódio nas redes sociais para colher frutos.

sexta-feira, abril 03, 2015

PF lança Código de Ética em que proíbe integrantes de manifestar opinião política

  • Jose Lucena/ FuturaPress/ Estadão Conteúdo

Em meio à Operação Lava Jato, investigação que desmantelou esquema de corrupção na Petrobras, a Polícia Federal lançou o seu Código de Ética. Trata-se de documento que impõe a todos os integrantes da instituição uma longa série de regras de conduta, obrigações e deveres, inclusive proibição de "conceder entrevista à imprensa, em desacordo com os normativos internos".
O policial federal também está proibido de "divulgar manifestação política ou ideológica conflitante com o exercício das suas funções, expondo sua condição de agente público da Polícia Federal". Consideram-se para os fins do Código de Ética dos federais três níveis de situação: conflito de interesses, informação privilegiada e informação sigilosa.
No primeiro cenário - conflito de interesses -, a norma descreve "situação gerada pelo confronto entre interesses públicos e privados, que possa comprometer o interesse público ou influenciar o desempenho imparcial da função pública".
O segundo -- informação privilegiada --, trata de "informação que diz respeito a assuntos sigilosos ou relevantes ao processo de decisão no âmbito do Poder Executivo Federal, que tenha repercussões econômicas ou financeiras e não seja de amplo conhecimento público".
Por fim, a informação sigilosa é aquela "submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado, e aquelas abrangidas pelas demais hipóteses legais de sigilo".
Dentro desse contexto, os federais têm o dever, por exemplo, de "obter autorização prévia e expressa do titular da unidade administrativa ao qual esteja subordinado, para veicular estudos, pareceres, pesquisas e demais trabalhos de sua autoria, desenvolvidos no âmbito de suas atribuições, assegurando-se de que sua divulgação não envolverá conteúdo sigiloso, tampouco poderá comprometer a imagem do Departamento de Polícia Federal".
O Código de Ética, divulgado no Boletim de Serviços da PF em sua edição desta segunda-feira, 30, é uma peça elaborada pelo Conselho Superior de Polícia - colegiado de deliberação coletiva destinado a orientar as atividades policiais e administrativas em geral e a opinar nos assuntos de relevância institucional.
O Conselho é presidido pelo diretor-geral da PF. Integram o grupo o diretor de Combate ao Crime Organizado, o Corregedor-Geral, o diretor de Inteligência Policial, o diretor Técnico-Científico, o diretor de Gestão de Pessoal, o diretor de Administração e Logística, até cinco superintendentes regionais e um adido policial federal.
O Código de Ética impõe ao policial federal "ser honesto, reto, leal e justo, decidindo sempre pela opção mais vantajosa ao interesse público" e "manter sigilo quanto às informações sobre ato, fato ou decisão não divulgáveis ao público, ressalvados os casos cuja divulgação seja exigida em norma".
No capítulo das vedações, artigo 7.º do Código de Ética, fica o policial federal impedido de permitir que "perseguições, simpatias, antipatias, caprichos ou interesses de ordem pessoal interfiram no trato com os administrados ou com colegas de qualquer hierarquia".
O policial federal não pode "apresentar-se ao serviço sob efeito de substâncias entorpecentes ou embriagado", "apresentar-se em seu local de trabalho trajando item de vestuário ou adereço que afronte a moralidade ou conflite com sua condição de agente da Administração", "solicitar, sugerir, insinuar, intermediar, oferecer ou aceitar, em razão do cargo, função ou emprego que exerça, qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação indevida, prêmio, comissão, doação, vantagem, viagem ou hospedagem, que implique conflito de interesses, para si ou para terceiros".
O policial federal não pode alienar, comprar, alugar, investir ou praticar outros atos de gestão de bens próprios, ou de terceiros, com base em informação governamental da qual tenha conhecimento privilegiado. Não pode utilizar-se de informações privilegiadas, de que tenha conhecimento em decorrência do cargo, função ou emprego que exerça, para influenciar decisões que possam vir a favorecer interesses próprios ou de terceiros.
Não pode comentar com terceiros assuntos internos que envolvam informações sigilosas ou que possam vir a antecipar decisão ou ação do Departamento de Polícia Federal ou, ainda, comportamento do mercado. Não pode divulgar ou propiciar a divulgação, sem autorização da autoridade responsável, de qualquer fato da administração de que tenha conhecimento em razão do serviço, ressalvadas as informações de caráter público, "assim definidas por determinação normativa".
Não pode utilizar-se, para fins econômicos, após o desligamento de suas atividades, de informações privilegiadas obtidas em razão do desempenho de suas funções no Departamento de Polícia Federal. Não pode expor, publicamente, opinião sobre a honorabilidade e o desempenho funcional de outro agente público.

terça-feira, março 31, 2015

MINISTRO LEVY REBATE TUCANO DIZENDO QUE DILMA É A PRESIDENTE DE TODOS NÓS

Em audiência no Senado, Levy defende que esforço para avanços depende de governo, empresários e trabalhadores

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu nesta terça-feira (31) um empenho de toda a sociedade para realização do ajuste fiscal (corte de despesas do governo) que está comandando a frente da equipe econômica. O objetivo do ajuste é alcançar um superávit fiscal de 1,2% do PIB neste ano (R$ 66 bilhões). Em 2014, o governo registrou um déficit primário de R$ 17,2 bilhões, o primeiro resultado negativo desde 1997.
O ministro foi a uma audiência pública na Comissão de Assuntos Econômico (CAE) do Senado, onde justificou os cortes do governo e falou sobre os impactos de medidas que alteram benefícios trabalhistas. Levy tem comparecido a uma série de eventos públicos, com investidores e empresários, para explicar como o corte de despesas será feito pelo governo, quais são os objetivos e impactos esperados. Na semana passada, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, também compareceu à Casa para falar sobre o mesmo tema e sobre decisões que têm impacto no fluxo cambial e desvalorização do real frente ao dólar. 
Após as explicações dadas por Levy, a comissão abriu uma sessão de perguntas e respostas. Em um determinado momento, o senador Ataídes Oliveira (PSDB) fez uma réplica em tom contrariado às respostas dadas pelo ministro a perguntas que fez anteriormente. Ele perguntou: "Ainda há espaço para meter a mão no bolso do trabalhador?" (Disse em referência às medidas que alteram benefícios trabalhistas). Levy respondeu sobre a importância de aperfeiçoar a fiscalização em torno do tema. Insatisfeito, o senador levantou-se da cadeira e o acusou: "O senhor está muito alinhado a presidente!". Ao que o presidente da comissão, Delcídio do Amaral (PT/MS), sorrindo completou: "Ora, ela é a presidenta dele".
Houve um riso geral na sala. Levy afirmou na sequência: "Ela é presidente de todos nós." Oliveira então, se levantou, agradeceu à resposta e saiu da sala. A senadora Marta Suplicy também defendeu o ministro. "Ele tem a prerrogativa de responder como entende que tem de ser. E está respondido."
Em sua fala, Levy reiterou que o governo vai adotar medidas que levem o Brasil a um novo ciclo de crescimento. As medidas, afirmou, também terão o mérito de criar um clima econômico favorável, evitando que a nota de crédito do País seja rebaixada pelas agências de classificação de risco.
Sobre os esforços visando ao crescimento econômico do país, Levy disse: “Se queremos evitar uma crise, temos de dar importância para os investimentos. Se existe o risco de perder o grau de investimento, o custo será altíssimo para o governo e para as empresas que não terão mais capacidade de tomar crédito [mais barato e que resultem em emprego] para o trabalhador”.
Joaquim Levy observou que é importante para o Brasil manter o grau de investimento. Segundo ele, a manutenção do rating de grau de investimento (nota dada pelas agências de classifricação de risco)  “traz um impacto [positivo para o país]”. O ministro da Fazenda disse que, com o rating favorárel das agências, o “investimento externo [certamente] vem”.
Levy explicou que são inúmeras as empresas estrangeiras e fundos de investimento internacionais que deixam de investir em países que perderam o grau de investimento. Além do risco de perda do grau de investimento, o ministro da Fazenda disse que é preciso ter cuidado com a situação das contas públicas. Segundo ele, “é preciso ter a dívida pública em trajetória sólida, [fator] que indica um cenário tranquilo para os investimentos”.
O ministro acrescentou que o governo vai procurar dar importância à qualidade dos gastos públicos. “Vamos fazer pente fino em uma porção de coisas”, disse. Para essa tarefa, Levy disse que contará com o apoio do Grupo de Trabalho Interministerial de Acompanhamento do Gasto Público(GTAG), criado em janeiro último. A função do GTAG é propor medidas orçamentárias e financeiras para ordenar as despesas públicas, evitando gastos supérfluos.
Orçamento e esforço de diversos setores
O ministro da Fazenda lembrou que o governo segue o Orçamento e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). "É importante lembrar que o gasto, que o esforço do governo é limitado às despesas discricionárias. Por isso é importante quer não se criem outras despesas. A estratégia do governo foi distribuir os impactos entre empresários e trabalhadores, para não ficar apenas com o governo."
Segundo Levy, é preciso zelar para que essas contribuições aconteçam. "O esforço é um esforço federativo. Para os Estados também será um ano de desafios, pois muitos Estados têm feito um grande esforço fiscal [reduzindo gastos]. Nós vamos ganhar se todo o mundo participar."
Sobre as medidas provisórias – que alteram benefícios como o seguro-desemprego, abono, pensão por morte, auxílio-doença e esperam gerar um economia de R$ 18 bilhões –, Levy explicou que não "há retrocesso nos direitos dos trabalhadores, mas que mecanismos precisam ser aperfeiçoados". O ministro disse que falhas no desenho dos benefícios prejudicam os cofres públicos. "Temos obrigação de ajustar [as falhas e o desenho]. Essa é um medida de fortalecimento da nossa Previdência."
"A alterção no seguro-desemprego terá um impacto positivo na sociedade. O objetivo também é reduzir a rotatividade. Ao fazer o ajuste, vamos ajudar o trabalhador a se qualifica", afirma Levy. 
O ministro citou alguns países que fizeram ajustes recentes e obtiveram êxito. "Os Estados Unidos, a França e a Espanha fizeram esse esforço. Aliás, a gente vê que os países que não fizeram esse esforço não saíram da crise. Nós temos de fazer os ajustes para preservar os ganhos do Brasil. Proteger nossas gerações."
Ajuste visa reverter deterioração das contas fiscais e externas 
Joaquim Levy informou na CAE que o motivo que levou o governo a fazer o ajuste econômico foi reverter a deterioração das contas fiscais e externas do País. Levy acrescentou que medidas para melhorar as contas fiscais e do setor externo são importantes  para criar condições de segurança e competitividade para a economia brasileira.
"Há [entre os agentes econômicos] grande confiança na força de adaptação da economia brasileira. Temos que focar [nossos objetivos] no mínimo de custos e no máximo de presteza. Ficar parado é ficar para atrás. Queremos garantir ainda os ganhos sociais e fortalecer a nova classe média”, disse.
Para chegar a essa meta, segundo ele, é necessário aproveitar as vantagens e os talentos existentes no País. No processo de aperfeiçoamento da economia, conforme acrescentou, existem riscos. "Não podemos cometer equívocos", disse.
Joaquim Levy destacou ainda, durante a audiência, que o ajuste fiscal foi necessário porque os efeitos das medidas adotadas anteriormente estavam se esgotando.
Segundo ele, é preciso, a partir de agora, adotar medidas novas para levar o País ao crescimento. Uma delas, explicou, está relacionada com a necessidade de reduzir as renúncias fiscais . “Não há sentido [em prosseguir com as renúncias]. A motivação original delas desapareceu. No caso da [desoneração da] folha de pagamento, o que era um gasto de R$ 21,9 bilhões pode impactar [negativamente], na Previdência, em algo próximo a R$ 25 bilhões em 2015”, disse.
O ministro também explicou que é preciso adotar medidas que não impactem na expansão da dívida pública, incluindo a posse de títulos na mão de estrangeiros.
* Com informações da Agência Brasil

Delegados deixaram digitais: achavam que o golpe ia dar certo

publicado em 14 de novembro de 2014 às 21:026 - 6-Cardozo3-001por Conceição LemesOntem, quinta-feira 13, a reportagem de Júlia Duailibi, publicada em O Estado de S. Paulo revelou: no período eleitoral, delegados da Polícia Federal (PF) usaram as redes sociais para elogiar Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência, e para atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff, que disputava a reeleição, bem como a replicar conteúdos críticos aos petistas.Esses policiais, que mostraram ser anti-petistas militantes e radicais, são simplesmente os responsáveis pela Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras, empreiteiras, doleiros, partidos políticos, funcionários e ex-funcionários da estatal.Pela primeira vez os rostos desses delegados estão sendo mostrados. Para isso, contamos com a preciosíssima colaboração do NaMariaNews, que também nos ajudou na busca dos vídeos, das imagens e dos links que aparecem nos PS do Viomundo, ao final da matéria. Como os delegados mudam de nome dependendo da situação, a pesquisa foi bastante difícil.São eles:Igor Romário de Paula, da Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado2 - 1- Igor Romario de PaulaAs investigações da Lava Jato estão sendo conduzidas por delegados vinculados a Igor Romário de Paula, que responde diretamente a Rosalvo Ferreira Franco, superintendente da PF do Paraná.Igor Romário de Paula, que atuou na prisão do doleiro Alberto Youssef, participa de um grupo do Facebook chamado Organização de Combate à Corrupção (OCC), cujo “símbolo” é uma imagem da Dilma, com dois grandes dentes incisivos para fora da boca e coberta por uma faixa vermelha na qual está escrito “Fora, PT!”Márcio Adriano Anselmo, coordenador da Operação Lava Jato10 - 9- Marcio Anselmo 2Márcio Adriano Anselmo foi quem, no Facebook, afirmou: “Alguém segura essa anta, por favor”, em uma notícia cujo título era: “Lula compara o PT a Jesus Cristo”Na reta final do 2º turno, fez comentários em outra notícia, na qual Lula dizia que Aécio não era “homem sério e de respeito”.Escreveu: “O que é ser homem sério e de respeito? Depende da concepção de cada um. Para Lula realmente Aécio não deve ser”.O delegado apagou há poucos dias o seu perfil no Facebook.Maurício Moscardi Grillo, chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários15 - 12-Mauricio Moscardi Grillo em VIDEO 1-003Maurício Moscardi Grillo é o responsável por apurar a denúncia de grampos na cela de Youssef.Segundo a reportagem de Júlia Duailibi, ele aproveita a mensagem de Márcio Anselmo, para se manifestar sobre Lula: “O que é respeito para este cara?”Grillo também compartilhou uma propaganda eleitoral do PSDB, como a que dizia que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobrás.“Acorda!”, escreveu ele ao comentar a reportagem da Veja, que foi às bancas na quinta-feira anterior ao segundo turno: “Lula e Dilma sabiam de tudo”.Erika Mialik Marena, da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros e Desvios de Recursos Públicos do ParanáEricaNa delegacia de Erika Mialik Marena, estão os principais inquéritos da operação Lava Jato.Em uma notícia sobre o depoimento de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobrás à Justiça Federal, ela comenta: “Dispara venda de fraldas em Brasília”.No Facebook, usava o codinome “Herycka Herycka”. Após a reportagem de Júlia Duailibi,  seu perfil foi retirado dessa rede social.A denúncia envolvendo esses quatro delegados da PF é gravíssima.Estranhamente, a mídia deu pouca repercussão a ela.Estranhamente também, até a hora do almoço da quinta-feira, 13 de novembro, a Polícia Federal, o Ministério da Justiça, a Procuradoria-Geral da República e o Supremo Tribunal Federal (STF) não haviam se manifestado sobre a denúncia do Estadão.Viomundo contatou então as quatro instituições, via suas respectivas assessorias de imprensa. Primeiro, por telefone. Depois, por e-mail, fazendo vários questionamentos.Uma pergunta comum a todos:–  Que providências pretende tomar em relação ao caso?Ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, perguntamos também:– A partidarização explícita dos delegados da PF envolvidos na Lava Jato não contamina o resultado da investigação, já que eles demonstraram evidentes objetivos políticos?– A partir de agora a Lava Jato não fica sob suspeição?Ao ministro Teori Zavascki , do STF, indagamos:–  O comportamento dos delegados da PF não contamina a investigação, comprometendo o inquérito?– A partir de agora a Lava Jato não fica sob suspeição, inclusive as delações premiadas?À Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde fica a sua sede, perguntamos:– O que a PF tem a dizer sobre os evidentes objetivos políticos desses delegados?Na parte 1 da entrevista abaixo, o delegado Maurício Moscardi Grillo  fala aos 2,06 minutos sobre a PF e como deve deve agir em casos policiais. Imperdível.Ele diz que a Polícia Federal é republicana. Exatamente o oposto do que fizeram os quatro delegados da PF durante as eleições de 2014.
Por isso, perguntamos também à Polícia Federal, via sua assessoria de imprensa:–  Como a sociedade vai confiar numa Polícia Federal que não agiu de forma republicana nessas eleições, maspoliticamente em favor do então candidato do PSDB, Aécio Neves, e contra a candidata do PT, Dilma Rousseff, e o ex-presidente Lula?Do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, quisemos saber, entre outras coisas:– Quais seriam as medidas punitivas aos envolvidos no caso?– Como a sociedade vai confiar numa Polícia Federal que não age republicanamente, mas sistemática e politicamente em favor do PSDB e contra o PT?Nenhum respondeu. Insistimos por telefone.Questionada de novo, a Polícia Federal disse que não se manifestaria sobre o caso.O procurador-geral Rodrigo Janot também não respondeu. A assessoria de imprensa da PGR, em Brasília, alegou que ele estava em São Paulo e não tinha sido possível contatá-lo. Desculpa, no mínimo, estranha, já que existe celular hoje em dia e de de vários modelos. Não seria mais digno dizer que não iria se manifestar e pronto?Como o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não respondeu às nossas quatro perguntas, acrescentamos agora uma nova:– O senhor concorda com a nota dos procuradores do Ministério Público Federal, seção Paraná, em apoio aos delegados da PF?A íntegra da nota:Operação Lava Jato: Membros da força-tarefa do Ministério Público Federal manifestam apoio a delegados, agentes e peritos da PFOs Procuradores da República membros da Força-Tarefa do Ministério Público Federal, diante do teor da reportagem “Delegados da Lava Jato exaltam Aécio e atacam PT na rede”, publicada pelo jornal “O Estado de São Paulo” nesta data, vem reiterar a confiança e o apoio aos delegados, agentes e peritos da Polícia Federal que trabalham nessa operação.Em nosso país, expressar opinião privada, mesmo que em forma de gracejos, sobre assuntos políticos é constitucionalmente permitida, em nada afetando o conteúdo e a lisura dos procedimentos processuais em andamento.A exploração pública desses comentários carece de qualquer sentido, pois o objetivo de todos os envolvidos nessa operação é apenas o interesse público da persecução penal e o interesse em ver reparado o dano causado ao patrimônio nacional, independentemente de qualquer coloração político-partidária.O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, também nada respondeu.No início da noite, a assessoria de imprensa do Ministério da Justiça nos prometeu enviar o áudio da coletiva de Cardozo, dada um pouco antes em Brasília. Ficou na promessa. Mais uma vez o vazio.Como bem observou Fernando Brito, do Tijolaço, no post  Cardoso, o Lento, pede sindicância sobre “delegados do Aécio”, o ministro da Justiça “resolveu agir 12 horas depois que o país tomou conhecimento de que os delegados federais da Operação Lava-Jato participavam, no Facebook, de animadas e desbocadas tertúlias sobre a investigação que conduzem”.Cardozo determinou à Corregedoria da Polícia Federal que abra investigação sobre o caso.Na coletiva de imprensa, ele disse:Lava Jato - Cardoso 2Cardozo mostrou mais uma vez que é inepto e incompetente, para o dizer o mínimo.Em artigo publicado nesta sexta-feira 14, no GGN,  Luis Nassif acrescenta:O Ministro chega às 11 no trabalho, sai às 12h30 para almoçar, volta às 16 e vai embora por volta das 18h. A não ser que se considere como trabalho conversas amistosas com jornalistas em restaurantes da moda de Brasília.Será que é por isso que esta repórter não recebeu as respostas de Cardozo até agora?As manifestações dos quatro delegados da PF são cristalinas.  Ou será preciso desenhar para Cardozo?Nassif diz mais:É  blefe a atitude do Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, de pedir uma investigação para a Polícia Federal sobre o ativismo político dos delegados da Operação Lava Jato. O problema da Lava Jato não é o ativismo de delegados no Facebook, mas a suspeita de armação com a revista Veja na véspera da eleição. Se Cardozo estivesse falando sério, estaria cobrando a conclusão das investigações sobre o vazamento.Os quatro delegados têm o direito de ter as suas preferências políticas. A questão é que o comportamento desrespeitoso está longe de ser um caso menor. “É um ato político”, avalia Paulo Moreira Leite, em seu blog.Na condição de ministro da Justiça, Cardozo, como bem observou Paulo Moreira Leite, deveria saber que o aspecto do caso está resolvido no artigo 364 no regimento disciplinar da Polícia Federal, que define transgressões disciplinares da seguinte maneira:I - referir-se de modo depreciativo às autoridades e atos da Administração pública, qualquer que seja o meio empregado para êsse fim.II - divulgar, através da imprensa escrita, falada ou televisionada, fatos ocorridos na repartição, propiciar-lhe a divulgação, bem como referir-se desrespeitosa e depreciativamente às autoridades e atos da Administração;III - promover manifestação contra atos da Administração ou movimentos de apreço ou desapreço a quaisquer autoridades;A questão, portanto, é política. E  parece que Cardozo não quer se dar conta da gravidade do que aconteceu debaixo do seu nariz.Nos últimos 12 anos, tivemos vários momentos em que a Polícia Federal agiu em benefício dos tucanos e contra os petistas. E sempre ficou por isso mesmo.Em 2006, tivemos o caso do delegado Bruno, eleitor assumido do PSDB,  que vazou para a mídia fotos do dinheiro apreendido no caso dos “aloprados” do PT. A cena foi ao ar na quinta-feira anterior ao primeiro turno da eleição presidencial e ajudou a levá-la para o segundo turno. O delegado Bruno não foi punido por vazar fotos do dinheiro; pegou 9 dias de suspensão por mentir aos superiores.Na campanha eleitoral de 2014, tivemos o caso de Mário Welber, assessor do deputado estadual  Bruno Covas, do PSDB paulista. Ele foi detido pela PF em Congonhas com R$ 102 mil em dinheiro vivo e 16 cheques em branco assinados por Bruno Covas. A Polícia Federal ocultou o quanto pode o caso e continua a fazê-lo.Em compensação, em 7 de outubro de 2014, a PF de Brasília vazou imediatamente para O Globo a apreensão de avião que transportava dinheiro suspeitoEm seguida, que o detido no jatinho era da campanha do PT em Minas GeraisSão, como sempre, os dois pesos e duas medidas da mídia e da Polícia Federal.Eis que na eleição presidencial de 2014, setores da PF aparecem, de novo, atuando em favor dos tucanos e contra os petistas. O vazamento seletivo da Operação Lava Jato já sinalizava o objetivo político e a Polícia Federal do Paraná como uma das possíveis fontes.Agora, as manifestações no Facebook dos delegados PF em postos-chave na Lava Jato escancararam as suspeitas. Eles agiram de forma organizada para interferir no resultado das eleições presidenciais de 2014. Deixaram a PF nua.O nome disso é golpe.Aparentemente, tudo foi bem armado com setores da mídia, sobretudo, neste caso, com a revista Veja.Ela antecipou para quinta-feira, 23 de outubro, a ida para as bancas na semana do segundo turno, para que a matéria sobre corrupção na Petrobras e a Operação Lava Jato tivesse mais tempo de  repercussão na televisão, principalmente no Jornal Nacional,   e, assim, influenciasse o resultado da disputa presidencial.Veja trazia na capa as fotos de Lula e Dilma, com o título: “Lula e Dilma sabiam de tudo”.Em 25 de outubro, véspera do segundo turno, o doleiro Alberto Youssef  foi hospitalizado. Surgiram então boatos de que ele havia morrido envenenado.A PF sabia que o suposto envenenamento e óbito não eram verdadeiros. Porém, deixou que isso fosse disseminado durante horas nas redes sociais e nos programas televisivos de domingo sobre as eleições, especialmente os da Globo. Só foi desmentir no começo daquela tardeTal ação fazia parte do golpe em andamento, que acabou não dando certo.“Os delegados, flagrados no Facebook,  tinham tanta certeza de que o golpe teria êxito que deixaram digitais e provas pelo caminho. Só isso explica o que disseram”, observa um experiente analista da política brasileira.Talvez também porque nesses 12 anos do governos petistas outros delegados da PF ficaram impunes.Paulo Moreira Leite alerta:A campanha anti-PT dos delegados da Polícia Federal lembra os desvios do Inquérito Policial-Militar (IPM)  da Aeronáutica que emparedou Getúlio Vargas em 1954.Em 1954, quando o major Rubem Vaz, da Aeronáutica, foi morto num atentado contra Carlos Lacerda, um grupo de militares da Aeronáutica abriu um IPM à margem das normas e regras do Direito, sem respeito pela própria disciplina e hierarquia.O saldo foi uma apuração cheia de falhas técnicas e dúvidas, como recorda Lira Neto no volume 3 da biografia de Getúlio, mas que possuía um objetivo político declarado — obter a renúncia de Vargas. Menos de 20 dias depois, o presidente da República, fundador da Petrobras, dava o tiro no peito.Mas atualmente é inconcebível, além de inconstitucional, que isso venha a acontecer novamente. Em hipótese alguma, pode-se encarar com naturalidade o anti-petismo militante e radical dos delegados denunciados.Para o bem da democracia, é preciso investigar a fundo a tentativa de golpe do qual esses quatro delegados fizeram parte, assim como é preciso combater seriamente a corrupção.Do contrário, a democracia corre o risco de ser golpeada de forma mortal mais uma vez.PS 1 do Viomundo: Na coletiva de imprensa, o ministro José Eduardo Cardozo disse que a Corregedoria da PF deve apurar primeiramente se as manifestações dos quatro delegados são verdadeiras.Mas como isso vai ser apurado se o site OCC foi quase que totalmente esterilizado após a publicação da denúncia doEstadão? As provas só podem estar com Júlia Duailibi. Será que a jornalista fez os print-screens das páginas? Ou será que ela só teve acesso às fotos daquelas páginas do Facebook?PS 2 do Viomundo: É importante que os leitores saibam que os delegados usam seus nomes cada hora de jeito: ou completos, ou em partes. Isso dá uma grande diferença nas buscas.PS 3 do Viomundo: Maurício Moscardi Grillo foi nomeado para o cargo em 25/08/2014 - Seção 2, página 54, de acordo com o Diário Oficial da União. Portanto, depois que as investigações da Lava Jato já estavam em andamento.14 - 11- Mauricio Moscardi Grillo-DOUQuem quiser ver a segunda parte do vídeo do delegado, ela está abaixo.
PS 4 do Viomundo:  O delegado Grillo também atuou na investigação do mensalão, em 2009. Veja aquiaqui aqui.PS 5 do Viomundo: A delegada Erika Marena trabalhou com o delegado da PF Carlos Alberto Dias Torres como responsáveis pelo inquérito que investigava Naji Nahas, o ex-prefeito paulistano Celso Pitta e outras 27 pessoas. Tudo derivado da Operação Satiagraha,que envolvia dois outros inquéritos, tendo como alvo o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity.Pode-se vê-la falando sobre a Lava Jato neste vídeo e neste outro.PS 6 do Viomundo: Já que a Superintendência da PF em Brasília se recusou a responder nossas perguntas, oViomundo gostaria de recorrer, em última instância, à boa vontade do superintendente da PF do Paraná, Rosalvo Ferreira Franco:7- Rosalvo Ferreira Franco 1– Doutor, o senhor sabia que os seus quatro subordinados estavam atuando politicamente no Facebook, jogando no lixo o caráter republicano da PF como um todo?– Que medidas o senhor, como chefe geral, irá tomar?